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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

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«Música Para Acordar» alerta para o combate à corrupção

A cantora lírica Ana Maria Pinto, que interrompeu as comemorações oficiais do dia 5 de outubro deste ano para cantar “A Firmeza” de Fernando Lopes Graça e que, ao megafone, cantou também “Acordai” nas escadas da Assembleia da República, vai ser a voz de "Música Para Acordar", juntamente com a Orquestra do Norte.


“Hora de Acordar”, o nome do concerto que decorre no próximo domingo, 9 de dezembro, no edifício da Alfândega do Porto, às 17:00, é o mote para a campanha de combate à corrupção desenvolvida pela Transparency International, a principal organização da sociedade civil para o combate à corrupção em todo o mundo. Em Portugal é a Transparência e Integridade, Associação Cívica (TIAC) a entidade responsável pela produção da campanha.

 

“O objetivo é desmistificar a ideia de que somos impotentes perante a corrupção. Precisamos de uma mobilização coletiva da sociedade civil e, ao afirmarmos que 'É hora de Acordar', queremos mostrar que cada um de nós tem um papel ativo a desempenhar nesta luta”, explica João Paulo Batalha, da direção da TIAC, citado em comunicado.

 

“Ao mesmo tempo, a campanha é um grito de alerta para despertar as consciências dos nossos dirigentes. É preciso que fique claro, entre os responsáveis políticos, da justiça e do poder económico, que os cidadãos exigem reformas inadiáveis. Acabou o tempo da tolerância face à corrupção”, acrescenta.

 

De forma a assinalar o início da campanha, a TIAC, juntamente com a Orquestra do Norte, organiza a “Música para Acordar”, concerto oficial de lançamento da campanha.

 

Ana Maria Pinto (soprano), Eduardo Rey (violino), Marcin Sobieraj (violino), Ana Ivanova (viola), Rosaliya Rashkova (violoncelo) e Emanuela Nicoli (harpa) vão interpretar o Divertimento em Ré Maior para quarteto de cordas, de Wolfang Amadeus Mozart; Aria no estilo Clássico para Harpa e quarteto de cordas, de Marcel Grandjany; Deux Interludes: Andante espressivo, Allegro Vivace para violino, viola e harpa Astor Piazzolla – Night club 1960 para violino, violoncelo e harpa, de Jacques Ibert; e 7 Danças Populares Romenas para quarteto de cordas e harpa, Béla Bartók.

 

O concerto de arranque da campanha "Hora de Acordar" tem entrada livre, sujeita à lotação da sala (200 lugares). "A organização estará ainda a acolher donativos voluntários para a promoção de mais ações de combate à corrupção", refere no mesmo comunicado.

 

@Foto: LUSA

 

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