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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

Letra

 


(HAROLD)
noites belas, nelas vejo-te sempre…
vejo-te à frente mesmo sem tu estares presente.
corpo é carente entre corpos, música e charros,
entre o barulho das luzes, gritos e carros.
meço descompassadamente,
eu já não vejo o tempo – drogas mudam a minha mente.
a cama tornou-se uma prisão,
a solidão e a compaixão tiram-me o chão constantemente
e eu morro…

quem vem primeiro?
deixa-me cair...

quando o tempo se acabar leva as coisas com que construíste o mundo,
com que destruíste tudo.
voltamos para Osaka, o táxi que nos leva a casa,
enquanto o trânsito te vai cortando as falas...
porque o barulho dos carros, o pulsar da terra,
o gritar dos pássaros, o peito, as serras...
aquilo que no peito encerras
é somente teu deveras, somos a casa de feras.
o sol põe-se a cada enterro.
incendeias o feno.
as manhãs são ouro negro
e os cavalos que nelas correm, morrem mas nunca os vemos.
é o desconstruir da noite que me ensinas,
quando o teu corpo está por cima.
és circo de animais sem nome,
tu que aprisionas o sol e que o estilhaças no meu corpo.

quem vem primeiro?
deixa-me cair...

 

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