Letra
TU ROUBASTE MINHA ATENÇÃO
DESARMASTE MEU CORAÇÃO
E VIESTE SEM AVISAR
SEM EU TE PROCURAR
REFRÃO
MAS QUEM ÉS TU
PESSOA
QUE ME FAZES SORRIR ATOA
MAS QUEM ÉS TU
PESSOA
QUE ME FAZES SORRIR
EU BEM TENTO EXPLICAR
MAS DESCONSIGO FALAR
JÁ TE DEI VÁRIOS SINAIS
MAS FALTAM PALAVRAS
PARA DESCREVER
TU ROUBASTE A MINHA ATENÇÃO
DESARMASTE O MEU CORAÇÃO
E VIESTE SEM AVISAR
SEM EU TE PROCURAR
MAS QUEM ÉS TU
PESSOA
ME FAZES SORRIR ATOA
MAS QUEM ÉS TU
PESSOA
QUE ME FAZES SORRIR
FALAR NÃO CHEGA
PARA EU ACREDITAR
SOU FÃ DE AÇÕES
E VAIS TER DE MOSTRAR
TU ROUBASTE A MINHA ATENÇAO
DESARMASTE O MEU CORAÇÃO
E VIESTE SEM AVISAR
SEM EU TE PROCURAR
REFRÃO X2
Lyrics :Rita Seidi e Sara Tavares

Out.Fest “arranca” com Mês da Música no Barreiro
O Out.Fest – Festival Internacional de Música Exploratória do Barreiro, já, de 4 a 7 de outubro, em vários locais do Concelho, dá o mote para o Mês da Música, repleto de iniciativas, inspiradas em vários estilos. No sábado, dia 7, pelas 18h30, na Igreja de Nossa Senhora do Rosário do Barreiro, haverá, no âmbito do Mês da Música, uma "Missa cantada em Honra de Nª Srª do Rosário". Domingo, dia 8 outubro, pelas 16h00, a Banda Municipal do Barreiro assinalará o seu 45º aniversário com um Concerto comemorativo, no Auditório Municipal Augusto Cabrita.
A abertura da edição de 2017 do Out.Fest, com duas dezenas de eventos na programação, terá lugar pelas 21h30 de quarta-feira, dia 4, com um concerto muito especial, que resultará da colaboração entre o compositor Jonathan Uliel Saldanha e várias dezenas de barreirenses, integrantes do Coral TAB (Trabalhadores das Autarquias do Barreiro) e do Coro B-Voice.
O OUT.FEST – Festival Internacional de Música Exploratória do Barreiro, refira-se, viu, recentemente, ser-lhe renovado o selo de qualidade europeu EFFE – “Europe for Festivals, Festivals for Europe”, e cuja edição de 2016 foi uma das duas únicas nomeações nacionais para os European Festival Awards (juntamente com o festival Nos Alive).
O Festival, que conta com financiamento de entidades como a Direção-Geral das Artes, CMB ou Baía do Tejo, é considerado um dos mais importantes a nível nacional e europeu no âmbito das “novas músicas”, e um dos mais reconhecidos e prestigiados cartões de visita da cidade do Barreiro, notabilizando-se, para além da qualidade da programação, pela realização de espetáculos nos mais diversos locais de interesse histórico e patrimonial do Concelho da Margem Sul do Tejo, numa missão de democratização do acesso à cultura e de descentralização da oferta.
Todas as informações sobre o programa, bilhetes e locais podem ser consultadas em www.outfest.pt. Toda a programação atualizada do Mês da Música pode ser consultada no Site da Câmara Municipal do Barreiro (CMB) – www.cm-barreiro.pt – ou na sua página do Facebook –www.facebook.com/municipio.barreiro.
