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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

Letra

 

amor que mata dá-te mais liberdade
para te entregares sem medo da intimidade
olhar nos teus olhos, já te faltar vontade
faltar-te a loucura que te impõe a cidade
o tempo a passar
e o compromisso fardo para a gente carregar

ainda assusta pensar no homem
que um dia hei-de vir a ser
e que me possas largar da mão
se me der a conhecer
o dia que se repete
e se hoje não te dá alegria
dar-te um beijo e dizer-te, amor
és boa companhia

se o teu coração me achou banalidade
primeira impressão que passou a verdade
aquele amor de verão
que não morre com a idade
ciência ou passado que não dão claridade
não deixam em paz
o sonho que aos anos tu tentas esquecer (dizia)
que amor que mata dá-te mais liberdade
para te entregares sem medo da intimidade
ouvi a cantora para saber se é verdade
que a sede da boca morre com a tempestade
e sabes de cor essas coisas tão mais profundas que o amor

ainda custa a aceitar o homem
que um dia posso vir a ser
e que me possas largar da mão
se me der a conhecer
O dia que se repete
e se hoje não te dá alegria
dar-te um beijo e dizer-te, amor
és boa companhia

 

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