
NOVO ÁLBUM | YARNATI MACHINE
Os AbztraQt Sir Q estão de de regresso com um novo álbum. Yarnati Machine é o terceiro longa duração da banda e sucede o EP Warmony editado em 2012.
Gravado no Porto em 2016, o álbum foi produzido por Hugo Correia (Fadomorse, O Lendário Homem do Trigo) e é composto por 12 temas escritos ao longo de três anos. Esta edição tem o selo NAU - criado por Bernardo Devlin - e contou com o apoio da Fundação GDA no âmbito do concurso para Edição Fonográfica de Intérprete.
Yarnati Machine está à venda através do Bamdcamp em formato CD e mp3. O álbum será apresentado ao vivo no Sabotage Club, em Lisboa, esta sexta-feira, dia 24 de Novembro. A primeira parte estará a cargo do prog rock sem cheiro a naftalina dos Conjunto!Evite.
O vídeo do tema The lake in the middle of the lake, realizado por Gonçalo Castelo Soares, foi o primeiro avanço deste álbum.
Letra
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Nada-Nada é Claudio Fernandes (PISTA, Cangarra, DEBUT!) a lançar cartas em nome próprio, numa espécie de paciência onde existem os naipes que assim quisermos. É um exercício pessoal de busca e questionamento da identidade, ao abrigo de uma sonoridade fresca e com raízes díspares, bebendo desde a pop mais naïve e orelhuda até ao mais pujante acorde perpetuado pelas correntes certas do rock, sem nunca dispensar passagem pelas melhores paisagens sonoras dos PALOP. A canção é agora a única regra vigente, onde as guitarras e a voz se juntam aos synths e drum machines. A dança é, naturalmente, elemento obrigatório — afinal de contas, estamos a falar de um dos cérebros por detrás de uma das bandas que sempre apelou ao abanão de anca. Dancemos ao som de Nada-Nada e espantemos os nossos males, por tudo mas principalmente por nada.
Horário de Verão
Horário de Verão é o primeiro single do longa-duração, com o mesmo nome, que verá a luz do dia em 2018. Canção simples com contornos pop, é uma homenagem encorpada às melodias mais solares do imaginário pastilha elástica, em jeito de saudosismo e desejo de um Verão interminável.
Executado, gravado e misturado pelo próprio, conta ainda com a colaboração vocal de Diana Meira (Frente Popular) e dos companheiros de PISTA, Bruno Afonso e Ernesto Vitali.
Salón Fuzz, 22 de Novembro (quarta), no Lounge
Esta semana, o tema será apresentado ao vivo, no concerto de Nada-Nada, na festa Salón Fuzz, no Lounge, esta quarta, a partir das 21:30. Na mesma noite, há concerto de Sun Blossoms e dj set de Mário Valente.
Letra
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Music by João Bettencourt Pedroso & André Pires
Lyrics by João Bettencourt Pedroso

Os acordes soltam-se por caminhos simples ou volteando por labirintos de distorções e, a guiá-los, segue uma voz meiga. Nascido há 26 anos em Guimarães como Diogo Alves Pinto, Gobi Bear é um alter-ego, mais do que uma banda de um homem só.
Já estava no fim da adolescência quando sozinho, começou a dominar a guitarra. Pouco tempo depois, com um punhado de músicas na mão, estava debaixo de todos os radares de quem se interessa pela nova música portuguesa.
"Our Homes & Our Hearts" é editado pela Planalto Records em Novembro de 2017. "Sealion", em parceria com a cantora e compositora Surma, acabou por ser escolhido como primeiro single deste disco produzido pelo próprio. O oitavo trabalho de originais inclui ainda colaborações com emmy Curl no tema "Unloved" e com Helena Silva (Indignu) em "Fall". À semelhança do que acontecera nos discos anteriores, o Urso continua a explorar um universo muito singular, onde quebra as barreiras entre o live-looping e o indie folk, qual cantautor de guitarra em punho.
