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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

Letra

 

Estaremos juntos separados como amantes
nesta viagem com água sem retorno
entre as queimadas vento norte viajante
é o cacimbo africano Moçambique


Ao terraço e à varanda do avô
passeios da dimensão do anarquista
ao teatro ao professor à fantasia
no matope um sono de marimbas


Limpidez das areias, tem
em teias de caniço
fugir com o cientista, tem
estrelas a perder de vista


São trovoadas que caem no capim
o som do zinco o sentido às caminhadas
passos compridos e a voz dos velhos sábios
são a memória da sombra das acácias


Ondas que cavam as areias do Bilene
e as histórias que contava José Bila
ventos parados ao subir às papaieiras
e a maravilha do canto do magaíça


Limpidez das areias, tem
em teias de caniço
fugir com o cientista, tem
estrelas a perder de vista

 

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