
18 NOV | MUSEU NACIONAL DE ARQUEOLOGIA AO MOSTEIRO DOS JERÓNIMOS|
CONVIDADOS: MAFALDA ARNAUTH E LUÍS REPRESAS
23 NOV | CASA DA MÚSICA | PORTO
CONVIDADA: MAFALDA ARNAUTH
24 NOV | CASINO DA FIGUEIRA DA FOZ
CONVIDADA: MAFALDA ARNAUTH
Letra
Eu sou a outra
Aquela que todos condenam
Que ao meu lado ele é feliz
Que tudo eu fiz nunca falam
Se limitam a ofender-me
Lutam para me destruir
Meus sentimentos ignoram
E meus olhos sempre choram
Na rua me chamam nomes
Trambiqueira interesseira
Já dizem que eu não te amo
Que te engano com outros homens
Eu choro, eu choro
Minha mãe para mim não fala mais
Meus irmãos estou a perder
Eu choro, eu choro
Minha família eu sacrifiquei
Por ti meu grande amor
[fim]
Eu sei que ele é casado
Tem família e tem mulher
Mas o que é que eu vou fazer
Se o meu coração, assim quer
Queria eu também ter um homem só
Para mim
Mas o que é que eu vou fazer
Se a destino não me dá
Quando o filho dele em casa esta
Doente
Eu também choro
Quando ele fica triste em casa
Eu também deprimo
Eu sei que ele só vem
Os domingos e as segundas
Mas eu lhe amo mesmo assim, eu lhe
Amo mesmo assim
Não me faltam homens que queiram me dar um anel
Mas a verdade é que com ele eu me sinto
Como se tivesse subido ao 01tar
Desculpa só é
Eu sou a outra, também mereço ser feliz
O meu senhor aiaiaia também mereça ser feliz
Eu choro, eu choro
Por isso eu assumo
Assumo, assumo, assumo eu sou a outra
Eu sou a outra

URSO BARDO
Café Concerto
Bar ACERT
Sáb. 28 outubro de 2017 às 23:30
Road Trip por uma terra desconhecida
(Adiado para)
Sáb. 28 outubro de 2017 às 23:30 no Bar ACERT
Enquanto músicos, somos assombrados por uma nuvem de impaciência que só se dissipa a tocar canções.
Primeiro houve a sorte de nos encontrarmos. Depois veio a surpresa maravilhosa de juntos, sermos capazes de viajar. Aventurámo-nos o mais longe que sabíamos. Procurámos transcender todas as - nossas - fronteiras e escolhemos sempre correr riscos. Este é um disco sobre essa viagem. É a nossa própria banda sonora para uma road trip sem mapa, através de um território novo que, estranhamente, nos é muito familiar.
Entrada gratuita
Ficha Técnica
Bateria: Ricardo Antunes
Baixo: Ricardo Canelas
Guitarra: Filipe Palha e Tiago Pedroso
Letra
Quem vai sair da Jugoslávia?
No império da selva, não sei quem vai ganhar nesta confusão
Eu vou ser mais culto e começar a ler
Depois da guerra, terra e água
Ver a Jugoslávia
Jugoslávia, não vás cair aos pés dos homens não
Fome em mil e fica tudo igual, do Reino à República Federal
"6 em 1" - melhor que os detergentes - lava a cara, as mão, os dentes
Ver a Jugoslávia
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4 de novembro, 15h00, Convento Madre de Deus da Verderena
Poesia no Fado
O Convento Madre de Deus da Verderena recebe, no dia 4 de novembro, pelas 15h00, a iniciativa “Poesia no Fado”, promovida pela AAVAC – Associação dos Amigos dos Automóveis e Veículos Antigos e Clássicos.
“Poesia no Fado” tem entrada livre.
Mais informações 21 2068654.
