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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

  Letra   Meu amor adeus  Tem cuidado  Se a dor é um espinho  Que espeta sozinho  Do outro lado  Meu bem desvairado  Tão aflito  Se a dor é um dó  Que desfaz o nó  E desata um grito  Um mau olhado  Um mal pecado  E a saudade é uma espera  É uma aflição  Se é Primavera  É um fim de Outono  Um tempo morno  É quase Verão  Em pleno Inverno  É um abandono  Porque não me vês  Maresia  Se a dor é um ciúme  Que espalha um perfume  Que me agonia  Vem (...)
  letra   Quando eu morrer Não me dêem rosas Mas ventos Quero as ânsias do mar Quero beber a espuma branca Duma onda a quebrar E vogar   Ah, a rosa dos ventos A correrem na ponta dos meus dedos A correrem, a correrem sem parar. Onda sobre onda infinita como o mar. Como o mar inquieto Num jeito De nunca mais parar.   Por isso eu quero o mar. Morrer, ficar quieto, Não. Oh, sentir sempre no peito O tumulto do mundo Da vida e de mim.   E eu e o mundo. E a vida.
  letra   Lembra-me Um Sonho Lindo Fausto   Lembra-me um sonho lindo quase acabado, lembra-me um céu aberto outro fechado Estala-me a veia em sangue estrangulada, estoira num peito um grito, à desfilada Canta rouxinol canta não me dês penas, cresce girassol cresce entre açucenas Afoga-me o corpo todo se te pertenço, rasga-me o vento ardendo em fumos de incenso Lembra-me um sonho lindo quase acabado, lembra-me um céu aberto outro fechado Estala-me a veia em sangue est (...)
03 Dez, 2011

Fausto - Namoro

Letra   Mandei-lhe uma carta em papel perfumado e com a letra bonita eu disse ela tinha um sorrir luminoso tão quente e gaiato como o sol de Novembro brincando de artista nas acácias floridas espalhando diamantes na fímbria do mar e dando calor ao sumo das mangas. sua pele macia - era sumaúma... Sua pele macia, da cor do jambo, cheirando a rosas tão rijo e tão doce - como o maboque... Seu seios laranjas - laranjas do Loge seus dentes... - marfim... Mandei-lhe uma carta e ela (...)
  Vinte e três composições, uma das quais instrumental, integram «Em busca das montanhas azuis», o duplo álbum do músico Fausto, que chegou ao mercado esta semana. Com este duplo CD, que integrará ainda um DVD com imagens das gravações numa edição limitada, Fausto Bordalo Dias encerra a trilogia «Lusitana Diáspora», iniciada em 1982 com o álbum «Por este rio acima» e continuada em 1994 com «Crónicas da terra ardente».   O instrumental «Aproximação à terra» (...)
Letra quando avistaram pela primeira vez velas e navios sobre as águas por maravilha imaginaram que eram brandas asas brancas que voavam pelas fráguas vindas por magia de estranhos lugares assim levantadas muito mais aladas pelas entranhas das cafrarias e nascidas de outros mares de outros ares e quando arreámos velas lançámos ferro e vendo apenas cascos de feitio cuidaram então que fossem peixes (...)
Letra Diz-me agora o teu nome se já dissemos que sim pelo olhar que demora porque me olhas assim porque me rondas assim Toda a luz da avenida se desdobra em paixão magias de druida plo teu toque de mão soam ventos amenos plos mares morenos do meu coração Espelhando as vitrinas da cidade sem fim tu surgiste divina porque me abeiras assim porque me tocas assim e trocámos pendentes velhas palavras tontas com sotaque diferentes nossa prosa está pronta dobrando esquinas e gretas plo (...)
Fausto Bordalo Dias tem uma carreira de mais de 40 anos (Foto: Fernando Veludo/nFactos)A trilogia que Fausto Bordalo Dias inaugurou em 1982, com Por Este Rio Acima, está prestes a ficar concluída. A Universal divulgou esta quarta-feira a data de lançamento do novo álbum do cantor e compositor português, que termina o seu mais ambicioso trabalho com um disco duplo, a chegar às lojas a 21 de Novembro.   Os quase trinta anos de espera fizeram deste um álbum anunciado e muito (...)
Letra Lá vem a Nau Catrineta, - Que me tem muito que contar;  Sete anos e um dia - Sobre as águas do mar.  Já não tinham que comer, - Nem tão pouco que manjar,  deitaram sola de molho - pra no domingo jantar;  A sola estava tão dura, - Não a puderam tragar.  Ditam sortes à ventura - Qual haviam de matar.  A sorte caiu em preto, - No tenente-general.  - Sobe, gajeiro, assobe - áquele mastro real,  Vê se vês terras d´Espanha, - Areias de Portugal.  Palavras mão (...)
      Letra   se tu fores à praia  se tu fores ver o mar  cuidado não te descaia  o teu pé de catraia  em óleo sujo à beira-mar  a branca areia de ontem  está cheiinha de alcatrão  as dunas de vento batidas  são de plástico e carvão  e cheiram mal como avenidas  vieram para aqui fugidas  a lama a putrefacção  as aves já voam feridas  e outras caem ao chão  Mas na verdade Rosalinda  nas fábricas que ali vês  o operário respira ainda  envenenado (...)
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