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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

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Danças Ocultas e Orquestra Filarmonia das Beiras

 

Convidados: CARMINHO, RODRIGO LEÃO E DEAD COMBO

 

O colectivo Danças Ocultas prepara-se para apresentar na Casa da Música, Porto (4 de Maio), e no CCB, Lisboa (5 de Maio), um espectáculo especial inserido no ciclo Classic Waves promovido pela Uguru. Estes espectáculos fazem-se do encontro da música dos Danças Ocultas com uma dimensão orquestral. Artur Fernandes explica que a colaboração com a Orquestra Filarmonia das Beiras nasceu há dois anos e já se traduziu em seis concertos que agora chegam a duas das mais importantes salas do país.

 

Nestes concertos, os arranjos orquestrais de clássicos das Danças Ocultas - que em 2015 celebram 25 anos de actividade - servem igualmente de cenário para os diálogos com uma série de importantes convidados: Carminho, Rodrigo Leão e os Dead Combo subirão ao palco nestas ocasiões especiais. Ressalva-se o facto dos Dead Combo, tal como Rodrigo Leão bastas vezes, explorarem um universo instrumental, facto que facilita a comunicação entre os dois universos. Já com Carminho, é um circulo que se completa: "O Diabo Tocador" era um tema de Tarab inspirado numa canção de trabalho recolhida por Giacometti. O instrumental de Tarab volta assim a ser canção com a letra a tomar a voz de Carminho.

 

À frente da Orquestra Filarmonia das Beiras estará o maestro António Vassalo Lourenço, que, explica Artur Fernandes, é um profundo conhecedor da música dos Danças Ocultas e que "acarinhou esta iniciativa especial". "Os arranjos", prossegue o músico, "ampliam o que os originais já continham, dando novo corpo e dimensão às melodias, aos contrapontos e harmonias que este grupo de concertinas já explora no seu formato original". "Os nossos instrumentos são estranhos", explica ainda Artur Fernandes, "mas os músicos de orquestra sentiram uma enorme curiosidade na aproximação ao nosso universo e isso rendeu resultados mágicos".

 

Essa magia vai inundar os palcos da Casa da Música e do CCB em duas noites muito particulares e especiais, com convidados que representam igualmente o melhor da música portuguesa e o lado mais nobre do nosso espírito de aventura. 

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