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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

 

Letra

 

Duas da manhã, não consigo adormecer,
Aperto um cigarro, e não o largo até o branco desaparecer,
Vês como tudo desaparece, parece que tudo tem um prazo,
E como eu sei q tu és assim, é assim q eu f*do e bazo,
Ligas-me à noite e eu sou certo e garantido, pensas tu,
Intrigas-me com esse intelecto, e esse teu alto ego
Pensas que já me tens na mão, que eu já ’tou apanhado,
Mas como tudo tem um prazo, eu prezo o prazo nesse c*,
Ficamos horas na cama sem pensar no tempo
Devoras-me, imploras, então mama só p’ra ver se eu aguento
Rimos, brincamos, beijamos, nos tocamos, roçamos, até nos gozamos, um com o outro engraçamos mas por trás do passatempo, deste privado evento, sabemos que não nos amamos, e não vai durar pa sempre
Baby, eu ’tou certo e ciente, que isto tudo é aparente,
Conheço-te de trás p’ra frente,
Mas não é suficiente

Hey, oh dama, eu quero sentir nesta cama o teu assédio
Hey, oh dama, só nós sabemos, qual é a razão de nos comermos

A pouco e pouco, apetece mais,
‘Tou a ficar louco, tu daqui não sais
E cais no meu momento,
empurras e eu tiro, abraças-me e eu ’tou lá dentro,
Dois corpos extasiados, natural envolvimento
E com desejo de ir p’ra mesa, com uma vontade mútua
“Make love” em posições que não há no kamasutra
E outra vez essa disputa,
Tiro, meto, ela empurra
Começo a ser tão bruto que não é “love”, já é luta
Dou, dou, recebo,
Sem pensar no preço,
Sem passar recibo,
Quanto muito gesso, forte o curativo, também ’tou partido,
Mas só de cansaço, ’tou todo f*dido
E não bebi bagaço.. (acho que é bom sexo)…
É, é, eu sei que é,
Eu vi, eu sei,
Senti e amei,
E vou voltar a repetir mesmo que sinta que eu errei,
Tou na gruta do “sebem”,
Na relação do vai e vem,
Na acção do põe e tira, mesma razão que tu também

Hey, oh dama, eu quero sentir nesta cama o teu assédio
Hey, oh dama, só nós sabemos, qual é a razão de nos comermos

Isto é assim, dois corpos ligados numa atracção sem fim,
Um estilo de relação sem mãos dadas no jardim,
Uma entrega à sedução onde tu ’tás sempre p´ra mim,
Um brinde à atracção, “tchin-tchin”
Só quero que tu te dispas, ’tou a ser sincero,
Não tenho cartas nem poemas p’ra chegar onde quero,
Para quê romance nas conquistas?
Enganar uma mulher? Prefiro que tu não resistas
Ao som do meu fecho éclair,
Não tou no “love”, ’tou no sexo,
No inverso do complexo,
Simples e sem nexo,
Sem anel p’ra dar o “let´s go”!
Vou embarcar no “flow”,
Tanta pornografia e o Zé Maria a dar o “show”

Hey, oh dama, eu quero sentir nesta cama o teu assédio
Hey, oh dama, só nós sabemos, qual é a razão de nos comermos

 

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