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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

 

Letra

 

Autopsicodiagnose
 Miguel Araújo Jorge
 
Dói-me o baço, dói-me o braço
Tropeço e troco o passo
Faço o que posso e o que não posso
Meço, coço, peso e peço ao Padre-nosso

-Faço o que posso e o que não posso
Meço, coço, peso e peço ao Padre-nosso

Pesam-me as pernas, pesam-me penas
Patológicas obscenas
Faço o que sei e o que não sei:
Choro, rio, rezo, rogo em vãs novenas

-Faço o que sei e o que não sei:
Choro, rio, rezo, rogo em vãs novenas

Mas há uma azia que se me cresce
Que quando me aparece nada em mim se mexe:
É o medo que o meu médico deixe
Que eu deixe de ter de que me queixe

-Que eu deixe de ter de que me queixe

Ponho zelo, ponho gelo
Dói-me a pele e dói-me o pelo
Dói-me um cabelo e outro cabelo
A cruz, a cris, o calo e o cotovelo.

-Dói-me um cabelo e outro cabelo
A cruz, a cris, o calo, o cotovelo.

Ai Cristo, ai quisto,
Minha Nossa o que é que é isto?
Que é da crosta que era ali?
Que é do quisto que era ali?
Pelo que parece pereci

-Que é da crosta que era ali?
Que é do quisto que era ali?
Pelo que parece pereci

Mas há uma azia que se me cresce
Que quando me aparece nada em mim se mexe:
É o medo que o meu médico deixe
Que eu deixe de ter de que me queixe

-Que eu deixe de ter de que me queixe 

 

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