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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

Sérgio Godinho consagrou amor como

Fotografia © Paulo Spranger

O amor está presente em toda a obra poética e musical de Sérgio Godinho, que o consagrou como "tema inesgotável" ao longo de mais de 40 anos de carreira, disse o músico à agência Lusa.

 

O amor "é um tema inesgotável em termos poéticos" que o músico usou "muitas vezes de maneira mais trivial" e "mais quotidiana".

"No fim de contas, não separo o amor da vida", disse.

 

Em algumas das suas criações, como "Quimera do ouro" e "Espalhem a notícia", canta mesmo o "amor sensorial" e o "amor erótico", exemplificou Sérgio Godinho.

"Há canções que eu tenho, como a 'Quimera do ouro', que são canções de amor sensorial, nitidamente".

 

Também "Espalhem a notícia", segundo o autor, "fala de nascimento de uma criança, mas também de um amor erótico no seu refrão": "vou ao fundo do mar no corpo de uma mulher".

 

Na quinta-feira, Sérgio Godinho assistiu, no Museu da Ciência da Universidade de Coimbra (UC), a uma sessão evocativa do Dia dos Namorados, subordinada ao tema "O amor, os sentidos e o cérebro", na qual o padre Paulo Simões dissertou sobre o texto bíblico "Cântico dos cânticos", considerado "um dos mais belos poemas de amor de todos os tempos", atribuído ao rei Salomão.

 

Numa sala repleta de estudantes, Sérgio Godinho ouviu atentamente, na primeira fila, a intervenção daquele especialista do Instituto Justiça e Paz, bem como as do botânico António Xavier Coutinho, do Departamento de Ciências da Vida da UC, e da investigadora Cláudia Cavadas, da Faculdade de Farmácia e Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra.

 

"Vamos conhecer quais as plantas que nos tocam os sentidos, sejam elas excitantes, afrodisíacas ou inebriantes, para finalmente conhecermos o funcionamento do cérebro relativamente à alegria e ao prazer", convidava o Museu da Ciência, numa nota pública.

 

Para Sérgio Godinho, o "Cântico dos cânticos" é um "documento importantíssimo poeticamente, mas é completamente sensorial".

 

O texto atribuído a Salomão "acaba por definir poeticamente o amor físico na sua ligação entre algo que é mais transcendente que existe no amor", disse o compositor à Lusa.

 

Retirado do DN

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