Domingo, 28.09.14

 

Letra

 

Seguiu no seu caminho dourado
Escolheu a ilusão
Não percebeu que era arriscado
Viver na escuridão do dia

Tapou os olhos para não escolher
O que o destino desejava
Escondeu com folhos para não ver
O que a luz denunciava

E assim viveu na mentira
Com o futuro embargado
Presa ao presente que delira
Com a febre do passado

Escondida numa rocha invisível
Aos olhos da crueldade
Meio perdida na certeza
Da imutável realidade

Acomodou-se à vil rotina
De não ser para não sofrer
Ficou tapada pela cortina
Do dever e do parecer

Pensou não ser capaz
Ficou a olhar para trás
Não soube ser audaz à luz do dia

Esperou até que a sorte
Lhe indicasse o Norte
E o tão esperado corte nunca aconteceu...



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Sábado, 27.09.14

 

 

Letra

 

Como um porto de abrigo
Oásis em pleno deserto
Como um abraço amigo
É tão bom ter-te por perto

Como quem escreve um diário
Ou me sussurra ao ouvido
Como num gesto solidário
É tão bom ter-te comigo

Eu não sei como te dizer
Nem sequer como o demonstrar
Mas sei que nunca vou esquecer
O quanto eu gosto de aqui estar

O bom que é aqui chegar
O privilégio de sentir
Que também há neste lugar
Um pouco do meu existir



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Sexta-feira, 26.09.14

ROGÉRIO CHARRAZ | “ESPELHO” À VENDA 01 DE OUTUBRO

 

ROGÉRIO CHARRAZ | “ESPELHO” À VENDA 01 DE OUTUBRO

 

 

Espelho” é o título do segundo disco de Rogério Charraz, que explica assim a escolha:

 

“Quando olho para este disco, revejo-me na imagem sonora que ele reflete. As melodias, a harmonia, as palavras, os arranjos, tudo isto sou eu em forma de canções. Este é o meu espelho, espero que se revejam também nas emoções que nele partilho.”

 

O sucessor de “A Chave” confirma a maturidade e a versatilidade de um compositor que

aborda com o mesmo à vontade o amor ou a crítica social, e que explora vários ambientes musicais.

 

Do folk ao rock, da morna ao reggae, são muitas as cores que transparecem da música de Rogério Charraz, e que estão também refletidas nos convidados deste disco: a luso-brasileira Luanda Cozetti, o rapper Sensi, o cabo-verdiano Dany Silva e o cantautorMiguel Calhaz.

 

Porto de Abrigo” é o tema que antecipa o lançamento do disco, sendo que já há alguns meses roda nas rádios o tema “A febre do passado”, que fará parte da banda sonora da nova temporada da novela RTP “Os nossos dias”.

 

A apresentação ao vivo das canções de “Espelho” vai passar por palcos como o Centro

Cultural Olga Cadaval (Sintra), Casino da Figueira da Foz, Teatro Garcia de Resende (Évora), Coimbra e Cantanhede, tendo arrancado no prestigiado palco da Festa do Avante.

 

 

AGENDA:

03 Outubro | Cantanhede | Auditório São Pedro | 21h30 | 10 Euros 

25 Outubro | Centro Cultural Olga Cadaval | 21h30 | 10 Euros

01 Novembro | Casino Figueira | 22h00 | 10 Euros

22 Novembro |Coimbra |  Conservatório de Música de Coimbra |22h00 | 10 Euros

27 Novembro |  Évora | Teatro Garcia Resende | 22h00 | 10 Euros



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Quarta-feira, 23.04.14

Rogério Charraz

 

A “Febre do Passado" é o tema de avanço do novo disco de Rogério Charraz. A canção, com letra e música do próprio Rogério Charraz e arranjo de Alexandre Manaia, fala dos sonhos que ficam por cumprir quando se "joga pelo seguro" e se vive de acordo com o que os outros esperam de nós e não do que nos faz feliz.

O sucessor de "A Chave" tem edição prevista para depois do Verão e conta de novo com o apoio da Antena 1 .

Dany Silva, Luanda Cozetti, Miguel Calhaz e Sensi são alguns dos convidados deste novo álbum.

 



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Terça-feira, 22.04.14

 

 

Letra

 

 

Seguiu no seu caminho dourado
Escolheu a ilusão
Não percebeu que era arriscado
Viver na escuridão do dia

Tapou os olhos para não escolher
O que o destino desejava
Escondeu com folhos para não ver
O que a luz denunciava

Refrão:
E assim viveu na mentira
Com o futuro embargado
Presa ao presente que delira
Com a febre do passado

Escondida numa rocha invisível
Aos olhos da crueldade
Meio perdida na certeza
Da imutável realidade

Acomodou-se à vil rotina
De não ser para não sofrer
Ficou tapada pela cortina
Do dever e do parecer

Refrão

Pensou não ser capaz
Ficou a olhar para trás
Não soube ser audaz à luz do dia

Esperou até que a sorte
Lhe indicasse o Norte
E o tão esperado corte nunca aconteceu...