CMB 2017-10-25
Letra
QUEM SOU
(Eugenia Ávila Ramos)
Eu sou quem sou
mais do que alguém pode ver
vou além, sou audaz
sou capaz de surpreender
O que vou fazer
só o tempo o dirá
que queres tu de mim
que não te tenha dado já
Diz-me lá, em quê
como é passar ao lado
de ti, de nós
sem sequer o ter mostrado
Ah, ah, ah, ahaaa
Serei eu, só eu
que fica assim calado
como se nada
se tivesse passado
Quem é que não
remou pró mesmo lado
Ah, ah, ah, ahaaa
Eu sei que vou
ser o que me disseres
fazer mais do que sou
e esperar que também me esperes
Diz-me lá, em quê
como é passar ao lado
de ti, de nós
sem sequer o ter mostrado
Serei eu, só eu
que fica assim calado
como se nada
se tivesse passado
Quem é que não
remou pró mesmo lado
Serei eu, só eu, serei eu?
Serei eu, só eu
que fica assim calado
como se nada
se tivesse passado
Quem é que não
remou pró mesmo lado
Serei eu, só eu, culpado?
Serei eu, só eu
que fica assim calado
como se nada
se tivesse passado
Quem é que não
remou pró mesmo lado
Serei eu, só eu
que fica assim calado
como se nada
se tivesse passado

“NOITES DE QUELUZ” ENCERRAM COM DUAS ESTREIAS
A edição 2017 das “Noites de Queluz – Tempestade e Galanterie” encerra este fim de semana, com dois concertos em que a música portuguesa está em destaque: na sexta-feira, a pianofortista espanhola Laura Fernández Granero atua pela primeira vez em Portugal e, dois dias depois, no domingo, o concerto de encerramento apresenta a estreia mundial moderna da serenata “Il Natal di Giove”, de João Cordeiro da Silva.
Foi fora dos seus países de origem que João Domingos Bomtempo (1775-1842) e Muzio Clementi (1752-1832) conheceram a fama. O português alcançou prestígio em Paris e em Londres, e o italiano em terras de Sua Majestade, para onde cedo foi morar, mais tarde se naturalizando inglês. Compositores, pianistas virtuoses e pedagogos, ambos, foram igualmente grandes amigos, amizade essa revisitada no concerto de 27 de outubro, às 21h30, cujo subtítulo é “Os alvores do Romantismo em Portugal” e que tem lugar na Sala da Música do Palácio Nacional de Queluz. Um programa de sonatas, danças, variações e pequenas peças de Bomtempo e Clementi, que será interpretado pela jovem pianofortista espanhola Laura Fernández Granero, naquela que é a sua primeira atuação em Portugal.
Uma outra estreia está reservada para o concerto de encerramento das “Noites de Queluz”. Referimo-nos à serenata “Il Natal di Giove”, de João Cordeiro da Silva (c. 1735-c. 1808), estreada no Palácio de Queluz a 21 de agosto de 1778, para celebrar o 17.º aniversário do infante José Francisco, filho de D. Pedro III e da rainha D. Maria I. Esquecida desde então, tem no domingo, 29 de outubro, a sua estreia mundial moderna. O concerto “Uma serenata para o aniversário do príncipe herdeiro” acontece às 21h30, na Sala do Trono, e conta com a direção musical de Riccardo Doni, à frente da orquestra barroca Divino Sospiro.
As “Noites de Queluz – Tempestade e Galanterie” regressam ao Palácio Nacional de Queluz, com sete concertos distribuídos entre 27 de setembro e 29 de outubro. Estes espetáculos, que acontecem na Sala do Trono e na Sala da Música, propõem repertórios criteriosamente ajustados ao contexto histórico do Palácio, numa viagem pelas sonoridades do período Setecentista e do 1.º Romantismo.
“Noites de Queluz – Tempestade e Galanterie” é uma iniciativa conjunta da Parques de Sintra e do Centro de Estudos Musicais Setecentistas em Portugal / Divino Sospiro, com direção artística do maestro Massimo Mazzeo. Este ciclo de concertos assinala o início da 4.ª Temporada de Música da Parques de Sintra.
Informações úteis
Preço de bilhete por concerto: 10 euros
Locais de venda:
Bilheteiras da Parques de Sintra
FNAC, Worten, El Corte Inglés, MEO Arena, Media Markt, lojas ACP, rede PAGAQUI e Postos de Turismo de Sintra e Cascais.