Programa completo | Out.Fest:
CMB 2017-10-02
Letra
Abre-me a porta mãe ‘tou a chegar, trago da escola coisas pra contar
cá pra mim já sabes, porque a diretora de turma avisou-me que te ia ligar
parou a aula pra me enxovalhar à pala da roupa que eu ando a usar
e porque hoje trouxe um anel do chinês e a chapa ao pescoço posta num colar
Quer ficar a par das companhias, se no intervalo eu ando no Sameiro
a apanhar beatas, mas eu fumar um cigarro, tá pra chegar o primeiro
penso pra mim, o melhor que fazias era dizer isso a frente de um espelho
que deves ter começado nesta idade e hoje dás aulas com bafo a cinzeiro
Baggy jeans e o cabelo à Zé Milho foi tudo aquilo que arranjaram pra apontar ao teu filho
tenha cuidado que ele é fino, mas mantenha-o no trilho, porque a julgar pelo aspeto ‘tá metido em sarilho
querem falar de mim vou dar um motivo, comecei a pintar paredes da cidade onde eu vivo
sair pela rede éne vezes com lata, hoje rio-me da porcaria que fiz pra preencher o vazio
O meu desenho acho lindo e é feio, como bazar do recreio sem que na escola eles vejam
Na verdade, foi assim que ganhei, ainda que à margem da lei, a minha primeira HipHopNation
Quem diria que dos gunas ouviria lições de vida além de mocas e de blocos de notas
com a vertente educativa que até aqui me traria aquela mensagem positiva dos Dealema ou do Nokas
Abre-me a porta mãe ‘tou a chegar, trago da escola coisas pra contar
cá pra mim não sabes, porque a diretora não tem um motivo para hoje te ligar
a não ser que fosse a dar os parabéns pelo crescimento do filho que tens
os prémios que ganha com aquilo que escreve, as notas que tem, ficava-lhe bem mas…
fica a pensar que a minha evolução teve o seu contributo (na…)
figura de estilo, semântica e métrica foi tudo fruto da
rotina constante a consumir rap que ela censurou
foi la que busquei identidade que ela ao me julgar quase me roubou, mas…
refrão
Sinto que vou buscar aquilo que é meu
Sei de quem já há muito que me esqueceu
Vejo que há um pouco de mim que lá morreu
E hoje é o dia de eu levantar o véu
Abre-me a porta mãe ‘tou a chegar, vai-te parecer que ‘tou a alucinar
juro que vi o futuro num sonho em que a arte era a forma do homem se salvar
fonte em que a mente se pode banhar, espaço prá alma revitalizar
a sala de espelhos, em que um homem nu se fica a conhecer num olhar singular
Espera um pouco, deixa acabar que isto é arte em bruto, estou-me a lapidar
ninguém leva a sério o que eu falo, preciso de alguém a quem possa mostrar
sei que pra já são rimas em ar, mas se eu paro agora vou ficar sedado
vivo no quarto a rimar palavras e no fim do dia ainda acabo gozado
Enfiado num sistema de ensino que vandaliza quem ensina e espera ver-me no cimo
tiram-me as bases só pra ver se eu me auto disciplino por isso escrevo o que sinto e decoro aquilo que rimo
Depois de 10 anos a comer calado dentro do quarto fechado eu continuo a dar na música
a única forma de passar o que penso como passaram a mim e fazê-lo de uma forma lúdica
Mãe hoje dizem que o teu filho é crescido e quando apareço de gravata já não vêm defeito
quem diria que o miúdo com o futuro tremido entrava numa faculdade pública de Direito
vim cá ver de que é que o país é feito…grandes artistas!
génios, cobardes, homens de verdade, amigos, porcas e chupistas
Tranca-me a porta mãe vou chegar tarde, abre-me a porta mãe que eu já cheguei
tentei fugir, fazer de novo, esquecer o rap, acho que falhei
e eles dizem que vale mil palavras a imagem, só que imagem não define ninguém
eu fico para a ouvir a mensagem e comparar com a imagem que ela tem
betos e cromos, dreads e gunas dão pelos nomes que a gente lhes dá
e o dread que sonha fortunas é o beto que rouba trocos de amanha
E eu ‘tou na rotina constante a fazer o som que ela censurou
é la que busco a identidade que ela ao me julgar quase me roubou mas…
Refrão
Letra, captação e edição por: PURO L

Após o sucesso de um espectáculo único no Festival Jazz de Ravello, Itália, que conquistou o público e a imprensa internacional, Maria João e Egberto Gismonti apresentam uma digressão europeia em conjunto.