Refrão

Letra e Música: Rogério Charraz



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Sexta-feira, 08.11.13

 

Letra

 

Quem foi que te pediu um pouco mais

Um pouco mais de amor

Desse amor que me aquece

E nunca se esquece de dar

Um pouco mais de amor

 

Quem foi que te pediu um pouco mais
Um pouco mais da força
A força que te move
E faz girar o mundo inteiro
À tua volta
Um pouco mais…

Quem te pediu um pouco
Um pouco mais de amor
Um pouco mais
Da luz que brilha em teu olhar
Que me ilumina a noite e me faz sonhar
Sonhar um pouco mais…

Quem foi que te pediu um pouco mais
Um pouco mais da luz
Que brilha nos teus olhos
De cada vez que peço um pouco mais
Um pouco mais de amor
Um pouco mais da sensação
De ser mais teu a cada dia que passa
Um pouco mais…

Quem te pediu um pouco
Um pouco mais de amor
Um pouco mais
Da luz que brilha em teu olhar
Que me ilumina a noite e me faz sonhar
Sonhar um pouco mais…
Um pouco só
De cada vez
Até que um pouco
Seja tão pouco
Por tanto me dares um pouco mais…
Um pouco mais de amor…



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Quinta-feira, 05.04.12

 

letra

 

Trago na memória algo para te dizer
Que o coração não cala e me faz doer
Os caminhos que trilhaste não fazem esquecer
Toda a essência que trazias dentro do teu ser

Tenho na cabeça tanto para te contar
Que a distância em que vivemos tratou de adiar
Sei que chegará o tempo de te reencontrar
Abraçar-te no meu peito e deixar-me ficar

Solta-se a voz cá do fundo
Grito vagabundo
Que deixaste em mim
Perco-me nesta revolta
Na lágrima solta
De um beijo sem fim

Guardo mais esta saudade em forma de canção
Que o meu peito arde forte nesta rouquidão
Busco força no consolo do teu coração
Que bate sempre que me sinto nesta solidão

Solta-se a voz cá do fundo
Grito vagabundo
Que deixaste em mim
Perco-me nesta revolta
Na lágrima solta
De um beijo sem fim

* à memória de António Campos



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Segunda-feira, 26.03.12

Produzido por Alexandre Manaia, “A Chave” conta ainda com a participação especial de conhecidos artistas da esfera musical portuguesa, como José Mário Branco e Ana Laíns na voz, ou Rui Veloso na guitarra. 

As músicas contidas neste álbum têm uma componente muito própria e ao mesmo tempo, muito portuguesa.

Embora “A chave” tenha sido a faixa que deu o nome ao disco, uma das já muito faladas músicas do cantor é a sua sexta sonoridade. 


Em “E contra a dita a gente grita!”, Rogério Charraz fala de ditatura, políticas e políticos, questiona “Em que Europa estamos nós?” e através de pequenos trocadilhos, critica alguns aspectos de um Portugal actual.

 

Embora um cantautor seja frequentemente conotado como músico de intervenção, Rogério Charraz acredita ser acima de tudo, “aquele que canta e toca as suas composições”, mas não renega “de modo nenhum, tudo o que vem de trás, toda aquela geração” de Zeca Afonso ou José Mário Branco, disse em entrevista à agência Lusa.

 

Vive em Sintra e foi precisamente onde diz ter começado este projecto. Em 2009, “juntou-se um grupo de pessoas na Taverna dos Trovadores, em S. Pedro de Sintra, para lançar a primeira pedra deste disco”, afirma no álbum, junto aos agradecimentos.

 

Este projecto do artista reúne diferentes sonoridades que vão desde o blues e rock (com a música “Blues e Poesia”), ao piano acústico, passando por uns ritmos de jazz.

 

Com ou sem intenções políticas, as músicas do artista português têm um carácter descontraído e não deixam ninguém indiferente. “A Chave” parece ser uma lufada de ar fresco e promete revolucionar o mundo da música nacional

 

Leonor Machado

 

Retirado de HardMúsica



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Letra


A dita dura
Letra & Música: Rogério Charraz

A dita rói
A dita mói
A dita dói
E contra a dita a gente grita

No tempo da outra senhora
Só havia p`ró jantar
E agora? Só me apetece chorar!
É o Juro que sobe
Ai meu Deus, quem me acode
Quem me tira do buraco
Quem me livra do contrato
Que assinei p`ra pagar
O que não posso comprar…

No tempo da outra senhora
Todos cantavam o hino
E agora? É tudo a fazer o pino!
A bandeira na janela
Da barraca da favela
Chamada bairro social
Para não soar tão mal
Neste novo português
Onde se "kapam" os quês

A dita dura
A dita dura
E contra a dita a gente grita
E contra a dita a gente grita

