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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

 

Letra

 

"Eu sou a víbora, o meu nome é Dalila,
mal te vi colei em ti em modo Miss Simpatia querida,
eu quero tudo o que tens,eu sou a sonsa,
eu não sou amiga de ninguém para além da onça,
mira de ave de rapina, pratico uma boa intriga,
na trica conspirativa, traíra competitiva,
viva o mau-olhado e a facada dada nas costas,
santa do pau oco com olho gordo nas notas,
sorrindo brindo à nossa, aceitam-se apostas,
afinal qual das hipócritas sabe lamber mais botas,
eu mereço um óscar, o cachê e o poster,
sem mim a tua vida era um filme do Kevin Kostner!

Judas e Dalilas, cínicos, cobras criadas, línguas afiadas, frios, amigos das horas vagas.

Chibo-me acerca do coitado para quem me fiz passar por bom amigo.
Se eles me apanham, vou contar e sair da esquadra limpo.
Com o cadastro imaculado. Enfim,
tens sido útil, mas vais ser mais útil
a apodrecer na prisão por mim.
E agora que sais de cena, talvez seja desta que eu
desonro a tua irmã e guardo o que era teu.
Colega, isto é só love.
Espalhar a semente como um soldado.
Quando voltares, já fui com um plano novo,
concentrado noutra cidade.
Ouve, eu violo a sociedade morta que definiu as normas
antes de eu nascer e estar presente para dar a minha proposta.
Lamento, mas quando ficar rico, eu recompenso. Agora,
o que me importa é sacanear a minha situação daqui para fora.

Ah! Ah! Judas e Dalilas!" 

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