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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

Letra

 

Eu sei que sou só um rasgo de nada
E eu nem sei se te consigo entender
Vem falar de coisas triviais
Das coisas que não existem que me abanem me tirem do meu lugar

Ouve quero romper as cordas
Esquecer as horas mortas que me pintaram de cinzento
Vem mudar a moldura
Salpicar-me de loucura
Livrar-me da sepultura

E vem vem e dá-me amor de cinema
Vem vem e dá-me amor de cinema
Vem vem vem vem e dá-me amor de cinema
Vem vem e dá-me amor de cinema

Vem vem vem vem vem vem vem

Apaga a luz antes que me cegue
Não me veja só e entrega ao resto dos cacos da minha solidão
Que eu sei que por mais que eu negue
Sou só uma clara e obtusa confusão
Tal como o inverno no rosto
Eu preciso de um pulso dum encosto
Que me aumente a pulsação (ção)
Ba... ba... batimentos do coração (ção)
Batimentos do coração

Vem vem e dá-me amor de cinema
Vem vem e dá-me amor de cinema
Vem vem vem vem e dá-me amor de cinema
Vem vem e dá-me amor de cinema

Bom eu sei sou só um pulso de magoas (Pulso de magoas)
Se não entendes o meu silêncio
Não mereces as minhas palavras
Tal como o inverno no rosto
Eu preciso de um pulso dum encosto
Que me aumente a pulsação (ção)
Ba... ba... batimentos do coração (ção)
Batimentos do coração

Vem vem e dá-me amor de cinema
Vem vem e dá-me amor de cinema
Vem vem vem vem e dá-me amor de cinema
Vem vem e dá-me amor de cinema
Vem e dá-me amor de cinema
Vem vem e dá-me amor de cinema
Vem vem vem e vem e dá-me amor de cinema
Vem vem e dá-me amor de cinema vem

 

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