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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

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“CABARET DOS VAMPIROS” É O NOVO SINGLE DOS BOÉMIA VÁDIA

 

Os Boémia Vadia lançam hoje, dia 23 de outubro, o seu novo single “Cabaret  dos  Vampiros”.  Este  tema,  que  sucede  ao  single  “Humanofobia”,  é  já  o  segundo  extraído do seu novo EP “Circo Amar”, que chega ao mercado já no próximo dia 16 de novembro.

 

Rebecca  Amar  trouxe,  desde  “a  sua  Paris”,  o  ambiente  burlesco  e  vaudeville  dos cabarés de Montmartre, ambientado pela Literatura e pela Poesia maldita da época, de Apolinaire, Baudelaire ou Rimbaud. Mário Ferreira – um nómada, vagabundo do amor na constante busca pela diferença –  chegou um dia a esse porto, precedido por longas viagens pelos caminhos da vida e do mundo, com os alforjes carregados de melodias, canções de embalar, hinos simbolizando a fusão com as memórias de um passado, com a brilhantez dos anos 80 ou a obscuridade romântica e trágica dos anos 90, adicionando toda a aprendizagem e a cruzada entre as raízes e tradições do Folk ibérico, desde o Fado ao Flamenco.  Kim Coutinho  –  o primeiro imediato desta nau e o mais fiel companheiro de viagens  –  aportou com a sua sabedoria e mestria, o seu génio harmónico e sonhador, complemento perfeito para os princípios rudimentares e tradicionais  dessa  nova  descoberta,  que  seria  mais  tarde  denominada  de  “electrodark-cabaret”.

 

Chegado  o  verão  de  2013,  a  Boémia  Vadia  decidiu  embarcar  numa  nova  aventura cósmica  e  tentadora,  dirigindo  o  barco  em  direção  às  costas  do  Atlântico,  com  a ambição desmedida de poder "naufragar" nas margens de Lisboa, em busca de novas e intensas aventuras.  Rendidos à imensidão e à História da velha cidade, e na busca incessante  de  originalidade  e  inovação,  incluíram  na  sua  tripulação  um  novo marinheiro –  Emanuel Ramalho  –, que aumentou a família boémia e assim facilitou a particular  "caça  ao  tesouro",  o  legado  e  a  herança  de  nomes  como  Bauhaus,  Edith Piaf, Joy Division, Alfredo Marceneiro, Nick Cave, Tom Waits, Carlos Paredes, Carlos Gardel,  Serge  Gainsbourg,  The  Cure,  David  Bowie,  Amália  Rodrigues,  António Variações,  Barbara,  Jacques  Brel,  Paco  de  Lucia,  Radiohead,  Zeca  Afonso  e  Nina Hagen,  que,  ao  longo  do  tempo,  foram  escrevendo  as  rotas  dos  mares  que  hoje navegamos.

 

Constituído por Mário Ferreira  (voz, baixo, guitarra e programações),  Rebecca Amar(voz  e  performance),  Kim  Coutinho  (guitarra,  piano  e  coros)  e  Emanuel  Ramalho(bateria),  este  projeto  convida  a  conhecer  uma  parte  do  resultado  dessas  viagens, confraternizações e ressacas, de um recambolesco mas intenso percurso. De Valência a Lisboa.

 

 

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