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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

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“AMOR DE ESCOLA” MARCA A ESTREIA D’OS CLÁSSICOS


“Amor de Escola” é título do single de estreia de mais uma aposta nacional da Music For AllOs Clássicos! Este quarteto navega nas inebriantes águas do pop e do rock, cruzando-se também com os movimentos slow-rock e pop/funk, naquela que é uma junção vencedora de talento e arrojo.

 

No ano em que celebram o terceiro aniversário d'Os Clássicos, Edgar Santos, Leandro Martins, José Moreno e Edgar Milhões anunciam o lançamento do primeiro álbum de longa duração, intitulado “Primeiro Acto”.  

 

Para falar do nascimento do projecto “Os Clássicos” temos de entrar na nossa máquina do tempo e recuar até ao, não muito distante, ano de 2014.

 

Foi precisamente esse o momento em que Edgar Santos, Edgar Milhões, Leandro Martins e José Moreno deram o derradeiro passo e criaram uma banda. Nessa altura ainda não sabiam mas viriam a chamar-se “Os Clássicos”, escolheriam navegar entre o pop e o rock, mas sempre com um pé no slow-rock e no pop/funk de quando em vez, e marcariam a diferença pela forte interacção com o público em todas as apresentações ao vivo do seu talento.

 

Mas para compreender na totalidade este fenómeno é necessário colocar a viagem temporal em modo pausa, e dedicarmo-nos por completo à exploração do percurso individual de cada um dos membros da banda.

 

Comecemos a nossa nova missão pelo compositor, vocalista, guitarrista, baixista, baterista, percussionista, teclista e pianista Edgar Santos. Nasceu em 1993 e desde 1998 que está ligado ao mundo da música. Com a tenra idade de cinco anos entrou para a Musilândia, Escola de Música de Mirandela, desenvolvendo e evoluindo sempre até aos dias de hoje. Em 2012 entra para a ESPROARTE no curso de Percussão, naquele que foi um passo seguro e firme rumo à profissionalização. Foi percussionista da Orquestra Sinfónica, o que o levou a actuar na Casa da Música com o Maestro Pedro Neves, na Orquestra de Sopros, com a qual venceu o concurso Eixo Atlântico, e na Brassband.

 

Paralelamente foi também guitarrista e vocalista em diversas bandas do nordeste transmontano, tendo ao todo subido a palco mais de 50 vezes! Em Setembro de 2015 rumou ao Algarve para frequentar o curso técnico de Produção Musical, tendo-o concluído com a melhor média do curso: 17 valores! Outra das suas paixões é a representação não sendo, por isso, de estranhar as várias participações enquanto figurante ou o anúncio da estreia, em 2017, de uma curta-metragem por si protagonizada. 

 

Falemos agora de Edgar Milhões, o baixista d’Os Clássicos! Nasceu em 1997 e sempre foi considerado um músico com talento muito acima de média. Em Setembro de 2012 entra para a ESPROARTE, mais concretamente para o curso de Contrabaixo, o que o leva a, dois anos depois, atingir a orquestra APROARTE e a Jovem Orquestra Portuguesa (JOP). A eterna busca por conhecimento levou-o a participar em diversas master classes com nomes como Alberto Bocini, Yury Aksenov, Manuel Rego, Vladimir Kouznetsov ou Alexandre Storojouk.

 

2014 seria o ano em que se tornaria Chefe de Naipe da Classe de Contrabaixos da Orquestra Sinfónica ESPROARTE e Segundo Chefe de Naipe da Orquestra APROARTE. Entre 2014 e 2015 integrou a Orquestra Geração Murça/Mirandela, o que o levou a actuar em cidades como São Paulo ou Paris, tendo sido também contrabaixista da JOP em palcos como o CCB, em Lisboa, Bucareste ou Berlim. Actualmente para além de se dedicar ao projecto Os Clássicos é também músico nas Orquestras APROARTE, Jovem Orquestra Portuguesa e Orquestra Clássica Transmontana!

 

José Moreno, tal como os dois membros acima referidos, tem uma profunda ligação ao mundo da música. Aos cinco anos inicia-se na banda de Vilarandelo, aos doze ingressa na Academia de Artes de Chaves, na classe de percussão, aos catorze entra para a Escola Profissional de Música de Espinho, também na classe de percussão, e aos 16 anos ingressa na ESPROARTE. Integrou a Orquestra de Sopros da Academia de Artes de Chaves e actualmente para além de baterista d'os Clássicos é também Chefe de Naipe de Percussão na BrassBand portuguesa, na Orquestra Clássica Transmontana, e na Escola Profissional de Artes de Mirandela.

 

O quarto, e último, membro dos clássicos é o Trompetista Leandro Martins. Nasceu em pleno verão de 1999, contudo a sua história com o trompete tem inicio apenas em 2007, ano em que entra para a Banda Marcial de Murça para tocar esse mesmo instrumento. Três anos depois é selecionado para a vaga de violino na Orquestra Geração (actualmente denominada Orquestra Energia) de Murça, através da qual realizou diversas formações e concertos em cidades tão díspares quanto Porto, São Paulo ou Paris. Um ano depois preenche uma das vagas disponíveis na ESPROARTE para trompete, mantendo ainda hoje os estudos com o professor Maciel Matos. Os anos seguintes seriam de grandes desafios musicais: em 2014 é convidado a integrar a DogmaBrassBand e, dois anos depois, à Orquestra Clássica de Trás-os-Montes e Alto-Douro (OCTAD). Provando que o talento não conhece idade Leandro pode hoje em dia ser visto em palco com diversos projectos musicais, sendo o principal a banda Os Clássicos.

 

2017 é, assim, o ano do maior desafio até agora para Os Clássicos. A banda edita o seu single de estreia, “Amor de Escola”, através da Music For All, estando previsto “Primeiro Acto”, o primeiro álbum da banda para meados do presente ano.

 

 

 

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