Gobi Bear lançou "Demo" (2011), "LP" (2012), "Mais Grande" (2012), "Inorganic Heartbeats & Bad Decisions" (2013), "Dare" (2014), "Bare" (2014) e "Gobi Bear" (2016). Os sete mereceram aplauso da imprensa e o reconhecimento em publicações nacionais e internacionais, na rádio e na televisão. O artista integra a colectânea "Bons Sons" (2012), ao lado de nomes como António Zambujo, Linda Martini e Vitorino, entre outros. Nos últimos anos, integrou também outras colectâneas, como "Novos Talentos FNAC", "PLA : 007" e "Um ao Molhe".
Gobi Bear deixa as cordas soar como querem e faz canções. Ao vivo, camufla-se no ambiente ou provoca-o com barulho. Sozinho, desliga-se do mundo para o recriar.
Letra
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The Quartet of Woah! Na primeira parte do concerto dos Graveyard em Lisboa
Os portugueses The Quartet of Woah! vão assegurar a primeira parte do espetáculo dos suecos Graveyard no concerto do próximo dia 25, na sala Lisboa ao Vivo.
Formado em 2010, The Quartet of Woah!, foi muito elogiado pela crítica aquando do lançamento do seu álbum de estreia,Ultrabomb.
O grupo encontra-se a trabalhar no seu terceiro álbum, preparando simultaneamente o espetáculo que acompanha o lançamento de The Quartet of Woah!, o seu segundo disco de originais.
Letra
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Music by João Bettencourt Pedroso & André Pires
Lyrics by João Bettencourt Pedroso

PRIMEIRO ATO”, é o titulo do primeiro trabalho em nome individual de Pedro Teixeira Silva.
Este é sem duvida um trabalho aguardado com expectativa, do músico oriundo da Clássica, apostando numa forma diferente de ver, ouvir e sentir a música.
Da sua carreira como compositor, constam sete álbuns editados com os “Corvos” e “Secret Lie”, várias bandas sonoras para cinema, inúmeros temas que fazem parte do universo das telenovelas e obras eruditas estreadas por diversas orquestras e solistas.
Cruzando os mundos entre a música clássica e o “Pop Rock” como lhe é peculiar, Pedro Teixeira Silva reúne neste projeto amigos músicos cantores e letristas nacionais, a darem vida às suas composições de forma versátil e adaptando o seu estilo musical aos diferentes intérpretes.
Jorge Palma, José Cid, Pedro Chagas Freitas, Mundo Segundo, elementos da orquestra sinfónica portuguesa entre muitos outros são alguns dos seus convidados.
Letra
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"What ever happened to you" oficial music video. by Paulo Martins

No próximo dia 25 de Novembro, pelas 21h30, o cantautor João Afonso apresenta-se no palco do Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, com o seu mais recente espectáculo "20 anos de Missangas", o seu primeiro disco que marcou a música portuguesa e com o qual afirmou a sua criatividade, a par do legado musical do seu tio José Afonso.
Juntamente com a sua banda, João Afonso dará um espectáculo comemorativo de duas décadas de música, com canções criadas ao longo destes últimos 20 anos, de “Missangas” a “Sangue Bom”, que o confirmam como uma voz ímpar na música da lusofonia e mantendo um estilo distintivo, marcado pela inovação e riqueza de composições.
Os bilhetes encontram-se já à venda (5€) e mais informações podem ser obtidas pelo telefone 258 900 414 ou pelo email teatrodb@cm-pontedelima.pt.
Letra
Passei toda a minha vida
Num governo alienígena
Aguardei uma saída
Para ser alguém
Breve forte e conclusiva
Faço o cerne da linhagem
Num regresso à viagem
Que faculta homens
Eu vou desbravar
Ir à lua e voltar
Construir o meu castelo
Numa base lunar
Aonde viver?
Mas sem poder
Ter poder não é viver
Não subordinar outrém
Aprender a ser ninguém
Quem deixa os erros no passado
Mal amado é pecado
Conta a história
Dá-me insónia
Num acesso à memória
Faz um filtro à triagem
Faz um filho à passagem
Quando o medo deixa à margem
O último a acordar
Eu volto a dizer
As estacas vão ceder
Os aztecas no poder
E os gravatas na prisão
Cidade a arder
E a culpa que eu tiver
Se sabes o que sabes
A modéstia é mansão
Aonde viver?
