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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

Letra

 

Hoje a minha dor é esta
No cosmo dos dois caminhos
Querer deitar fogo à floresta
sem queimar os ninhos
nem o sol da sesta

Tu conheces as minhas faces todas como a lua
E desconheces que a vida muda até a tua lupa
E que eu não sou a única que está diferente
E que não não há uma só critica ou vítima em julgamento
Eis o reconhecimento, vamos começar de novo
Reconhecermos os erros é conhecermos o outro
Faz o que é suposto recomeço é necessário
Seco as lágrimas do rosto em mais um aniversário

E confio que por muito que isto tudo seja um erro
Tem de haver a recompensa para se ser tão ingénuo
E eu juro finjo que páro, digo que saiu, mas não vou
Eu calo e quando falo eu nunca abro o jogo todo
Eu fico achando que arco mas depois mato o que restou
Não queimo então não chega porque amor para mim é fogo
Insisto, eu não desisto, ainda resisto a mais um teste
Senão é isto, não existe porque amor tem de ser este

E eu deitava fogo à casa com palavras se pudesse
Eu punha o pé na estranha e não voltava mais a ver-te
Eu rezava se soubesse, ou se desse algum resultado
E se houvesse alguma prece que mudasse o meu passado
Para não te ter tatuado a ferro quente no colo
Com a frieza de quem queima a mata com uma lupa ao sol
P'ra não te ter sempre ao lado em fantasma quando não estás
Sentindo que olhar para a frente, é voltar a andar para trás

Tatuado a ferro quente
Queima mata lupa ao sol
O passado à minha frente
E o fantasma no meu colo

Hoje a minha dor é esta
No cosmo dos dois caminhos
Querer deitar fogo à floresta
sem queimar os ninhos
nem o sol da sesta

Tatuado a ferro quente
Queima mata lupa ao sol
O passado à minha frente
E o fantasma no meu colo (2x)

Hoje a minha dor é esta
No cosmo dos dois caminhos
Querer deitar fogo à floresta
sem queimar os ninhos
nem o sol da sesta

nem o sol da sesta


E eu juro finjo que páro, digo que saiu, mas não vou
Eu calo e quando falo eu nunca abro o jogo todo
Eu fico achando que arco mas depois mato o que restou
Não queimo então não chega porque amor para mim é fogo

 

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