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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

Letra

 

Mentiroso

Hermano…
Mente, mente, mentiroso…
Mente, mente, mentiroso…
Hermano…
Mente, mente, mentiroso…
Mente, mente, mentiroso…
- (Ei! Espera aí D’Moura! Estão a ligar-me.
Estou Hermano? Como é que é meu puto? Tá-se bem?
Ai é? Um jantar aí com duas amigas?
Ya! Não falho puto! Está combinado então.)

Com o jantar combinado para as nove e um quarto,
Como é habitual em mim chego sempre um beco atrasado.
Abro a porta do chinês e vejo na mesa do canto,
O Hermano acompanhado por um encanto de mulher.

Chego-me a mesa naquela,
Falo ao meu puto, apresento-me a ela não vim aqui segurar a vela.
Mas com a sede que estava nem forças tinha pra’ nada,
Manda vir uma garrafa de vinho da casa.

Conversa puxa conversa,
E depressa oiço com cada rega,
Com que ele prega,
E naquele impulso ia a quebrar gelo, a desmascará-lo.

E de repente paro como um disparo,
Reparo numa Chica que vinha na direcção da cadeira do lado.
Ela dava nas vistas uma verdadeira sereia,
Metade mulher metade baleia.

Mas caga nisso eu não sou esquisito,
Não julgo pelo físico o meu espírito é lúdico.
Encho-lhe o copo e brindo ao momento,
Em quanto o Hermano se bate de maluco.

Ele bebe tanto quanto mente já estava tibado,
Acha-se inteligente cada vez mais enterrado.
Auto promove-se mas vive na fantasia,
Traz-nos sempre algo de novo uma mentira.

Ref. bis
Mente, mente, mentiroso,
Tudo o que sai daquela boca é duvidoso.
Mente, mente, mentiroso,
Tudo o que sai daquela boca é venenoso.

Diz que carrega muita pasta tem bruta casa,
Trafica kiza e ela indecisa acredita.
Fica loca beija-lhe a boca,
Gulosa prova da saliva venenosa.

Mais olhos que barriga queriam ir para a sobremesa,
Aquela chama acesa que não queima mas consome.
Estou tranquilo peço lume chegou a hora do fumo,
Ate que do nada um convite surge.

- Siga ai a nossa casa ver um movie?
Mas fogo em que filme é que eu me meti?
O Hermano estava bem ate estava orientado,
Mas eu não estava minimamente interessado em ir por aí.

- Entrem e fiquem à vontade!
Quando dei por mim já lá estava,
Em casa delas por ali sentado, sofá apertado pró’ álcool que ingeri,
Ou arrocho ou fujo dali?!

- Kastiço, Kastiço acorda! Hum?
- O Hermano?
- Disse que tinha um baptizado combinado não podia falhar.
- Mas falhou! O puto bazou assim sem mim?
- Ya! Parece que sim.

Foi-se a bula, na janta foi-se a guita,
9e15 da matina vou para casa a pata.
O puto deixou-me na m*rda,
E desta vez não há desculpa a mentira tem perna curta

Ref. bis
Mente, mente, mentiroso
Tudo o que sai daquela boca é duvidoso
Mente, mente, mentiroso
Tudo o que sai daquela boca é venenoso

 

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