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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

 

Letra

 

Eu sou a bala que fala, eu não te amo nem te odeio
Eu sou cego e não sei distinguir o bonito do feio
Não vejo branco nem preto, mato mas não te conheço
Vivo no escuro quando o ódio me chama eu apareço
Vontade própria não tenho, a meta é o alvo
Não sou amigo de ninguém comigo ninguém está a salvo
Mãos frias as que me tocam, quentes os corpos que atinjo 
A tua dor eu não sinto, mostro um sorriso que finjo
Apago existências, troco futuros por memórias
Sou narrador, protagonista das minhas próprias histórias
Sou de todos os tamanhos, feitios, de todas as cores
Sou o primeiro a saber, sou testemunha de horrores
Sou projéctil, eu sou arma, a última notícia
Não sei distinguir o ladrão do polícia
Homens lutam comigo outros fogem de mim
Eu sou a bala que fala e quando falo anuncio o fim...

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