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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

Músicos homenageiam Sassetti no Hot Clube

 

Vários músicos interpretam no sábado à noite, em Lisboa, peças de autoria de Bernardo Sassetti, compositor falecido em Maio passado, anunciou o Hot Clube de Portugal.

 

O concerto realiza-se no Hot Clube, em Lisboa, e participam os músicos Carlos Barretto, Pedro Burmester, André Fernandes, Mário Laginha e Carlos Martins, com os quais Bernardo Sassetti partilhou várias vezes o palco e os estúdios de gravação.

 

«Cada um de nós irá interpretar duas ou três peças de do Bernardo [Sassetti]», disse um dos músicos participantes.

 

O compositor e pianista foi já homenageado, a título póstumo, pela Escola de Música do Conservatório Nacional, pelo festival Estoril Jazz e pelo Jazz Club de Macau.

 

Bernardo Sassetti, falecido aos 41 anos, era considerado um dos mais criativos pianistas da sua geração, para lá das fronteiras do jazz, vivendo inquieto em torno da música e da imagem.

 

Numa entrevista a Maria João Seixas, Bernardo Sassetti descrevia-se como «um terrestre que caminha de uma forma muito aérea, muito suspensa, à procura de qualquer coisa, sobretudo na música, que ainda não sabe muito bem o que é».

 

O percurso, feito desde os 18 anos, quando começou a tocar com Carlos Martins e com o Moreira’s Quartet, foi transversal na música portuguesa, tendo trabalhado com músicos do jazz, do fado, do pop, do rock e do hip hop.

 

Viveu em Londres e em Espanha e gravou o primeiro álbum, Sassetti, aos 23 anos, rodeado de músicos amigos, influenciado pelos sons latinos.

É com o terceiro álbum, Nocturno, de 2002, gravado com Carlos Barretto e Alexandre Frazão, que atrai as atenções da crítica, já depois de ter tocado com vários músicos estrangeiros, entre os quais o trompetista Guy Barker, com quem gravou um disco ao lado da Orquestra Filarmónica de Londres.

 

O músico compôs dezenas de peças, entre elas a música para o filme mudo Maria do Mar, de Leitão de Barros, e Alice, a banda sonora da longa-metragem de Marco Martins.

 

retirado do Sol

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