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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

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O agrupamento vocal “La Venexiana
O agrupamento vocal “La Venexiana" abre hoje o festival (Foto: DR)
Uma dezena de concertos ao longo de praticamente todo o mês de Julho no palco do Auditório de Espinho: assim tem sido e assim volta a ser este ano o Festival Internacional de Música de Espinho (FIME), um dos mais antigos festivais nacionais de Verão. A sua 38ª edição começa este domingo e alinha 11 eventos até 26 de Julho.

A abrir (1 de Julho), o agrupamento vocal “La Venexiana” – com a soprano Roberta Mameli e Cláudio Cavina na direcção musical – apresenta o espectáculo “Round M – Monteverdi meets “La Venexiana”, que se aventura numa inesperada fusão entre música barroca e jazz. O grupo acrescenta à música barroca instrumentos como o contrabaixo, a bateria ou o saxofone. Por isso mesmo, é uma das escolhas do director artístico do festival João Pedro Mendes dos Santos. 

A sua segunda escolha – entre muitas que faria dos 11 espectáculos – são os dois concertos (13 de Julho) do francês Romain Garioud, um violoncelista “absolutamente genial, com uma comunicação fantástica com o público”. No primeiro, Garioud tocará a sonata para violoncelo e piano (com Laurent Wagschal) de Luís Freitas Branco, naquilo que o director artístico do festival realça como o encontro feliz entre “um grande intérprete internacional e um compositor português”. 

A fechar o festival, dia 26 de Julho, a Orquestra Clássica de Espinho vai tocar música da América Latina “com duas obras para dois instrumentos improváveis” – harmónica e bandoneon, diz João Pedro Mendes dos Santos e esta é a sua terceira escolha. Trata-se do concerto do brasileiro Heitor Villa Lobos (1887-1959) para harmónica e orquestra e o concerto para bandoneon e orquestra do compositor argentino Astor Piazolla (1921-1992). 

Entre a abertura e o fecho, entre muitos outros eventos, haverá concertos com o clássico trio com piano, que junta os irmãos Renaud e Gautier Capuçon e o pianista Frank Braley, o recital de violino e piano com Sergei Khachatryan, o espectáculo do pianista norte-americano Uri Caine em trio de contrabaixo (John Hebert) e bateria (Clarence Penn), ou ainda o concerto da pianista da Venezuela Gabriela Montero, que, à semelhança do que tem feito ao longo da carreira, vai improvisar sobre temas dados pelo público. 

O festival propõe também espectáculos para as crianças – o Festival Júnior que terá contos de fadas por Alexandre Delgado (acompanhados ao piano) e “O que é uma ária?”, um espectáculo apresentado pelo tenor Mário João Alves. 

 

Retirado do Público

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