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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

Carlos do Carmo grava disco único com os maiores fadistas da actualidade no ano em que celebra 50 anos de carreira   Quando, há dois anos, a Universal começou a planear as comemorações dos 50 anos de carreira de Carlos do Carmo, deu-se início a um jogo de sedução que tinha em vista a gravação de um disco de duetos. A ideia foi abraçada pelo artista, e levada (...)
    letra   Quando eu tinha o teu amor Não me sentia à vontade Para dizer quanto te queria. Mas não podia supor Que, por guardar a verdade Tu julgasses que eu mentia.   Podia continuar mudo Que as palavras não são tudo Mais importa o que é vivido, Mas digo-te cá do fundo Que ainda dava a volta ao mundo Na roda do teu vestido.   Quando estiveste ao meu lado, Faltou-te da minha boca Uma jura de paixão E, ao veres-me assim tão calado Cismaste até ficar louca, Numa (...)
    letra   Quando o sol sobe no céu, Chegam ao jardim os velhos, Honoráveis presidentes Dos bancos de pau vermelhos;   Analisam movimentos, Conferem as florações, Medem o canto das aves, Dão aval às estações.   Não há nada no universo Que aconteça sem o não e sem o sim Dos velhos do jardim.   Depois, chamam os pombos… De pão e milho dão festins E os pombos falam com eles Na língua dos querubins.   Quando a tarde se despede, Voltam de novo a ser velhos; Segu (...)
Fez como vê os netos fazer: o canto de Carlos do Carmo surfou por cima do piano de Maria João Pires, encontrando a liberdade nos fados “vienenses” de António Victorino de Almeida.Carlos do Carmo acredita que muitos o vejam como louco, como alguém que não mede exactamente o que faz, que é guiado por decisões inusitadas, levado por ondas inesperadas do instinto. Uma loucura, acredita, própria de quem se entrega às artes e tenta que o presente não seja mero espelho do passado. (...)
Carlos do Carmo prossegue com a sua digressão no mês de julho. Depois de um concerto em São Tomé e Príncipe no passado dia 9 de junho, a convite da embaixada portuguesa, e de outras participações especiais em Portugal, Carlos do Carmo prepara-se agora para uma nova série de concertos. Já na próxima terça-feira, 3 de julho, às 21:30, estará em Coimbra, no âmbito do concerto «Tanto Mar Tanta Música», uma celebração da lusofonia, na companhia do galardoado Coro dos (...)
  Letra   Eu fui ver a minha amada  Lá p'rós baixos dum jardim  Dei-lhe uma rosa encarnada  Para se lembrar de mim  Eu fui ver o meu benzinho  Lá p'rós lados dum passal  Dei-lhe o meu lenço de linho  Que é do mais fino bragal  Minha mãe quando eu morrer  Ai chore por quem muito amargou  Para então dizer ao mundo  Ai Deus mo deu Ai Deus mo levou  Eu fui ver uma donzela  Numa barquinha a dormir  Dei-lhe uma colcha de seda  Para nela se cobrir  Eu fui ver (...)
  Amanhã, 24 de Abril, Carlos do Carmo actua na Quinta do Chafariz, em Santiago do Cacém, pelas 21:30. O concerto acontece no âmbito das comemorações do 38º aniversário do 25 de Abril.    Paralelamente, Carlos do Carmo vai receber a Chave da Cidade das mãos do Presidente da Câmara Municipal, Vítor Proença. De acordo com o próprio, a homenagem visa o"reconhecimento do município a um homem de Abril que ao longo da sua vida sempre defendeu os valores da liberdade e da democracia". (...)
  Letra   Uma bola de pano, num charco Um sorriso traquina, um chuto Na ladeira a correr, um arco O céu no olhar, dum puto. Uma fisga que atira ,a esperança Um pardal de calções, astuto E a força de ser, criança Contra a força dum chui, que é bruto. Parecem bandos de pardais à solta Os putos, os putos São como índios, capitães da malta Os putos, os putos Mas quando a tarde cai Vai-se a revolta Sentam-se ao colo do pai É a ternura que volta E ouvem-no a falar do homem novo (...)
  Letra   No castelo Ponho o cotovelo Em Alfama Descansa o olha E assim desfaz-se o novelo De azul e mar À ribeira encosto a cabeça Almofada Na cama do Tejo Com lençóis bordados à pressa Na cambraia de um beijo Lisboa menina moça, menina Da luz que meus olhos vêem tão pura Teus seios são colinas, varina Pregão que me traz a porta, ternura Cidade a ponto-luz bordada Toalha a beira-mar estendida Lisboa menina e moça, amada Cidade mulher da minha vida No terreiro eu passo por ti (...)
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