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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

  Letra   sem corpo... fumas todo o calor do teu corpo e do meu. sem corpo... como se não houvesse amor. numa pele sem pudor, sem esquecer que eu estou sem corpo... volta a tempo de morrer... ou não, tu é que sabes. sempre quis saber o que corre dentro dos teus braços. esqueceste-me entre os homems, entre cancros e ataques. vandaliza a minha alma e o meu corpo por arrasto. e estamos pelos cantos: fantasmas do teu quarto. que a tua a cama guarda, que o teu corpo parte, que a tua (...)
    Letra   essas mãos não têm fim... onde é que elas vão depois de mim? ... amor é a tua vez agora, e que o álcool leve a timidez embora. e entre os dedos da mão esquerda agarro o mundo ou um cigarro, e entre os medos na cabeça eu guardo o fundo ou a cidade. à falta de pais temos as ruas em Lisboa, vou-me despindo dos O L V S sob uma lua que nos magoa. os punhos adornados… corpos onde eu tropeço, e há o sangue que é roubado como é o ouro que preenche o meu esqueleto. (...)
    Outono contado por João Tamura e Cláudia Santos. Letra: Enquanto encordava cada uma das Andorinhas, Silêncio pensou na sua mãe. A partir daí não havia volta atrás. Já o havia tentado com balões -- uns coloridos que comprara na feira, certa noite com o avô -- mas estes não o voaram. Após adormecer costumava visitar esses tais planetas. Esses tais dos candeeiros. Aqueles a que a Rita chama de estrelas. Poucos crescidos se lembram de que foram crianças. Envelhecer (...)
  letra   há lugares para ruir, lugares para morrer. sou um lugar para ir, és um lugar para ser. há o parecer e o perecer, o cair sem perceber e o não saber o que fazer. com joelhos no chão ou não, como uma puta com idade. puta da saudade, luta nua com a cidade. e belas são as coisas e infinitos, nós a tua pele é uma masmorra d'infinitos nós o coração é confusão, carrega-o na palma da mão. entrega a solidão, tantas pernas num colchão. tantas pedras num (...)
    Letra     eu fugi da cidade para ver o mundo à roda  e amor eu descobri que o que parte já não volta  e eu não volto mais... a casa  e tu és tu e eu sou eu e mais nada  amor é mais que a morte os meus sonhos que tu rasgas  não te importes muito. amor são só lágrimas  o bairro é triste agora, são saudades e promessas  e as memórias... (tu) esquece-as depressa  tudo isso e... tudo o resto  e falamos como estranhos e amamos como sexo  e partimos e (...)
    Letra     há lugares para ruir, lugares para morrer. sou um lugar para ir, és um lugar para ser. há o parecer e o perecer, o cair sem perceber e o não saber o que fazer. com joelhos no chão ou não, como uma puta com idade. puta da saudade, luta nua com a cidade. e belas são as coisas e infinitos, nós a tua pele é uma masmorra d'infinitos nós o coração é confusão, carrega-o na palma da mão. entrega a solidão, tantas pernas num colchão. tantas pedras num (...)
    Letra   o mundo é a saudade  avô tu ensinaste o que é partir para não voltar  um mau lugar. e eu volto a partir  avô de busca a ti. a dor busca-me a mim  e eu não quero mais sentir  lia livros toda a noite e a noite mia-os a ti  tu foste o sitio onde eu estava  hoje as minhas mãos são mais que facas  e eu sempre imaginei a tua falta  e a avó fala sem ti isto não é casa  enquanto chora agarrada às tuas calças  são roupas mortas... o que ela abraça  e (...)
    Letra   tudo começa com umas mãos que não trazem mais que o medo que deslizam por um corpo tão antes do seu tempo e esse tempo é mais que lento, pois não para, continua e é o medo. e é o negro. quando maria fica nua e há o desejo de não ser mais mulher. não mais viver não ser alguma coisa que algum homem quer foder e a violência que o acompanha é um hábito que aceita e dói-lhe o corpo inteiro quando se deita, então cheira... entre trocos e um bouquet. (...)
  Letra   olivais sul, dois mil e sete, a nossa vida é uma cassete tão sozinhos mas somos tantos no mesmo beco não há espaço para o sorriso na solidão do que é ser puta quando à falta de amigos só tens a lua nesta cidade é a maldade e podes tudo menos chorar e o MD e o não sei quê - experimenta aqui é só cheirar tão presos a esta merda, nem sabemos o que é sonhar numa rua que nos acolhe sem nos amar... e partilhamos esta noite e partilhamos mais um cigarro na certeza (...)
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