No tempo da outra senhora
Não se podia falar
E agora? É tudo a desconversar
Na TV do momento
Jornal é entretenimento
Concurso? Humilhação
Futebol até mais não
E não perca a novela
Enquanto aperta a fivela

No tempo da outra senhora
Não havia oposição
E agora? Ninguém percebe quem são.
Do que ontem era ideia
P`ra curar desgraça alheia
Hoje só resta a desculpa
E o ónus dessa culpa
Que com tanta parceira
Ainda acaba solteira

A dita dura
A dita dura
E contra a dita a gente grita
E contra a dita a gente grita

Dizia a outra senhora
“Orgulhosamente sós!”
E agora? Em que Europa estamos nós?
Cotas na agricultura
Défice cravado na cintura
A factura por cobrar
Subsídios que gastámos
Dinheiro que esbanjámos
E que havemos de pagar

A dita dura
A dita dura
E contra a dita a gente grita
E contra a dita a gente grita

A dita rói
A dita mói
A dita dói
E contra a dita a gente grita



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Segunda-feira, 05.03.12

 

Letra

 

A chave 

Traz-me de volta esse olhar perdido
Não me revolta ser um Sol escondido
Não vás atrás do que às vezes digo
Faço de tudo para ficar contigo

Por puro acaso,
Verdade ou destino,
Ou qualquer poder divino
Encontrei enfim
A chave que abria o amanhã…

Traz-me de volta esse olhar perdido
Não me revolta ser um Sol escondido
Não vás atrás do que às vezes digo
Faço de tudo para ficar contigo

Renasce a luz
Na noite sombria
É a manhã que se anuncia
E era em ti que estava
A chave que abria o amanhã… 

Traz-me de volta esse olhar perdido
Não me revolta ser um Sol escondido
Não vás atrás do que às vezes digo
Faço de tudo para ficar contigo

Letra: Rogério Charraz e Nuno Pinheiro
Música: Rogério Charraz 



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Rogério Charraz estreia-se com "canções políticas"
Fotografia © Amin Chaar

 

O álbum de estreia de Rogério Charraz, "A Chave", que é editado na segunda-feira, é constituído por "canções políticas sem intenção política", disse o músico à Lusa.

 

"A minha intenção não é fazer política com a música, mas não nos podemos alhear da política porque tudo é política, mesmo que não estejamos dentro do jogo político", declarou Charraz para esclarecer em seguida: "A minha música tem um olhar atento sobre a atualidade, mas não é política".

 

"Não se pode falar só do lado risonho da vida, do amor, da amizade e das relações humanas, nas canções temos também de falar das questões sociais, daquilo que são os nossos problemas, daquilo que nos atormenta, as dificuldades que enfrentamos, e são de agora já de há dois ou três anos a esta parte", defendeu.

 

Na música "há muitos anos", como afirmou à Lusa, Rogério Charraz definiu-se como um "cantautor" na medida em que canta e toca canções que escreveu e compôs.

 

"Conotam, em Portugal, os cantautores com os cantores de intervenção mas eu acho que acima de tudo é aquele que canta e toca as suas composições, mas não renego de modo nenhum tudo o que vem de trás, toda aquela geração do Adriano [Correia de Oliveira], Zeca [Afonso], José Mário Branco", disse.

 

" Lusa, Charraz reconheceu que o álbum "tem muito visíveis as suas referências musicais" e a partir destas e como as trabalha, os caminhos que pretende seguir, e "neste sentido é um dsico muito honesto, mas tem personalidade própria".

 

"A Chave" foi produzido por Alexandre Manaia e pelo próprio Rogério Charraz, numa edição de autor, que "trouxe custos mas uma imensa liberdade criativa".

 

"A Chave" é constituído por onze canções e conta com três participações especiais, de Ana Laíns, no tema "Gostava de ser diferente", de José Mário Branco em "E contra a dita a gente grita!" e de Rui Veloso em "Blues e Poesia".

 

O tema que dá título ao álbum "foi escrito já à última da hora, mas acabou por dar o título ao álbum pois a dado passo é cantado 'encontrei enfim o que abriu o amanhã' e há neste disco essa esperança", disse Charraz.

 

"'A Chave' é uma canção simbólica como o objeto chave em si que sendo pequenino abre portas enormes", rematou.

 

Quanto às participações, José Mário Branco "que traz toda uma qualidade, é uma forma de reconhecer aquela geração de cantautores e pelos arranjos musicais uma homenagem ao Fausto".

 

A paixão pela voz de Ana Laíns, que nem conhecia antes de gravar, levou à participação da cantora num tema que é, aliás, assinado por uma autora, Sandrina Blanco, musicado por Charraz.

 

Quanto a "Blues e Poesia" é "um rock blues que é um tributo ao Rui Veloso, e é cara dele, mas também uma homenagem ao letrista Carlos Tê", afirmou.

 

Via DN

 



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