Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

Paulo de Carvalho leva voz e piano às Caldas da Rainha e Estremoz

 

No ano em que comemora os seus 50 anos de carreira, Paulo de Carvalho apresenta um recital alternativo «Paulo de Carvalho & Victor Zamora: Uma voz, um piano».


Juntando muitos dos seus temas mais populares, como «E Depois do Adeus», «Prelúdio (Mãe Negra)», «Os Meninos de Huambo» ou «Nini dos Meus 15 Anos», com outras canções da sua vida, Paulo de Carvalho junta-se ao pianista cubanoVictor Zamora, seu amigo de alguns anos, num recital intimista que lhe permite um maior contacto com o público, cantando e contando algumas estórias de vida.

 

Em 1974 Paulo de Carvalho venceu o Festival RTP da Canção com o tema «E depois do adeus», que serviria de primeira senha para a saída das tropas na madrugada do 25 de abril de 1974, que determinou a queda da ditadura.

 

Integrado no grupo Os Amigos, do qual, entre outros, faziam também parte Helena Isabel e Ana Bola, Paulo de Carvalho voltou a vencer o festival, em 1977, com a canção «Portugal no Coração».

 

Fazendo uma retrospetiva da carreira, Paulo de Carvalho afirmou à Lusa que tem mudado por opção. «Vamos mudando através dos anos e tenho feito muito para mudar para melhor, espero eu… e a diversos níveis, tanto profissional como pessoal», disse.

 

«As pessoas não podem hoje ouvir o mesmo Paulo de Carvalho de há dez anos, quanto mais de há 20 ou 30. Há outra carga emocional e afetiva, e eu sou outra pessoa, tenho consciência disso, e fiz muito por isso», sentenciou.

 

Referindo-se à sua música, Paulo de Carvalho descartou o «ir em modas pois estas são passageiras» e afirmou que tem «pesquisado muito mais as raízes da cultura musical portuguesa, a partir do fado», que definiu como «étnico-urbana».

 

«As modas são efémeras e se eu, numa ou noutra altura, até por desejo de mudança, pude ter tentado acompanhar as modas, cada vez mais faço uma pesquisa pelas raízes da música portuguesa, a partir do fado», sublinhou.

 

Para o autor, «prateleiras à parte», assume-se como «cantor de música ligeira - ou antes música séria, e outra que se faz para rir, e eu só me rio».

 

Paulo de Carvalho, 65 anos, começou a sua carreira fazendo parte de grupos de música rock, nomeadamente os Sheiks, que fez grande sucesso na década de 1960.

 

O ano passado, em julho, o intérprete editou o primeiro DVD da sua carreira, que regista o concerto realizado em 2009, no Museu do Oriente, em Lisboa.

 

Além do espetáculo com o qual encerrou a digressão «Do Amor», o DVD inclui um documentário biográfico de autoria de Maria João Gama e Rui Capitão, com testemunhos de colegas, amigos e filhos.

 

À agência Lusa o cantor afirmou que projeta celebrar o cinquentenário artístico «com um conjunto de atuações no país, não só no litoral e nas grandes cidades, mas nos muitos e excelentes auditórios e teatros que o país tem e onde estão também pessoas».

 

Data: 04 fevereiro 2012, 21h30

Local: Grande Auditório do Centro Cultural e de Congressos da Caldas da Rainha

Preço único: 12,00€

 

Data: 11 fevereiro 2012, 21h30

Local: Teatro Bernardim Ribeiro em Estremoz

 

Preços:

Plateia e 1º Balcão: 15,00€

Camarotes e Frisas: 12,50€

2º Balcão: 10,00€

 

Via Sapo Música


Quer ver a sua banda ou espectáculo divulgados aqui?,
envie um email para: olharparaomundo (arroba) sapo.pt
Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email