Mas sem poder
Ter poder não é viver
Não subordinar outrém
Aprender a ser ninguém
Procurar sem aclamar
Encontrar sem eu marchar
Não confundas a demência
Ocus Pus Clarividência
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Letra
Eu quero-te tanto, tanto
Eu quero-te tanto bem
Tenho-te tanta amizade
Como a tua mãe te tem
Manjerico da janela
Dá-me a mão, quero subir
Eu queria falar com ela
Mas à porta não posso ir
Mas à porta não posso ir
Eu queria falar com ela
Dá-me a mão quero subir
Manjerico da janela
A medronheira no vale
Dá-lhe o vento, abana, abana
Tomara já eu chamar
À tua irmã, minha mana
Manjerico da janela
Dá-me a mão, quero subir
Etc.
Letra
Era de noite, lembro-me bem como se fosse agora e aqui
O frio cortava como navalha e a malta muda e sem se mexer
como as pedras da calçada
Tinhamos vindo ainda há pouco da casa do João na avenida
Tudo bem alto, ninguém sonhava então que ia entrar num beco sem saída
Ele era meu amigo desde os dias de escola
Gostava de brincar comigo aos índios e aos cowboys
E eu sonhava poder vir a ser a sua companheira
Mas o meu herói quis outra heroína
O meu herói quis outra heroína
Estava deitado sobre o meu colo como Jesus ao colo de Maria
Fechou os olhos e eu tive medo de o perder naquela noite fria
A morte veio, e sem dizer nada ele partiu com ela na montada
E eu fiquei rouca de gritar por dentro mas já de nada serviu o lamento
Ele era tão bonito e tocava viola
No grupo lá do bairro que ensaiava na garagem do Zé
A gente costumava ir juntos ver o sol nascer na praia
Mas o meu herói quis outra heroína
O meu herói quis outra heroína
(Letra e música de Luís Pedro Fonseca - Lena d’Água, Terra Prometida, 1986)
Letra
dei por mim a dançar na praia
subi à noite com a maré
fui nas ondas da minha saia
fiquei contigo fora de pé
perto de ti é onde eu quero estar
dei comigo a rolar na areia
o corpo nu vesti de luar
na vertigem da lua cheia
segui viagem p'ra te encontrar
perto de ti é onde eu quero estar
tal como um rio sou água a correr
sobre o teu peito, tão fora de mim
na madrugada o incenso a arder
deixa na pele um cheiro a jasmim
fico perdida de amor
perto de ti é onde eu quero estar
ao pé de ti sinto-me flutuar
perto de ti é onde eu quero estar
ao pé de ti sinto-me transbordar
letra de lena d'água e luís pedro fonseca; música de carlos fortuna e luis pedro fonseca
Letra
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Letra
Tu tens alguém mas baby it's all good... yeah yeah...
Tu tens alguém mas baby it's all good
Eu nem me incomodo, eu tou sem ninguém não tou como tu
Mas tou nesse modo
Eu sei que o teu nigga não, eu sei que o teu nigga não fode
Tas a procura de alguém para te dar o que o teu nigga não pode
Sozinho em casa hoje tou alone
Vem ter comigo mas não te esqueças desliga o teu cellphone
Louca por sair da friend zone, louca por sair da friend zone
Fica em segredo e fica entre nós
Eu sou melhor que teu ex
Melhor que teu next
Mesmo num dia mau [x2]
Eu sei que és tu que me ligas em anónimo
O teu respirar é óbvio
A vontade de me ver vai ser sobrepondo ao ódio
Talvez me odeies como homem
Mas não me odeias como ontem
Não existe calma sem desordem
E a saudade é pra se matar jovem
Existe na ligação até ao ultimo sinal
Na esperança de me ouvires no voice mail teatral
Tipo, agora não dá liga mais tarde
Engraçado foi o que tu disseste quando bazas-te
Não que eu tenha contado os 4 meses, 3 semanas, 5 dias, 2 horas
Desde do dia em que te foste
Ou talvez tenha contado
Para tirar da cabeça o pensamento de ver com outra
O que me safou até agora foi a memoria fotográfica
Que eu guardei do teu corpo
E por mais que digas que não
A verdade é que ainda te quero como nenhum outro
Pediste tempo, eu dei-te um pouco
Mas o que o tempo não cura acaba morto
Só espero que te apresavas ao cair em ti
Que doía menos teres caído em mim
Eu sou melhor que teu ex
Melhor que teu next
Mesmo num dia mau [x2]
Letra por Jimmy P Coros por Jimmy P

Vimos pelo presente comunicar que o artista OMIRI se apresentará em Lisboa e Porto nos próximos dias 25 e 30 de Novembro, desde já agradecendo a vossa divulgação.
