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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

Letra

 

A respiração caiu quando eu te vi
Já não sei quem sou, nem o que eu faço aqui
Senti-me gelado, já fui catchado, sem ter noção
Como um miúdo bem assustado sem reação

Se foi do teu olhar não sei
Realidade ou se sonhei
Vamos pra pista, em três minutos vou-te falar
Da tua boca sou refém
Das curvas do teu corpo também
Chegou a altura, da mão na cintura e de te apertar

Dá-me, dá-me, dá-me, dá-me, dá-me
Dá-me, dá-me, dá-me, dá-me, dá-me
Eu já estou a ferver, a pulsação a mil
Qualquer hora vais ter de ceder
Dá-me, dá-me, dá-me, dá-me, dá-me
Dá-me, dá-me, dá-me, dá-me, dá-me
O teu olhar não mente, a respiração quente
Hoje à noite vai acontecer

Pára de insistir com esse não e não
Sei que tens medo é de cair na tentação
Não ligues o que os outros vão dizer de ti
Me leva pra bem longe, dá cabo de mim
Este ambiente é louco, só uma dança é pouco
Pensamento é mais forte que eu

Dá-me só um beijo
Mata o meu desejo
Passa mão no meu corpo e sou teu, teu

Dá-me, dá-me, dá-me, dá-me, dá-me
Dá-me, dá-me, dá-me, dá-me, dá-me
Eu já estou a ferver, a pulsação a mil
Qualquer hora vais ter de ceder
Dá-me, dá-me, dá-me, dá-me, dá-me
Dá-me, dá-me, dá-me, dá-me, dá-me
O teu olhar não mente, a respiração quente
Hoje à noite vai acontecer

Ne bo ta, andgi bo sa nee
Bo ta ma coço um hum sa diba o
Nee bo ta, ma hum sa ingue
Tudo vida mbee

 

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