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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

Adriana
 
A cantora, compositora e letrista Adriana afirmou à Lusa que o novo álbum, O Que Tinha de Ser, que chega ao mercado segunda-feira, «é acentuadamente mais jazz e world music».

Neste segundo álbum Adriana interpreta pela primeira vez temas que não são de sua autoria, nomeadamente, O que tinha de ser(Vinicius de Morais/Tom Jobim), que dá o título ao álbum e que interpreta a capella, e Acércate más (Osvaldo Farrés).

Todos os restantes nove temas são de sua autoria, cabendo-lhe ainda a responsabilidade pelos arranjos, direcção musical e produção.

Referindo-se à canção de Jobim e Vinicius, Adriana afirmou que é uma das que gostaria ter escrito, e que tentou gravá-la com acompanhamento instrumental, mas optou por um registo a capella«por fazer mais sentido e porque fica mais forte».

«A canção é perfeita e linda de morrer, tinha de fazer justiça à canção e com todas as minhas entranhas, forças e emoções interpretá-la a capella, pois fazia mais sentido para mim», acrescentou.

A opção por temas escritos por terceiros é «outro tipo de satisfação musical e estas são duas canções com as quais me identifico muito», disse a cantora.

Quanto aos temas de sua autoria, afirmou: «As canções vieram de tudo o que eu vivi, de tudo o que eu sou. É mais vida vivida, reflecte o que eu fui apreendendo».

«A temática amorosa está mais presente [que no anterior CD], mas eu sou só o mensageiro», referiu.

A cantora e compositora afirmou que evoluiu muito desde Adriana(2000), o álbum de estreia.

«O que Tinha de Ser aproxima-se muito mais da minha arte e do que sou agora», acrescentou.

Adriana ambiciona que o álbum «chegue o mais longe possível, nomeadamente ao estrangeiro», onde conta vir a actuar.

O álbum será apresentado ao vivo no dia 17 de Março no Auditório do Montepio, em Lisboa. No dia 1 de Maio actuará no palco do Centro Cultural de Belém, sendo ponto de partida para uma digressão nacional.

Adriana conviveu desde cedo com o universo do jazz, é filha do crítico e divulgador José Duarte, estudou música em Lisboa e aos 18 anos rumou para Boston, nos Estados Unidos, onde estudou no Berklee College.

Adriana decidiu estudar fora de Portugal, porque aquela escola e os Estados Unidos reuniam condições essenciais para o percurso que queria fazer na música: «Havia muitas nacionalidades, muitos géneros de músicos», explicou

 

Retirado de: SOL

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