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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

letra

 

Se soubesses como é tão difícil aceitar assim, Se não está, não está, Ou escolho por mim, Ou se não dá, não dá, É preciso ter calma e manter a chama acesa, (ter a certeza) Quero as cartas na mesa, Tu sabes que eu prefiro estar assim, O que é que pretendes tu tirar de mim? Sabes que isto agora é bem diferente, Eu por hoje sou mais que inocente, "Se souberes porque é que, É difícil inspirar assim, Se não está, não está, Não escolho por mim, Queremos mudar, Não há situações perfeitas, É preciso dizer o que pensas, Ignorar as ofensas.
Sabes que eu prefiro estar assim, O que é que pretendes tu tirar de mim? Sabes que isto agora é bem diferente, Eu por hoje sou mais que inocente." (Marta Ren)

"Segundo acto"

Se até sabes, está difícil, E tu não vês, Está na hora de perguntar porquê?, Dizem que é sistema que está fodido, é, Afinal quem manda no teu partido Zé? Só faz sentido se eu puder pagar, Só faz sentido se eu puder mudar, Somos soldados com outros planos, E os meus manos tratam disso, Enquanto ouves e pensas na tua escolha.
"Meia haste, mataste, metes-te um gajo de meia, Não foste eficaz, nem dignificaste, ficaste feia, Só dificultaste, aumentaste o contraste a quem andava a poupar no seu gasto, Mas a minha gastei-a, Levei uma rasteira, quando mordi o anzol, Só queria carcanhol e paz, Mas não há quem as tenha, Já ninguém estranha, estar na merda castanha, Dá me uma bandeira agora, Somos nós quem hasteia, A dor, eu sampleia, Vamos à assembleia, Sem boleia, Eu não sei a lei ouviu, o Sam que leia, É o artigo perdido, do tal partido antigo, Que não me lisonjeia, Quer a prisão cheia, Se a prisão chega, Já não há guita para a gota nem gota para a guita, Isto é um exagero, Agora vem um taxista, vê muitos braços no ar, Então ele arrisca, vai ao banco, e pede "braços no ar, já". (Sam the Kid)
"Isto ta fodido, né? Embora não gostes, Eu tenho de andar a fugir aos impostos, E sabes, ouve e não te encostes, Na zona não ta cor-de-rosa, nota a mona, Põe te a fazer mais maratonas que a Rosa Mota, E qualquer atendimento, já não tem rendimentos, Mas não vivo de arrependimentos, Eu aprendo e tento, ou então acendo e juro-te, Que se eu não vendo eu furto, Caso contrário não aguento o salário sendo curto, Queres dar no duro, no cimento um mês, Ou vais fazer um investimento que te dá três vezes mais, Ya, é disto que se trata, É o bicho que te mata, É o lixo que se cata, só tenho visto sucata, E por mais merda que se faça, nunca bufo pecados, Estou afastado do estado, mas ainda vejo os sufocados, Eu nunca tive um partido, mas tenho repartido, A minha dica é grana abrir e tenho estado interdito." (Regula)


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