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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

 

Letra

 

 

Alvo incerto 
Rumo sem dar

Corpo perdido 
Metade sem par

Por caminhos suspeitos
Sinais de duvidar

Passo a passo e rasgo a sombra do vagar 
Leve frio no ar
Brisa de arrepiar 

Cerra o certo que da luz ao incerto
Remédio errado por parecer concentrado 
Rasga o sufoco 
Silêncio quebrado
Remédio errado por parecer concentrado 

Sigo o vazio
Torno a calar
Breve suspiro
Ponteiro a contar

Vejo o alto do salto
Duvido sem pensar
Conto o passo e rasgo a sombra do luar
Doce frio no ar

Cerra o certo que da luz ao incerto
Remédio errado por parecer concentrado 
Rasga o sufoco 
Silêncio quebrado
Remédio errado por parecer concentrado 

"para ti eu estava errado
Para mim eu estava certo
Obstinado no passado
No presente homem desperto
Arquitecto do projecto
Que projecta a minha historia
Incorrecto com o medo
Voo rumo a vitoria,

Querem me fazer acreditar
Que por mais que caminhe 
Estou destinado a não chegar
Mas não desisto,
Estou a seguir o meu instinto 
A ouvir o meu corpo
Quando obedece
A este ritmo eu já vos disse
Eu não desisto
E só assim me sinto em paz
No templo"

Cerra o certo que da luz ao incerto
Remédio errado por parecer concentrado 
Rasga o sufoco 
Silêncio quebrado
Remédio errado por parecer concentrado 

Cerra o certo que da luz ao incerto
Remédio errado por parecer concentrado 
Rasga o sufoco 
Silêncio quebrado
Remédio errado por parecer concentrado

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