O encontro entre Maria João (voz) e Egberto Gismonti (piano e guitarra de 10 cordas) une, ao vivo, duas das maiores forças e representações do não conformismo e da experimentação da cultura lusófona. A digressão, que começa em Portugal, tem ainda passagem assegurada por países como Alemanha, Áustria ou Hungria.
Maria João é hoje uma artista de referência no campo da música improvisada. Reconhecida mundialmente, cedo o seu talento ultrapassou fronteiras e já pisou os palcos dos principais festivais de jazz na Europa e no mundo, colaborando com artistas como Joe Zawinul , Bobby Mcferrin, Lenine, André Mehmari , Gilberto Gil, Egberto Gismonti, Aki Takase, Bobo Stenson, Gilberto Gil ou Manu Katché, entre muitos outros.
Próximo de completar cinco décadas de carreira, Egberto Gismonti construiu a sua obra com base na experimentação. O multi-instrumentista trabalha sonoridades e universos distintos, criando novas pontes e dinâmicas musicais. Tem uma vasta discografia editada mundialmente e tornou-se uma referência para a nova geração de músicos brasileiros, que começam agora a regravar as suas composições.
Maria João - voz
Egberto Gismonti - piano / guitarra 10 cordas
04 Out - Budda Power Blues@ Vila Real
05 Out - Budda Power Blues@ Bragança
Maria João & Egberto Gismonti (TOUR)
*09 Out @ CCB - 21h00
*11 Out @ Casa da Música - 21h30
12 Out @ Luxemburgo
13 Out @ Murnau am Staffelsee - Alemanha
15 Out @ Schloss Neuhardenber - Alemanha
16 Out @ Vienna
17 Out @ Budapest
18 Out @ Heidelberg- Alemanha
19 Out @ Lugano
20 Out @ Leipzig – - Alemanha
27 Out - A Poesia de Aldir Blanc @ FOLIO, Óbidos
Letra
rita-seidi_lead
| Song Information | |
| Music: Sara Tavares | |
| Lyrics: Sara Tavares, Kalaf Epalanga |
Lugar comum
Nesta cidade acordo a vontade
Quase em jejum
Corro apressada atravesso a cidade
Entro a bordo do bus
O mundo todo enlatado
Tem lata de tudo
Até tem lata de Lisboa
P’ra turista levar
Bonito e barato
Vem da baixa
Bonito e barato
Made in China
(Lisboa, Lisboa, Lisboa, Lisboa, Lisboa)
Ai Lisboa
(Lisboa, Lisboa, Lisboa, Lisboa, Lisboa)
É minha, é tua
Lisboa, Lisboa, Lisboa, Lisboa, Lisboa
Senão fosses minha
Eu te roubava num postal de espuma
Nesse mar de gente
Me esconderia na renda da tua saia
Mudava o nome e a morada
E se não fosse pessoa
Era Maria Lisboa
Maria Ninguém
Viramos a noite
Num tarraxo colado
Riscamos o chão
B.Leza na palma da mão
Até de manhã
(Lisboa, Lisboa, Lisboa, Lisboa, Lisboa)
Ai Lisboa
(Lisboa, Lisboa, Lisboa, Lisboa, Lisboa)
Lisboa
É minha, é tua, é nossa, é de todo o mundo
Ai, ai, ai… (É minha, é tua, é nossa, é de todo o mundo)
É nossa, é de todo o mundo
Lisboa, Lisboa, Lisboa, Lisboa, Lisboa
Ai, ai, ai…
(Lisboa, Lisboa, Lisboa, Lisboa, Lisboa)
Lisboa…
(É minha, é tua, é nossa, é de todo o mundo)
Ai, ai, ai…
(É minha, é tua, é nossa, é de todo o mundo)
É nossa, é de todo o mundo
Lisboa, Lisboa, Lisboa, Lisboa, Lisboa
Music & Lyrics: Sara Tavares and Kalaf Ângelo.