Online em www.parquesdesintra.pt e em www.blueticket.pt
M/6
Após o início do espetáculo, apenas no intervalo será permitida a entrada na sala. Poderá haver concertos sem intervalo.
Falta de comparência ou atraso não dão direito a reembolso do valor do bilhete.
“Noites de Queluz – Tempestade e Galanterie” conta com a Antena 2 como ‘media partner’.
Letra
Porque não rir de pé, no fim
E ver, já sem pé, só assim.
Se por querer um pouco mais
Vozes a cantar para mim.
Se por ter um pouco mais,
Medo de chegar ao fim.
Porque não ver de pé o fim
Perder, já em pé, só assim.
Por morrer um pouco mais,
Lento a contar do fim.
Só para ter um pouco mais
Tempo sem olhar para mim.
Não encontrei os créditos desta música

MULTIDISCIPLINAR
AUDITÓRIO | 3,5€ |120 MIN | M/6
À nossa volta nem tudo é desarmonia e caos. É preciso acordar os sentidos para os sons que nos rodeiam a perceber a perfeição do mundo. O corpo fala, transmite mensagens, o nosso rosto traduz emoções. Tudo é comunicação: da dança tradicional, aos ritmos latinos, da ginástica rítmica à dança contemporânea. Os sons com os quais tentamos harmonizar os gestos são múltiplos, a diversidade aproxima-nos, a diferença é o nosso mote. Este é um espetáculo plural onde são apresentados grupos tradicionais da região de Estarreja, mas também se lançam e se apresentam novos valores na música e na dança, como forma de alargar horizontes culturais e enriquecer o nosso património.
Tricaninhas do Antuã organização
Letra
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O multiplatinado cantautor Shawn Mendes anunciou recentemente o lançamento do seu álbum ao vivo “MTV unplugged”, que será editado a 3 de novembro. O álbum foi gravado durante o concerto intimista que Shawn deu no The Theatre do Ace Hotel, em Los Angeles, integrado na icónica série de espetáculos “Unplugged” da MTV. Além das versões despidas de temas célebres como “There’s Nothing Holdin’ Me Back”, “Mercy” e “Stitches”, o álbum inclui ainda uma versão de
“Use Somebody”, dos Kings of Leon, integrado no tema “Treat You Better”. “MTV Unplugged” já está disponível em regime de pré-venda e os fãs que adquirirem já o álbum recebem imediatamente o tema “Don’t be A Fool”.
O último ano foi repleto de conquistas para Shawn, que com o platinado álbum “Illuminate” alcançou o 1.º lugar do top de vendas dos EUA. O single “There’s Nothing Holdin’ Me Back” liderou o Top 40 Radio e a tabela Pop Songs da Billboard, durante duas semanas consecutivas. Shawn Mendes encontra-se ainda nomeado em cinco categorias dos MTV European Music Awards, nomeadamente para Melhor Canção – com “There’s Nothing Holdin’ Me Back” -, Melhor Artista, Melhor Artista Pop, Maiores Fãs e Melhor Artista Canadiano. Os MTV European Music Awards. Os MTV European Music Awards serão entregues a 12 de novembro, em Londres.
Recentemente, Shawn terminou as datas norte-americanas da sua digressão mundial, que seguirá para a Austrália e Ásia até ao final do ano.
O alinhamento de “MTV Unplugged”:
1. “There’s Nothing Holdin’ Me Back”
2. “Ruin”
3. “Stitches”
4. “Three Empty Words”
5. “Patience”
6. “Bad Reputation”
7. “Don’t Be A Fool”
8. “Roses”
9. “Mercy”
10. “Never Be Alone”
11. “Use Somebody/ Treat You Better”
Letra
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Diogo Piçarra fará a sua estreia nos palcos dos Coliseus para salas completamente esgotadas. Dia 27 de outubro, a primeira destas duas datas especiais, a festa será feita no Porto, com um concerto pensado ao milímetro, com um palco desenhado especialmente para estas salas, um cenário diferente e os convidados especiais Anavitória, Jimmy P, Valas e April Ivy. Repete-se, depois em Lisboa, dia 3 de novembro. Como já nos tem vindo a habituar, e disso são testemunhas os milhares e milhares de pessoas que já o viram atuar este ano, de Diogo Piçarra em palco espera-se a energia inesgotável de sempre.