Tendo lançado o seu 2ª album "Baile Electrónico em Abril de 2017, estando já disponivel internacionalmente quer em formato digital quer em formato fisico, entrou em setembro directamente para a 3ª posição do Top das Músicas do Mundo - World Music Charts Europe, sendo assim reconhecido pelos criticos e radialistas a nivel internacional como um dos albuns mais interessantes de 2017.
OMIRI apresenta-se no Porto e em Lisboa nos próximos dias 25 e 30 de Novembro respectivamente, concertos integrados na digressão de Baile Electrónico que já passou por Portugal, República Checa, Estónia e Bélgica.
* * *OMIRI ao vivo no Porto.
Sala de Espectáculos - Hard Club https://www.facebook.com/HardClubPorto/
No próximo dia 25 de Novembro, Sábado, OMIRI apresenta-se ao vivo no Hard Club no Porto.
Banda suporte: Cabra Cega
Entrada: Bilhetes a 5,00 eur
Disponiveis apenas no próprio dia e local do espectáculo.
22h - abertura de portas
22h30 - Cabra Cega
23h00 - Omiri
* * * OMIRI ao vivo em Lisboa
Sala de Espectáculos - MusicBox www.musicboxlisboa.com
No próximo dia 30 de Novembro, 5ª feira, véspera de feriado OMIRI apresenta-se ao vivo em Lisboa.
Banda suporte: Casuar
Conta ainda com a presença de convidados especiais: Celina da Piedade, Rui Rodrigues (Casuar)
Entrada: 7,00 eur.
à venda em Bol.pt ou nos locais habituais.
22h - abertura de portas
22h30 - Casuar
23h00 - Omiri
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Omiri é um dos mais originais projectos de reinvenção da música tradicional portuguesa.
Para reinventar a tradição, nada melhor que trazer para o próprio espectáculo os verdadeiros intervenientes da nossa cultura: músicos e sons de todo o país a tocar e a cantar como se fizessem parte de um mesmo universo. Não em carne e osso mas em som e imagem, com recolhas transformadas e manipuladas em tempo real, servindo de base para a composição e improvisação musical de Vasco Ribeiro Casais.
Também se propõe um baile onde todos os temas tocados são dançáveis, segundo o ritmo e o balanço das danças tradicionais e não só (Repasseados, Drum n’bass, Malhões, Viras, Break Beat, Corridinhos...).
Omiri é, acima de tudo, remix, a cultura do século XXI, ao misturar num só espectáculo práticas musicais já esquecidas, tornando-as permeáveis e acessíveis à cultura dos nossos dias, isto é, sincronizando formas e músicas da nossa tradição rural com a linguagem da cultura urbana.
Em Omiri a música e cultura portuguesa é rica e gosta de si própria.

Vencedor do EUROPEAN BLUES CHALLENGE PORTUGAL 2018
É com muito orgulho que a Mobydick Records anuncia que Vítor Bacalhau foi eleito o representante português no EBC de 2018.
Vítor Bacalhau irá representar Portugal no mês de Março de 2018 na Noruega.
É a segunda vez que um artista da Mobydick Records ganha este concurso , os primeiros foram os "Budda Power Blues" no ano de 2016.
É para se dizer , que o blues nacional está em boa forma e, a Mobydick Records muito orgulhosa! :)
letra
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O novo single dos Caelum, distribuído pela Sony Music Portugal, marca o regresso da banda ao estúdio.
