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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

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“I want you” é o nome do primeiro avanço do EP homónimo do jovem produtor transmontano, e conta com a participação da voz de Vanessa Marques.

 

No dia 20 de janeiro foi lançado, oficialmente, o primeiro avanço do novo EP de mcf. Chama-se I want you e conta com a colaboração de Vanessa Marques, a voz de OneWeek Project. O tema, que dá o nome ao disco, pode ser ouvido nas páginas de Facebook e de Youtube do artista.



O jovem produtor transmontano, conhecido por imensas colaborações com nomes de peso do Hip Hop Underground Português como Puro L, Sarcasmo, Tilt, ORTEUM, AVC e Osiris, tem-se focado na sua carreira a solo e enveredado por sonoridades Trip Hop e Downtempo desde finais do ano de 2014, em que editou o tema Thinkin’ Late, a título independente.

 

O EP I want you, tem data marcada para o dia 26 de janeiro, e estará disponível para download gratuito na página da editora No Karma. mcf estará também em concerto no próximo dia 28, no Tokyo Lisboa, em conjunto com DarkSunn, Tilt e Sarcasmo, na primeira edição do festival Strange Beats.

 

 

 

SOBRE MCF

MCF nasceu Rui Trigo no mesmo dia de Fernando Pessoa, ainda que em anos diferentes. Assume que chorou pela mãe no seu primeiro dia de escola da mesma forma que se assume efebófilo, afirma que as mulheres se fazem aos 16. Entre semana deambula por Coimbra, onde foi tirar um curso que não tenciona acabar. É mais provável encontrá-lo entre cafés, whiskys e taças de vinho num qualquer tasco da cidade. Faz vida de Bukowski, que lê para poder participar nas conversas quando o assunto são livros. Também gosta de Camus e acha que João César Monteiro é o único cineasta que se aproveita, nas suas palavras “todos os outros são gajos que de vez em quando fazem filmes bons”.

 

E que tem tudo isto a ver com a sua música? Aparentemente, muito pouco. O próprio assume que a música se calhar não interessa assim tanto, é só um meio para chamar à atenção. No entanto, todas estas pequenas irrelevâncias acabam por espelhar aquilo que é o seu trabalho. MCF é um artista sexual, cru, amargo, imoral, mas sobretudo humano, e cada uma das músicas que produz conta-nos um pouco da sua visão contaminada do mundo, veiculada em ritmos de Trip Hop, Hip Hop e Downtempo. Se o faz para chamar à atenção, está a resultar.

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