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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

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Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

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Luís Pucarinho |  Edição 25 Setembro
Orgânica mente humana 

 

"Orgânica / mente / humana" é o novo disco do autor e compositor Luís Pucarinho. Este álbum oferece 12 canções originais inéditas que abordam temas actuais e musicalmente bem conseguidos. Os textos são refinados e executados em português numa voz rica e demarcada e abraçam as canções que nos levam a visitar os sons latinos que não esquecem a lusofonia, com abordagens que passam pelos estilos contemplados nas músicas do mundo, como o Rock, Blues, Jazz, música Clássica ou tradicional, conseguindo assim como referência, o enquadramento da canção portuguesa na linguagem da música Universal.
Luís Pucarinho, neste disco faz-se acompanhar de cinco músicos: Afonso Castanheira no contrabaixo, André Penas na viola d'arco, João Barata na bateria, Samuel Santos no violoncelo, Zé Peps na guitarra folk e slide guitar, contando ainda com oito convidados, a destacar os cantores Jorge Benvinda (Virgem Suta) e os fadistas Duarte e Mara.

É como algo de forma orgânica, que podemos classificar o som que nos chega ao ouvirmos este cd. É um disco exclusivamente executado por instrumentos acústicos e todos gravados com microfone, o que nos deixa uma sensação de presença aproximada dos músicos e dos sons dos instrumentos, assim como do ambiente das salas e locais de gravação, todos eles inspirados pela proximidade do mar ou do campo e sempre longe dos sobressaltos dos meios urbanos. Desta forma a musica deste disco casa com a natureza e o lado mais orgânico da vida.

Pela mente, chega-nos o intelecto, a mensagem, a poesia e a filosofia. A mente “orgânica” de Luís Pucarinho, aborda as grandes causas da actualidade, como a crise económica ou a emigração, com a sua arte de resumir em escrita poética e a capacidade filosófica de tornar estas, as nossas causas, as causas de toda a gente. Podemos extrair destas canções, toda uma dimensão universal de pensamento, diluída em simples histórias vividas e sentidas realmente, enaltecendo os valores da amizade e do amor.
 
 É por causa humana, ou pela humanidade do autor, que este disco se veste de paisagens imateriais não se rendendo ao que é musicalmente óbvio e facilmente abrangente. Dos puros sentimentos do autor surgem os tópicos, os temas e as canções que revelam de forma clara a sua autoria pela sua identidade vocal e de interpretação. Sente-se a verdade em tempo real quando vemos Luís Pucarinho cantar (ao vivo). De um sentimento único e transversal ressalta cada uma das suas palavras embebidas em melodias refinadas, por vezes sobressaltos ou mesmo declamações. Esta interpretação relembra quem somos no bem e no mal, deixando-nos longe dos pré conceitos, materiais ou ambições e deixando-nos mais perto daquilo que somos, seres humanos.

 

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