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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

Letra

 

Ela acordou tudo de uma vez
Pisou o chão com os dois pés
Para não cair no erro

De insultar superstições
Escolheu um vestido azul
Um azul do mar do sul
Um tom mais que perfeito
Para afogar preocupações
Ao sair soube esconder
Tudo o que era para esquecer
E seguiu alegremente
Sem pensar

De vez em quando ela precisa que lhe mintam
Para enfrentar os dias que lhe custam mais
Lembrar que o mundo não é tão mau quanto pintam
Imaginar que os sonhos podem ser reais

Pelas ruas não ouviu gritar
Dos berros fez gente a cantar
Canções de sol e esperança
De um imenso musical
Nos jornais deu a volta à dor
Virou-a em histórias de amor
De reis e de princesas
Das que nunca acabam mal
E as tristezas que juntou
Sacudiu-as mal voltou
E deitou-as fora
Junto ao pôr-do-sol.

De vez em quando ela precisa que lhe mintam
Para enfrentar os dias que lhe custam mais
Lembrar que o mundo não é tão mau quanto pintam
Imaginar que os sonhos podem ser reais.

De vez em quando ela precisa que lhe mintam
Para conseguir sair da cama de manhã
Acreditar que se insistir
Hão-de aparecer
Novos motivos para sorrir
Mesmo que agora seja ainda meio a fingir.

De vez em quando ela precisa que lhe mintam
Para enfrentar os dias que lhe custam mais
Lembrar que o mundo não é tão mau quanto pintam
Imaginar que os sonhos podem ser reais.

De vez em quando ela precisa que lhe mintam
Para conseguir sair da cama de manhã
Acreditar que se insistir
Hão-de aparecer
Novos motivos para sorrir
Para que um dia nada disto seja a fingir.

 

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