Saltar para: Post [1], Comentar [2], Pesquisa e Arquivos [3]

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

José Afonso morreu em 1987, com 58 anosJosé Afonso morreu em 1987, com 58 anos (D.R.)

 

No ano em que se celebra o 25º aniversário da morte de um dos músicos mais ligados da revolução de 1974, Coimbra convidou vários artistas para prestarem homenagem a José Afonso.

 

Esta quinta-feira, o festival abre com artistas conimbricenses. A Banda Biopsia e o Coro Misto da Universidade de Coimbra são alguns dos nomes que actuam no Centro Cultural D. Dinis, a partir das 21h30.

Cordis e o Quarteto de Cordas da Orquestra Clássica do Centro actuam na sexta, dia 28, no Conservatório de Música de Coimbra. No sábado, sobem ao palco do Teatro Académico Gil Vicente, o Coro dos Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra e outros músicos convidados como Rui Pato, Ricardo Dias, Janita Salomé, Vitorino e Cristina Branco, entre outros.

José Afonso nasceu em Aveiro em 1929 e formou-se em Coimbra, academicamente e musicalmente. Ainda caloiro da universidade, começou a cantar em serenatas e com o Orfeão Académico da Universidade de Coimbra, que integrara ainda antes de iniciar o ensino superior. É em 1964 que se inspira para escrever Grândola Vila Morena, uma das suas músicas mais conhecidas, que foi mote da revolução de 25 de Abril de 1974. Além de músico, José Afonso foi também um activista na luta contra a ditadura salazarista.

José Afonso morreu a 23 de Fevereiro de 1987, no Hospital de Setúbal, vítima de esclerose lateral amiotrófica.

A presidente da câmara municipal de Coimbra, Maria José Azevedo, disse esta semana à Lusa, que foi um previlégio para Coimbra ter recebido José Afonso “ainda muito jovem, o que permitiu moldar-lhe o paradigma de um pensamento marcado por uma cultura vasta, uma inteligência irrequieta, um poder criativo, fecundo, enfim, uma paixão pela palavra escrita, cantada ou falada, tudo sem limites”.

 

Noticia do Público

Quer ver a sua banda ou espectáculo divulgados aqui?,
envie um email para: olharparaomundo (arroba) sapo.pt
Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email

Comentar:

Mais

Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.

Este blog optou por gravar os IPs de quem comenta os seus posts.