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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

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Festival Rescaldo abre quinta-feira com 10.000 Russos e The Jack Shits

Os portugueses 10.000 Russos e The Jack Shits abrem, na quinta-feira, na Galeria Zé dos Bois, em Lisboa, o Festival Rescaldo, um evento que promove a nova música portuguesa de vanguarda, do rock à música exploratória.

 

A abertura é com os portuenses 10.000 Russos, de João Pimenta e Pedro Pestana, e com The Jack Shits, banda recente de garage rock que junta Diogo Augusto e Samuel Silva (Marinha Grande) com Nick Nicotine (Barreiro).

 

À sétima edição, o Festival Rescaldo contará com mais artistas fora do eixo artístico de Lisboa e servirá de palco para a apresentação de novos álbuns da editora independente portuguesa Shhpuma.

 

"Terá menos nomes conhecidos, mas a programação está mais coerente e com qualidade. Há mais músicos fora de Lisboa – que tem sido o centro de grande movimentação – e revela o que os músicos têm estado a fazer", explicou o programador Jorge Travassos numa recente apresentação do festival.

 

No total, o Rescaldo contará com doze concertos e uma sessão de DJing entre quinta-feira e 1 de março, repartindo-se - com exceção do dia de estreia - entre a Culturgest e a loja de discos Trem Azul.

 

Na sexta-feira, na Culturgest, apresentam-se o guitarrista Nuno Rebelo, numa atuação a propósito da recente antologia "Removed from the flow of time – guitar solos 1992-2002", e o pianista Rodrigo Pinheiro (do RED Trio), com o músico alemão Thomas Lehn.

 

No sábado, o festival passa pelo pianista Tiago Sousa, que, pela primeira vez, junta a palavra à sua música com a ajuda da declamação de Maria Leite, e pela atuação do harpista Eduardo Raon com o músico esloveno Tomaz Grom.

 

O pianista e investigador Sérgio Costa, com peças para piano preparado e altifalantes, os Sturquen, dos portuenses César Rodrigues e David Arantes, e os Fat Freddy – ao fim de oito anos de silêncio - atuam no dia 27 de fevereiro.

 

No dia 28, apresentam-se o baterista portuense Nuno Aroso, com o espetáculo “Asperes”, com recurso a “matérias sonoras não convencionais, como pedras e metais”, e o guitarrista Peixe (Ornatos Violeta), ainda à boleia do álbum “Apneia”.

 

O Rescaldo termina na Trem Azul, a 1 de março, com os Kilimanjaro, de Barcelos, e com uma atuação do músico Vítor Rua (ex-GNR e Telectu), em versão DJ.

 

Entre os álbuns a apresentar estão "On the drive for impulsive actions", de Eduardo Raon, "Timespine", que junta Adriana Sá, John Klima e Tó Trips, e um álbum do pianista Simão Costa.

 

Em complemento aos concertos, a Trem Azul exibirá uma exposição de ilustração de Amanda Baeza.

 

retirado do Sapo Música

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