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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

Dança e Ópera, eixo do Festival ao Largo

 

Com uma programação quase diária e sobretudo gratuita, o espaço frente ao Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa, vai apresentar um Festival onde a música, enquadrada em espaços de dança e ópera, vai estar presente a partir das 22:00, de Junho a Julho, convidando os lisboetas a libertarem as suas tensões económicas ao som de excelente música interpretada por artistas de renome.

É cada vez mais difícil viabilizá-lo”, disse em conferência de imprensa, César Viana, director artístico do festival. “Este ano tivemos de alargar muito as parcerias, não só económicas como artísticas”.

 

João Villa-Lobos, administrador do Opart, entidade gestora do São Carlos e da Companhia Nacional de Bailado, afirmou que a contenção de custos passou por “usar os recursos da casa” e houve que assestar baterias nas parcerias. 


O orçamento do festival é de 250 mil euros, não sendo muito inferior ao do ano passado, afirmou aquele gestor.

 

Este ano fizemos uma aposta muito forte na ópera, bailado e teatro”, acrescentou César Viana. “Não tem havido muita ópera no Largo e este ano haverá”. 

A programação arrancará nos dias 29 e 30 com a ópera em versão concerto “Peer Gynt”, de Edvard Grieg, música de cena para o texto do dramaturgo norueguês Henrik Ibsen, com Irene Cruz a fazer leitura de cena, sendo a direcção musical de Martin André para o coro do São Carlos e a Orquestra Sinfónica Portuguesa.

 

Continunado a viagem, Espanha chegará ao Largo do São Carlos a 13 e 14 de Julho, desta vez com as “Goyescas”, de Enrique Granados e direcção musical de João Paulo Santos. 


“Turandot” de Ferruccio Busoni, mais uma ópera em versão de concerto, com direcção musical de Moritz Gnann, chega ao Largo, a 27 e 28 de Julho.

 

De Espanha virá ainda “Carmen”, a 06 e 07 de Julho, um bailado inspirado na obra de Prosper Mérimée pela Companhia Antonio Gadés.

 

E a viagem prossegue, uma viagem, que na procura de pracerias, traz o Oriente até ao Largo, a 29 de Julho com a Orquestra Chinesa de Macau, que usa exclusivamente instrumentos tradicionais chineses, e, da Indonésia, Dança e Música de Sumatra, que actuarão a 26 de Julho. 

E o Leste também não faltará nesta viagem com o Programa Rakhmaninov-Chostakovitch, por um “trio de luxo” composto por Tatiana Samouil, em violino, Pavel Gomziakov, em violoncelo e Plamena Mangova, no piano.

Da programação do Festival ao Largo 2012 faz ainda parte Dança no Largo com a Companhia Nacional de Bailado, a interpretar “Du Don de Soi”, uma coreografia de Paulo Ribeiro, obra inspirada no universo cinematográfico de Andrei Tarkovski e “ La Valse”, uma curta-metragem de João Botelho. 

Haverá ainda um concerto dos Barokksolistene Oslo, uma espécie de “música de cervejaria do século XVII" e uma parceria com o Festival de Almada: Lisboa, espectáculo poético de rua, uma criação da Fondazione Pontedera Teatro, em torno de Fernando Pessoa, apresentada no largo onde o poeta nasceu.

 

Retirado do HardMúsica

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