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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

Letra

 

Atitudes, formas de levar veneno
Onde não há
Ser honesto e ter sempre a razão
Tem cuidado

Deixo a porta aberta
Uma sombra a meditar
A confissão que se esconde
Sem remorsos

Quero o tempo certo
Qualidade é subtracção
A presença é condenável
Não vou dar-te a mão

E de pernas pró ar
E quem ficar, ficou
Mas tu, não vais ficar
Neste barco
Neste barco

Abre a porta da saída
Segue em frente
E não penses em voltar
Ninguém te quer ver

Vê a história de outra forma
A raiva é maior, ao deitar
E tu vais perder

Negligência das loucuras
Mas no fundo há visão
Aparência de um discurso em vão
Inadaptado

Deixo a porta aberta
Uma sombra a meditar
A mudança é confrontada
Sem remorsos

E de pernas pró ar
E quem ficar, ficou
Mas tu, não vais ficar
Neste barco
Neste barco
Neste barco

Abre a porta da saída
Segue em frente
E não penses em voltar
Ninguém te quer ver

Vê a história de outra forma
A raiva é maior, ao deitar
E tu, vais perder

E de pernas pró ar
E quem ficar, ficou
Mas tu, não vais ficar
Neste barco

E de pernas pró ar
E quem ficar, ficou
Mas tu, não vais ficar
Neste barco
Neste barco
Neste barco

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