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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

 

Letra

 

Da janela do quarto,
A tua fobia suspirava.
Esperavas pelo anjo
Que tardava.


E, dos jardins de Éden,
Irrompe no voo inaudito,
O anjo que aguardavas
No teu lugar interdito.

E, no silêncio do quarto,
Só o teu esgar não negou
A Eternidade de um beijo
De quem, ao momento, se entregou.


E, com o desvelo de um abraço
De um anjo eterno que voou,
Imunizaste, no leito,
O amor que, no quarto, deixou.

No voo de um anjo,
Onde flutuavas,
Desarvorou a dolência
Que tanto exorcizavas.


E, no parapeito do postigo,
Lá se despediu
O teu anjo perene
Que só o teu olhar viu.

Texto de João Garcia Barreto

 

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