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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

Letra

 

Pequena eu fiz te mal... Já não sou quem fui outrora
Queria fazer-te sorrir, mas acabei por ir embora!
Ya, pequena eu fiz-te mal...Já não sou quem fui outrora
Queria fazer-te sorrir, mas acabei por ir embora!
Eu não fui sincero mas tentei sê-lo,
Pedro, agarra-me no cabelo,
Mais um prego no caixão tem o meu selo
Duas peças encaixam à tentação cedo
Eu não fui sincero mas tentei sê-lo
Um mistério sem percebê-lo
Mas o nosso castelo não quis perdê-lo
Porque o que é do belo vais querer mantê-lo.

Durante uma vida convinha notares
Amantes são linhas, mas escritas são arte
E é como uma droga, viajo até Marte
O teu corpo é uma obra que arte é pecado 
chamar-lhe porque é pouco, Eu toco-te e pronto
Não ponho de parte que um toque no corpo põe um gajo louco, 
Põe um gajo parvo... Imagino ao quadrado! 
Imagina ao quadrado, imagina
Nós os dois no meu quarto, tu em cima
Ou de 4, saudade assassina...
A vontade é amar-te e o clima?
Que seja como o convívio, vou montar-te, tocar-te é o meu vício
Vou cuidar de ti, vou voltar ao início... 
és o meu vicio... ya eu disse-o!
São dois sentimentos distantes, os dois importantes, importa no fim..
Depois dessas guerras constantes o mais importante 
É voltares aqui, é voltares pa mim
Não pa seres minha isso é irrelevante
Boa companhia, revela num instante
que depois dessa guerra, depois dessa merda
Um gajo acelera, eu e tu ao volante, 
Eu e tu ao volante, eu e tu ao volante
Depois dessa guerra, depois dessa merda
Um gajo acelera, eu e tu ao volante!

REFRÃO (Bispo e Dino):
Eu não fui sincero, 
oh no no no, oh no no no, oh no no no
Não fui sincero, 
oh no no no, oh no no no, oh no no no

Eu não fui sincero mas tentei sê-lo
Cedi à fraqueza, e tou a dizê-lo
Perdi a cabeça, e eu vou dizer-te
Que me arrepiou a pele e o pêlo
A dica cegou-me e agora Pedro?
Brinquei com esta treta como um brinquedo!
Queimei-me porque trinquei alguém e não devo
Mas eu dei-te o que nunca ninguém meu teve
Eu dei-te o que nunca ninguém meu teve
Eu dei-te o que nunca ninguém meu teve
Mas eu dei-te o que nunca ninguém meu teve
O que nunca ninguém meu teve!

Pequena eu fiz te mal, Já não sou quem fui outrora
Queria te fazer sorrir, mas acabei por ir embora
Ya, pequena eu fiz te mal, Já não sou quem fui outrora
Queria te fazer sorrir, mas acabei por ir embora

Eu não fui sincero mas tentei sê-lo
Pedro, agarra-me no cabelo
Mais um prego no caixão tem o meu selo
Duas peças encaixam a tentação cedo
Eu não fui sincero mas tentei sê-lo
Um mistério sem percebê-lo
Mas o nosso castelo, não quis perdê-lo
Porque o que é do belo vais querer mantê-lo!

 

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