“ I Lost a Friend” é um tema que se pretendia com um feel Portishead meets James Bond e Led Zeppelin. Versa sobre a perda de um amigo que abdicou dos seus sonhos para se dedicar à banalidade e rotina. Alguém que teve medo de perseguir os seus sonhos e entregou a vida de bandeja.
O solo da Maria João é soberbo e mostra o porquê de ser considerada uma das grandes vozes do mundo.
Letra
Não encontrei a letra desta música
Música e Letra: Edgar Santos

OS CLÁSSICOS E AS INTERMITÊNCIAS DO AMOR EM “DÁ-ME A TUA MÃO”
“P’ra quê complicar?”. A pergunta é d’Os Clássicos e está presente em “Dá-me a Tua Mão”, o melífluo pedaço de música pop que acompanha o duro momento em que o protagonista avança, destemido, em busca de correspondência no amor que nutre por uma rapariga.
O trio assume novamente as suas raízes pop/rock não escondendo as influências slow-rock e pop/funk que marcam a sonoridade. O terceiro single sucede a “Amor de Escola” e “Bom Demais”, e é mais uma amostra de “Primeiro Acto”, o álbum de estreia já disponível online, antes da edição física pela Music For All no final deste mês.
Letra
raio de sol
beija a pele de uma criança que ri
há tanto tempo
que a àgua da vida não caía aqui
(chorus)
chuva de verão
no coração
chuva de verão
traz emoção
canta e dança
todos os dias há razão pra celebrar
bate no peito
um coração com força de acreditar
(chorus)
dia que tchuba bem, nôs ta voa
dia que tchuba bem, nôs ta dança
dia que tchuba bem, nôs ta voa
dia que tchuba bem, nôs ta dança
Electric Man é Tito Pires que, depois de se lançar a solo e trazer ao mundo o álbum de estreia homónimo, está de regresso com Electric Domestique.
Mais que o nome do novo álbum, Electric Domestique é acima de tudo o nome da materialização de um processo de produção caseiro que aqui se assume com firmeza e que, mais que expor limitações, se revelou como parte marcante da sonoridade de Electric Man.
Esta aventura de exploração 'Do It Yourself' em formato "one man band" por entre as paredes da sua casa revela-se ao longo de 9 faixas, onde apresenta um universo diverso e criativo construído entre efeitos sonoros, batidas electrónicas, guitarra, sintetizador, theremin e voz, evidenciando a sua identidade musical em ponto de ebulição.
Para além do álbum, há também um novo vídeo. Desta vez para o tema Mother. Trata-se de uma versão para o tema original dos Danzig, lançada em 1988. A realização do vídeo ficou a cargo de Pedro Carruna e conta com a participação de Ondina Pires, conhecida pela sua passagem em bandas como Pop Dell’Arte e The Great Lesbian Show.
Electric Domestique foi editado dia hoje, estando disponível nas plataformas digitais habituais.
Letra
Aqui onde tudo o que nos envolve é doce,
aqui mo alto onde se respiura,
onde se acredita na possibilidade de tudo acontecer.
Aqui onde tudo é mimo,
onde tudo é simples e verdadeiro. Aqui dentro de nós.
Here - where everything which envelopes us is sweet, here on high where one breathes, where one believes in the possibility of anything happening. Here, where eveything is a caress, where all is simple and true. Here where love germinates. Here inside us.
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Letra
Um sensação doce,
Um sombra bo magia,
Nha vida inteira m ta dá
Sô pa um segundo de bô sorriso.
Êh grandéza di amor
Bem maior ki tudo dôr
Abri asa e voá...
Muna, ná paz
Muna, ná fé
Joana, Muna
Nha mana di cor café
Um sensação doce,
Um sombra bo magia,
Nha vida inteira m ta dá
Sô pa um segundo de bô sorriso.
