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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

Letra

 

(João Tamura)
coisas no céu… coisas no céu que eu não sei o que são.
quando usas o véu que me deixa no chão e me aperta o pulmão.
quem é o réu dos crimes que eu faço e cometo com a mão?
cometas que vão deixar-nos a nós e ao planeta em fusão.
e tu vens e vais e dás as voltas ao peito a mais…
e os ossos e as coisas que tens no corpo são cristais.
e eu ‘tou bem! não fales comigo amor, eu 'tou bem!
tu queres que a lua e o céu todo caiam, a luz magoa-te? ya, a mim também…

(refrão - João Tamura x Miguel Ropio)
quais são os deuses que crias sem mim?
sei que no teu quarto tudo parece marfim…
as coisas que tomas, as peles que tocas são mais que o meu fim.
NoiteCristal… NoiteCristal sem ti aqui!

(Haze)
não tenho culpa se a vida não corre como queres.
o teu feitiço é pensares diferente,
mas se tu quiseres seguir na via és tu que perdes:
não vou ficar aqui escondido para sempre.
para passar o tempo ou agarrar sem ter-te.
é que eu não quero ver-me a passar sem ver-te.
quando apareces no meu quarto, despida, mostras a arte.
de coração afogado - sou a sorte do teu azar - onde é que eu vim meter-me?
agora a noite foge… o dia aparece. o teu sangue já corre sem o álcool em excesso.
aqui estamos nós, deitados sem stress, depois vê as horas e desaparece!
quem é o mundo para julgar pelo passado? é errado procurares pelo tipo certo.
eu já me vi menos apressado, é um facto, estou descalço mas sei o caminho de regresso…

(refrão)

(João Tamura)
ondas no mar… qual tempestade que são?
nós somos o par das guerras, batalhas, mundo em combustão.
agarras a vida com a força de um bicho só com a tua mão.
aquilo que cegas é aquilo que entregas - nada teu é em vão
eu sei que agora tudo o que tocas se transforma em ouro.
e quando passas aquilo que causas é uma hecatombe!
despes a noite do céu, despes um homem do nome,
despes inteiro o meu sono, deixas o tempo sem dono, é teu o trono!

(refrão)

 

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