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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

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I CICLO DE MÚSICA ANTIGA TERÁ COMO PALCO O CENTRO CULTURAL DA BRANCA

I CICLO DE MÚSICA ANTIGA DO CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DA JOBRA

 

O Conservatório de Música da Jobra organiza a primeira edição do Ciclo de Música Antiga com a realização de concertos nos dias 17, 18 e 19 de março, às 18h00, no Centro Cultural da Branca.

 

O I Ciclo de Música Antiga do Conservatório de Música da Jobra (CMJ) terá lugar nos dias 17, 18 e 19 de março, com concertos marcados sempre para as 18h00, no Auditório do Centro Cultural da Branca.

 

O primeiro concerto, a realizar no dia 17 de março, é protagonizado pelo Ensemble de Metais (alunos do Curso Profissional de Instrumentista de Sopro e de Percussão), com direção artística do Professor Hernâni Petiz. No dia 18 de março sobe ao palco o Ensemble Barroco (alunos do Curso Profissional de Instrumentista de Cordas e de Tecla), com direção artística do Professor Alexandre Andrade.

 

O concerto de encerramento, a decorrer no dia 19 de março, será dedicado à Suite Orquestral, com os seguintes intérpretes: Fernando Oliveira - FFlauta de Bisel, Alexandre Andrade - Traverso, Luís Peres - Viola Barroca, Ana Sousa - Viola da Gamba, Rémi Kesteman - Violoncelo Barroco, Guilherme Barroso - Teorba e Débora Gonzales - Cravo.

 

“O CMJ tem como missão qualificar e sensibilizar pessoas nas artes. Partindo desta premissa e rasgando novos desafios no ensino contemporâneo, a Música Antiga passa a ter um lugar no ensino vocacional artístico” explica o Professor Alexandre Andrade. “

 

Com o I Ciclo de Música Antiga do CMJ pretende-se uma aproximação do público escolar e ao universo emergente da interpretação historicamente informada. Desde G. P. da Palestrina, passando por G. Gabriel e J. B. Lully teremos ainda uma abordagem ao grande mestre do barroco setecentista G. F. Handel” remata Alexandre Andrade.

 

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