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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

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Hot Clube retoma o jazz após dois anos de ausência

 

Há alegria no Hot DR (Francisco Fatela/Hot Clube de Portugal)
Depois de uma pré-abertura em Dezembro para celebrar o regresso, o Hot Clube de Portugal, em Lisboa, retoma hoje a programação regular: o clube de jazz, agora em nova casa após um incêndio destruir a anterior, propõe, até Março, actuações do septeto da casa, de Mário Laginha ou de João Paulo Esteves da Silva. A partir de agora, funcionará semanalmente e sem interrupções.

Durante três noites no final de Dezembro, o Hot assinalou a reabertura num novo espaço - mas na mesma Praça da Alegria, no n.º 48 -, dois anos após a casa onde esteve décadas ter sido destruída num incêndio. Foram três noites de apresentação mas agora é que o mais antigo clube de jazz da Europa volta à actividade quotidiana.

 

Esta quinta-feira, abre portas para o primeiro de três dias de atuações do Septeto do Hot Clube, do qual fazem parte Claus Nymark, os irmãos Pedro, João e Bernardo Moreira, Bruno Santos, André Machado e João Hasselberg.

 

Em Fevereiro, destaque para a atuação da cantora Elisa Rodrigues (dias 9 e 10), acompanhada do pianista Júlio Rodrigues, do contrabaixista Cícero Lee e do baterista Bruno Pedroso, com quem apresentará o álbum de estreia “Heart Mouth Dialogues”, recentemente editado. Mário Laginha regressa ao Hot entre 16 a 18 de Fevereiro em formato trio, com Bernardo Moreira (contrabaixo) e Alexandre Frazão (bateria). Já o guitarrista Nuno Costa apresentará no clube, de 22 a 25 de Fevereiro, o álbum “All Must Go”, pela editora portuguesa Tone of a Pitch.

Na programação de 2012, o Hot reserva as terças-feiras para “jam sessions” e as quartas são dedicadas sobretudo a concertos dos alunos da escola de jazz com a Big Band do clube.

 

São os primeiros dias do resto da vida do clube de jazz alfacinha: o novo espaço é maior, tem camarins, mais casas de banho, um pátio arborizado, equipamento de som remodelado e um piano novo. Abre das 22h às 02 (excepto domingo e segunda), com concertos às 23h e 00h30

A cave onde funcionava antigamente, no número 39 de um prédio na Praça da Alegria, ficou destruída num incêndio a 22 de Dezembro de 2009, danificando algum espólio e obrigando ao cancelamento de toda a programação. O edifício foi demolido, mantendo-se apenas a fachada e, em 2010, a câmara de Lisboa aprovou a cedência de um espaço para o clube de jazz, num prédio vizinho na Praça da Alegria. Em Dezembro, a autarquia entregou as chaves do novo edifício ao HCP e transferiu cerca de 200 mil euros para a direção do clube fazer as obras de remodelação do novo espaço e começar a programar.

 

Via Público

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