Com influências da música electrónica, e do Pop contemporâneo, o "Falta-me a Força” (para download abaixo) mantém a identidade Space/PopRock, característica da banda e é um manifesto sobre conflitos sentimentais e esperança. A música vai estar disponível em todas as plataformas digitais como o ITunes, Apple Music ou Spotify.
Este single é acompanhado por um videoclip, que tem a particularidade de se utilizarem pela primeira vez as redes sociais Instagram e Snapchat na sua realização. A banda lançou um desafio com uma única regra: serem originais. As pessoas contribuíram com vídeos interpretando a música, tornando cada participação única.
Desde que venceram a primeira edição do EDP Live Bands, o percurso musical dos Caelum tem sido bastante preenchido. Editaram em 2016 o disco "Enigma", lançado também pela Sony Music Portugal, que contém as primeiras canções em português da banda. Após uma primeira tour em 2016, iniciaram a digressão atual, “Rising Tour” que se prolonga até ao final deste ano. Nesta, já partilharam palco com nomes como Guano Apes, Cock Robin, Kaiser Chiefs e vários nomes da música Portuguesa como Richie Campbell, Virgul ou Atoa.
A banda é composta por Pedro Correia (voz e guitarra), Diogo Costa (guitarra e teclado), José Ganchinho (baixo) e Diogo Lopes (bateria).
Letra
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" I Lost a Friend" é um dos temas que faz parte do álbum "The Blues Experience" do Budda Power Blues & Maria João.
Música que poderá ouvir ao vivo no dia 28 de Novembro na Casa da Música/ Sala Suggia | 21h30
Maria João: Voz
Budda Guedes: Voz, guitarras, composição e letras
Nico Guedes: Bateria e coros
Carl Minnemann: Baixo e coros
Letra
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De Coimbra com Amor
"Quem chega e pousa o olhar sobre a colina sagrada, atravessando as águas do Mondego, vencida a ponte de Santa Clara, encontra uma cidade intemporal, tão antiga como a língua portuguesa a que deu forma e espalhou pelas sete partidas do mundo. A língua que é, ainda, um dos nossos mais valiosos patrimónios. A língua em que Camões escreveu “Os Lusíadas”. Coimbra e a sua música são a capital do amor em Portugal. O Fado Ao Centro nasceu para ser garante e âncora desta tradição com raízes fundas e sólidas, dando-lhe a forma presente e anunciando um futuro a haver. No espetáculo que os seus músicos propõem, está toda esta tradição, mas está também o presente e o futuro da alma coimbrã, única e sem tempo. Em palco, o espírito a que os músicos se entregam é o da verdadeira, da genuína serenata de Coimbra. Onde querem encontrar-se com todos quantos vierem ouvi-los."
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MÚSICA
AUDITÓRIO |5€| 120 MIN | M/3
No encerramento do seu 43.º aniversário, o Clube Cultural e Desportivo de Veiros apresenta um espetáculo musical, que contará com a participação dos Pequenos Cantores da Maia, o Coral Infantil Municipal da Maia, de grandes talentos. Com 25 anos de carreira e um imenso palmarés, dentro e fora do país, os Pequenos Cantores da Maia trarão ao palco do Cine-Teatro de Estarreja a harmonia vocal que tão bem os caracteriza. O espetáculo conta, ainda, com a participação da Orquestra do CCDV, que interpretará temas do seu repertório.
Orquestra do Clube Cultural e Desportivo de Veiros, Arménio Pintodiretor musical, Coral dos Pequenos Cantores da Maia, Vitor Dias diretor musical
letra
Nua e concreta
a realidade
que se projecta
pela cidade
em cada rosto
o inadiável
é o pressuposto
para o inevitável
voraz motor da emoção
que justifica o contexto
gerador de ilusão
Tanta pressa por repetição
Somos
a promessa orgânica
a resistência
à submissão mecânica
para a sobrevivência
na solidão urbana
de uma clara consciência
que complete a equação humana
Basta
de retórica vazia
de economia plástica
ganância tóxica, fria
pesada consequência
mágoa que se propaga
para nada.
Letra: Teresa Salgueiro
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Música
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