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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

Mario moita

 

O músico Mário Moita realiza uma digressão no Brasil para apresentar o seu mais recente álbum, "Alentejo ao Piano", em que recupera música popular do Alentejo, região de onde é natural.

O álbum, editado em junho passado, inclui temas como "Rama", "Saias", "Ao romper da bela aurora", "Laranja da China", "Ai Ai meus senhores" e "Não quero que vás à monda", num total de 14 temas.

 

O CD "Alentejo ao Piano" sucede ao álbum "Fado e Canções Navegantes", editado em setembro de 2011 em 65 países, e que o pianista definiu à Lusa como "um disco de música de fusão a partir do fado".

 

Mário Moita recuperou a tradição oitocentista de interpretar o fado de Lisboa ao piano, tendo editado o CD "Fado ao piano", em que inclui um inédito de Alberto Janes, musicado por si, "O luar é meu amigo", tendo editado também um livro/CD sobre a história de fado, que apresentou em 2007.

 

Na sexta-feira, acompanhando-se ao piano, Mário Moita atua no Teatro SESC Cacupé, em Florianópolis, no Estado brasileiro de Santa Catarina, no sábado sobe ao palco do Teatro Municipal de Bauru, no Estado de S. Paulo e, no domingo, no Teatro SESC de Campinas, também no Estado de S. Paulo.

 

O músico tem-se apresentado com regularidade nos palcos brasileiros. Já este ano atuou, entre outras cidades, em Floripa, Manaus, Belo Horizonte e, em maio, pela segunda vez, fez parte da "Virada cultural", iniciativa que, anualmente, anima as ruas da cidade de S. Paulo, durante 24 horas consecutivas.

 

Em 2010, Mário Moita realizou uma digressão, com a Orquestra Sinfónica de Santa Catarina, por seis cidades brasileiras e, em 2011, efetuou uma série de espetáculos de fado ao piano, no Brasil.

 

Nascido em Évora, em 1971, o músico coordenou, este ano, um projeto vídeo da Fundação Cultural Catarinense, em que regista a persistência de tradições açorianas na ilha de Florianópolis, nomeadamente as canções populares que são cantadas por pescadores e rendeiras.

 

retitado de Sapo Música

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