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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

 

Letra

 

Ela comenta, lamenta e quer que eu aguarde
Enquanto lentamente a saudade aumenta no quarto
E ela emenda dá uma agenda e quer que eu a aguarde
Mas se me prende pode ser que eu me arrependa mais tarde
Ou aprenda a gostar ou tenta mais tempo a apostar na gente
Ou sou exigente ou ficas tarde
Mas eu sou mais tarde do estúdio a investir
No meu futuro estúpido para existir, sê diligente
E eu adoro que tu me adores sem lençol no teu corpo
Até fechar os estores à sol que vem da minha ponte
O risco de por toda a ruptura e ternura  em confronto
E ver numa moldura e para a ruptura ainda não está pronto

Porque não sei se tu me gramas, mas sei que tens capas
Mas se for só esse o caso pões as gramas em capas
Dama eu sei que sou azedo e retrocedo no fim
Eu não cedo assim tão cedo tenho sido sempre assim
Existe o medo que ela desista
E eu fique o gajo chato que ela fala à sua nova conquista
Os homens são uma merda é o discurso que espalha
E nós só queremos que não nos caia uma dama dos caia
Que nojo, distraia e mais tarde nos traia
Que saia da saia da mãe e regresse com a tralha
Agora é dificil encontrar alguém que me vicie
Ficar calmissimo até à calvisse e tu grisalha

Não foram precisos nós para haver um laço
Até que algum de nós o violasse
Agora tentas mas não podes tirar o que passamos um dia
Saudades das fotos que nós nunca tirámos eu queria
Eu dispenso a desavença e eu perco a cabeça
Em cada sentença vai sentir-se avesso eu diria
Queres um amigo ou um boy que te acompanhe
Queres estar comigo ou queres estar com alguém
Há uma diferença avalia e pensa

A dúvida cai (cai)
Como chuva grossa
O animo vai (vai)
Mergulha numa poça
A minha esperança
(a minha esperança)
Trava na insegurança (2x)

Eu podia ser o teu melhor amigo
Aquele amante atencioso o teu segundo umbigo
O ombro que consola
O Companheiro atento que nem sequer liga a consola
E eu sou quase tudo isso, quase
Mas só e apenas quase, mas só e apenas quase
Numa frase eu tenho sido apenas aquele amigo ausente
Aquele amante indigente,

Por isso vou ser o ombro que te falha,
Surdo interlocutor, que só te responde palha
Quando calha, fingindo ter ouvido
No meio dos três encontras-me perdido
Partido desfeito em quase nada
Um dia tens uma surpresa inesperada
Vou passar à proxima fase
Não te minto que sinto que estou quase

A dúvida cai (cai)
Como chuva grossa
O animo vai (vai)
Mergulha numa poça
A minha esperança
(a minha esperança) (2x)

A dúvida cai
O animo vai (2x)

Trava na insegurança (2x)

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