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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

O grupo Resistência, formado nos anos 1990 com artistas de várias formações, em torno da música portuguesa, voltará a juntar-se para um concerto, a 19 de Dezembro no Campo Pequeno, em Lisboa, foi hoje anunciado.

 

A reunião serve para assinalar os vinte anos da estreia ao vivo do grupo, do qual fizeram parte nomes como Pedro Ayres Magalhães (Madredeus), Tim (Xutos & Pontapés), Miguel Ângelo e Fernando Cunha (Delfins), Olavo Bilac (Santos e Pecadores) e Alexandre Frazão.

 

Os Resistência surgiram no começo dos anos 1990, duraram pouco mais de dois anos, mas foram um dos mais bem sucedidos projectos de música portuguesa daquele tempo.

 

O projecto centrava-se na voz e na guitarra acústica, congregando músicos de diferentes latitudes musicais, reinterpretando repertório diverso de cada um deles e de outros grupos e artistas portugueses.

 

Nascem Selvagem e Um lugar ao sol, dos Delfins, Não sou o único e Circo de Feras, dos Xutos & Pontapés, Que amor não me engana, de Zeca Afonso, Erva daninha, de António Variações, e Amanhã e sempre longe demais, dos Rádio Macau, foram temas incluídos no repertório.

 

Em Fevereiro passado, a editora EMI lançou As vozes de uma geração, que reúne os dois álbuns de estúdio que os Resistência gravaram - Palavras ao vento (1991) e Mano a mano (1992) -, canções dispersas e um livro com uma biografia assinada por António Pires, com fotografias de Augusto Brázio.

 

Noticia do Sol

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