Êh grandéza di amor
Bem maior ki tudo dôr
Abri asa e voá...
Muna, ná paz
Muna, ná fé
Joana, Muna
Nha mana di cor café
Bridge
Êh luar na bus odjus
Ki ta fazem sonhá cu sêu
E mansidão di bu alma
Ki ta invadim nha coraçom
Di Luz, di ceu
Siduz, cretcheu
Nha muna xeia
Muna, na paz
Muna, na fé
Joana, muna
Nha mana di cor café
Ai muna, muna xeia
Muna, na fé
Joana, muna
Muna Xeia
Nha mana
Di cor café

As primeiras datas de apresentação ao vivo são dia 3 de Outubro na Casa do Livro no Porto e dia 4 na Associação de Socorros Mútuos de Freamunde.
Com a colaboração de Ricardo Fidalgo (The Acoustic Foundation) no baixo, Gonçalo Salta (The Acoustic Foundation) na bateria, Nuno Machado (The Black Zebra) na guitarra e Ricardo Sousa (Eden Lewis II) nas teclas, juntamente com alguns convidados para a secção de sopros, há um conjunto de ingredientes distintos que se fundem numa receita capaz de agradar a todos.
Rui Taipa é um cantautor nortenho, de Freamunde, com bases folk, indie, funk e rock alternativo.
Quem o conhece, a solo, conhece bem a sua vertente folk, de escritor de canções com espaço para o alternativo e um toque de funk, que podemos encontrar no seu primeiro E.P. “Meia Dúzia de Histórias”, editado em 2014, dando início ao seu percurso discográfico.
Com temas absolutamente distintos uns dos outros, denotando-se grande versatilidade na composição e apenas fazendo uso da guitarra, harmónica, kazoo e voz, Rui Taipa chegou ao mundo como “o novo cantautor Lusitano”.
Paciente e trabalhador, nestes últimos anos, Taipa tem vindo a procurar a sua identidade sonora, por esses palcos fora, revelando agora um pouco mais de si. Sem destoar do seu lado cantautor, apresenta-se neste novo trabalho com um registo mais a la Feist, Buckley mas, sobretudo, a la Taipa!
Letra
SE FOR
PARA DAR O PASSO
VOU PROVAR QUE DOU
SE ASSIM FOR LEVE
ESTA CANÇÃO
VEM CORAÇÃO
SE PASSEANDO
JUNTO A MIM
SENTIRES, ENFIM
DIZ SIM
SE PASSO A PASSO
ME ENCOSTAR
AO TEU LUGAR
SE DERES O PASSO
COMO EU DOU
VERÁS QUEM SOU
QUE É BOM ESTAR PERTO
DANÇAR LENTO
JUNTO A MIM
DIZ SIM
MEU LADO FRACO PARA TI
TEU LADO QUASE FORTE
NÃO É TANTO ASSIM,
VEM,
DIZ SIM.
SE QUISERES DAR O PASSO
PARA ONDE ESTOU
E PASSO A PASSO
TE ENCONTRAR
NO MEU LUGAR
OU QUANDO A DANÇA
DA CANÇÃO
TE DER RAZÃO…
DIZ SIM
ENTÃO
DIZ SIM
AI NÃO…
LETRA E MÚSICA: TIAGO BETTENCOURT
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Letra
Com sambinha no pé
Coração cheio de fé
Esse teu sorriso é k me kuyou bué
Esse teu sorriso é k matou o David Zé
Só porque o amor é bué
Cause I feel good
Very nice
Cause you've got good
Good, good vibes
Eh você aí, auiué
Eh você é bué
Vieste gingando
Para dentro do meu coração
E ele foi pulsando, bate, bate, coração
Essa tua música é feitiço da luz
Ela é vibração
Só porque o amor é bué
Cause I feel good
Very nice
Cause we've got good
Good, good vibes
Não encontrei os créditos desta música
Música
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Cultura
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