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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

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Jazz em Agosto  em Lisboa

 

A 29ª edição do Jazz em Agosto em Lisboa vai apresentar figuras históricas lado a lado com novos valores do jazz, apostando, como habitualmente, numa programação alternativa. Serão seis concertos no Anfiteatro ao ar livre da Fundação Calouste Gulbenkian, às 21h30, e três concertos no Teatro do Bairro, às 22h30, entre esta sexta-feira, dia 3, e 12 de agosto.

 

Sunny Murray inicia o festival. O lendário músico americano, de 75 anos, apresenta-se agora em trio com dois consagrados músicos britânicos, John Edwards, no contrabaixo, e Tony Bevan, no saxofone tenor.

 

A 5 de agosto é a vez de Misha Mengelberg, no piano e Evan Parker, num registo menos habitual, em saxofone tenor. O Anfiteatro ao ar livre volta a ser palco deste concerto singular.

 

Matthew Shipp, pianista americano, apresenta-se agora como líder do Matthew Shipp Trio no dia 10 de agosto.

 

A pianista Marilyn Crispell e o percussionista Gerry Hemingway, no dia 11 de agosto, são improvisadores natos que se tornaram pilares do quarteto de Anthony Braxton (com Mark Dresser) nos anos 1980-90.

 

O Ingebrigt Håker Flaten Chicago Sextet, no dia 12, liderado pelo contrabaixista e compositor norueguês residente nos EUA, assume uma ponte norte-atlântica com um grupo de músicos de Chicago, num projeto estreado há menos de um ano.

 

OS CONCERTOS NO TEATRO DO BAIRRO


Dia 7 de agosto o quinteto Nuova Camerata,  formado por Pedro Carneiro (marimba), Carlos Zíngaro (violino e eletrónica), João Camões (violino), Ulrich Mitzlaff (violoncelo) e Miguel Leiria Pereira (contrabaixo), estreia-se no Teatro do Bairro, seguindo-se a atuação de Marcos Farrajota, autor de BD alternativa num estilo arte bruta e que adota no gira-discos o nome unDJ MMMNNNRRRG.

 

Oriundo de Leeds, o trioVD, ou “Valentine’s Day”, apresenta-se no dia 8 de agosto, explorando sonoridades explosivas de grande intensidade, o grupo constitui uma referência do atual jazz desviante do Reino Unido. Na mesma noite, o turntablist francês eRikm mostra o seu lado de compositor eletroacústico.

 

A 9 de agosto chega o “O Mundo é melhor sem Capitalismo”, título de uma das músicas de Hanns Eisler (1892-1962), discípulo de Shonberg e perseguido pela ideologia marxista. Inspirado pelo compositor, o trio Das Kapital apresenta uma música de teor político. A fechar a última noite no Teatro do Bairro, estará DJ Sniff do Japão.

 

OS FILMES

O Festival inclui ainda uma programação cinematográfica, no auditório 3 da Gulbenkian, sempre às 18h30, de filmes documentais relacionados com o jazz.

 

Sunny’s Time Now, de Antoine Prum (dia 4), Soldier of the Road – Peter Brötzmann, de Bernard Josse e Gerard Rouy (dia 5), Inside out in the Open, de Alan Roth (dia 10) e City of the Winds, de Gilles Corre (dia 11) são os filmes agendados.

 

O festival encerra a programação paralela com uma conferência proferida pelo crítico de jazz Brian Morton sob o mote “Jazz Criticism: An Open Verdict”, no dia 12 de agosto.

 

Foto: John Edwards © Russ Escritt

 

Noticia do Noticias Grande Lisboa

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