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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

Fado Metal

 

Também permanecem entre nós aqueles a quem os deuses amam, novos como são. Ricardo Gordo nasceu em 1987, na luz cegante de Portalegre, e actualmente frequenta a Escola Superior de Artes (ESART) de Castelo Branco, na aventura crucificante de um curso superior de guitarra portuguesa, apelo do espaço mítico de Portugal, sob o olhar vigilante e exigente do mestre Custódio Castelo.

 

Vivendo como ninguém mais a transitiva noite do heavy-metal para o fado de essência mista ulissipo-coimbrã, Ricardo é o feliz interlocutor de um diálogo ímpar (até há pouco improvável, senão inefável): o da guitarra eléctrica e da guitarra portuguesa. Em suma: mais um habitante desse inferno a quem muitos chamam arte. Mas arte maior. É para isso que estão fadados os cultores do belo. Habituemo-nos a ouvi-lo.

 

(Espera-se muito deste músico – até mesmo aquilo para o qual o mundo não está ainda preparado. E é bom que se prepare.)

 

-Pascoal, António Jacinto

 

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