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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

    Letra   Eles são duas crianças a viver esperanças, a saber sorrir. Ela tem cabelos louros, ele tem tesouros para repartir. Numa outra brincadeira passam mesmo à beira sempre sem falar. Uns olhares envergonhados e são namorados sem ninguém pensar. Foram juntos outro dia, como por magia, no autocarro, em pé. Ele lá lhe disse, a medo: "O meu nome é Pedro e o teu qual é?" Ela corou um pouquinho e respondeu baixinho: "Sou a Cinderela". Quando a noite o envolveu ele (...)
27 Fev, 2011

Carlos Paião

  Nasceu acidentalmente em Coimbra, passando toda a sua infância e juventude entre Ílhavo (terra natal dos pais) e Cascais. Desde muito cedo Carlos Paião demonstrou ser um compositor prolífico, sendo que no ano de 1978 tinha já escritas mais de duzentas canções. Nesse ano obteve o primeiro reconhecimento público ao vencer o Festival da Canção do Illiabum Clube. Em 1980 concorre pela primeira vez ao Festival RTP da Canção, numa altura em que este certame representava (...)
  Letra   "Algures na tarde há um fumo que arde no sangue de dois faladores Discutem e agitam e como que gritam atraem mais espectadores Têm raiva nos dentes e fogo no olhar atiram serpentes de fúria ao falar Perguntam á toa, respondem que não, e mesmo que doa hão-de ter, a razão. Com frases alheias defendem ideias que ouviram alguém defender Arriscam a fé e encaram até se sentirem que podem vencer E não buscam verdade, que é isso afinal viva a tempestade mentir não (...)
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