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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

Letra

 

Sei que pouco ou nada sei mas quem não
O que vejo só ajuda à confusão
Sei que fechar os olhos e tapar os ouvidos não é solução
Sei que queres o meu bem, mas nem sempre o resultado iguala à intenção
 
Se estar certo é munição
De que serve ter razão?
Se estar certo é munição
Que o amor seja a missão
 
Neste coro de mil vozes pedes-me afinação
Mas em cada voz um tempo, para cada voz um tom
Para cada cabeça há uma sentença
Cada uma o seu refrão
 
Se estar certo é munição
De que serve ter razão?
Se estar certo é munição
Que o amor seja a missão
 
Eu tenho ambição de estar onde quero estar
Sempre a pensar optar pelo certo e nunca errar
Isso é só missão eu sei
Mas anseio que mesmo sendo imperfeito posso sê-lo sem receio
Tê-lo sem receio
Verdade traiçoeira traz sempre um bloqueio
Cai, cais na real e tropeças man, a vida são peças man
Se queres um conselho sincero, a sério, não peças man
Andamos todos baralhados, é poker ou espera lá: somos todos derrotados
Salve-se quem puder e a tua munição qual é?
Se não acertas desvia-te que a bala perde
Não há setas, nem mapas, nem guias
Ou fias-te ou não confias, o que é que queres?
Na vida aprendi a ser prático, a minha munição é o amor
É mais fácil
 
Se estar certo é munição
De que serve ter razão?
Se estar certo é munição
Que o amor seja a missão

 

Musica composta e produzida por D’Alva.
Letra escrita por D’Alva e Sir Scratch.

 

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