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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

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Obras de Avison, Avondano e García Fajer em estreia no Alentejo

Divino Sospiro abre Festival Terras sem Sombra
 
O Festival Terras sem Sombra de Música Sacra do Baixo Alentejo inicia a sua 12.ª edição no próximo sábado, dia 27, às 21h30, na igreja de Santo Ildefonso, matriz da vila de Almodôvar.Como as Árvores na Primavera: Avison, Avondano, García Fajer é o título deste concerto de abertura, que reúne a lusitana orquestra barroca Divino Sospiro, sob a batuta de Massimo Mazzeo.

Desde a sua fundação em 2004, este ensemble tem-se apresentado em importantes palcos nacionais e internacionais. O trabalho de investigação e recuperação do património musical português ou ligado a Portugal, nomeadamente, o do século XVIII, tem sido uma das primordiais prioridades das actividades dos Divino Sospiro. 

Lembrando a tradição italianizante de Charles Avison, mestre britânico pouco ouvido entre nós, Divino Sospiro no Festival Terras Sem Sombra, não só vai recriar uma música portuguesa tão formosa como a do lisboeta Pedro António Avondano, como interpreta uma obra-chave da música espanhola, Las Siete Palabras de Cristo en la Cruz, do riojano Francisco García Fajer.

Um dos traços essenciais do Festival assenta na trilogia Património-Música-Natureza. Após cada concerto – todos os espectáculos ocorrem nos serões de sábado – artistas, espectadores e membros das comunidades locais, no domingo, pela manhã, estão em acções ao serviço da defesa da biodiversidade, tendo por palco diferentes espaços naturais dos concelhos visitados. Isto representa uma excelente oportunidade para conhecer o património natural e cultural desta região, que apresenta alguns dos mais altos índices de preservação da Europa do Sul.

Assim, no dia 28 de Fevereiro, pelas 10h00, realiza-se a acção No Fio da Navalha: Conciliar o Montado com a Agricultura e a Pastorícia, com o objectivo de contribuir para a valorização do montado português. Uma sessão prática de demonstração do método que se deve aplicar na poda de quercíneas. A actividade visa a intervenção num projecto de arborização jovem, permitindo compreender a essência da engenharia florestal, avaliar densidades de povoamento, medir árvores e executar podas de formação.

De entrada livre, o Festival é organizado pelo Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja prolonga-se até  2 de Julho, e segue para Sines, Santiago do Cacém, Ferreira do Alentejo, Odemira, Serpa, Castro Verde e Beja sob o título Torna-Viagem: o Brasil, a África e a Europa (Da Idade Média ao Século XX). Um hino ao Baixo Alentejo: à beleza dos seus espaços naturais e ao prazer da descoberta cultural ao alcance de quem o deseje.
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