Nos Coliseus estará também à venda uma nova linha de merchandise, desenhada pelo próprio artista em parceria com o irmão André Piçarra: 1 nova sweatshirt, 1 t-shirt com o símbolo do=s, 1 t-shirt com o alinhamento da tour escrita à mão pelo artista, 1 cap, 1 colar, tatuagens e 1 poster.
Recorde-se ainda que o galardoado “do=s" será reeditado no dia 27 com sete faixas extra: os estrondosos êxitos “Wall of Love” (Karetus fat. Diogo Piçarra) e “90”, nunca editados fisicamente, “Entre as Estrelas” o tema que Diogo canta com Jimmy P e dois inéditos, “Mágico” e “Crescente”. A reedição do disco conta ainda com uma versão do clássico de Elvis Presley “Can’t Help Falling in Love”, que habitualmente fecha os concertos da tour “do=s” numa versão gravada. O disco será editado com um novo grafismo e novas fotos do cantor e compositor.
Letra
Sou da água
da panela
o meu consolo são os olhos dela
Pra falar a verdade eu sou da falta
Sou do copo
do fracasso eu sou do arroto
Não suporto rato nem esgoto
Nem já as promessas da nossa democracia
Ah
mas o dia
o dia há-de chegar
Onde eu
com os outros do meu país
felizes
Ah
mera luz
que a minha voz reduz
A um pacote de fuba
uma ilusão de miúda…
Sou da lata
me dá birra fresca vem mulata
Não suporto fato nem gravata
Nem aparelho dentário nem magro salário
Sou do guetto
da kisaka eu sou do pincho
Meus canuco continuam no lixo
Meus kubiko continuam no lixo
Ah
mas o dia
o dia há-de chegar
Onde eu
com os outros do meu país felizes
Ah
mera luz
que a minha voz reduz
A um pacote de fuba
uma ilusão de miúda…
Letra de Paulo Flores / Paulo Flores e Ciro Bertini

The ninjas finally break the silence to once again deliver stage madness and push the envelope of EDM innovation. Inspiration and power injections in the sound machine has been the ninja routine since the drop of the last bomb “Stop The World”. No need to mention the hype of this one, as our current focus is to announce the coming of the new triple blaster pack “Rave Wave EP”. Out on Straight Up!’s sub label Playing With Monsters, the EP brings back the band’s raver roots with a whole new fresh touch. Feel it for yourself.
But this is not all we have for you. Shortly after, our monster “Demon Bass” will be featured in the Assassins Vol 5 compilation on Multikill Recordings. Not less of a raver, this evil divergent is meant to bring chaos and mass disorder on the dancefloor.
Also expect something deep for Halloween, as we won’t miss the opportunity to open Pandora’s box and release something outrageous on such a special date. And get ready to be active in the creation process, as the ninjas will be enrolling the wildest ravers out there through interactive contests you’ll love!
Letra
Um ka tem palavras
Pam expressa
Tinta de nha caneta
Já seca
E tont vez bo txora
So por causa d'mim
Com'é difícil vivé um vida
Separod
Ma um ta promete
Tudo ta melhorá
E se deus quiser
Sol ta bem cambá
E depois de tudo
Que ja no passá
ka tem nada que ta faze nos
Kebrá
Baby, moda bo
ka ta existi
Moda bo
Bo é perfeit pa mi, bo é nha
Nha, nha, nah vida
Nha, nha, nha tudo, baby bo é nha
Nha, nha, nha vida
Nha, nha, nha tudo
Nos no tem k ser fort
E dtxa passod fka la traz
No tem k ter coragem, coragem
Faze nos vida de volta
É ultima vez
k'um ta fazeb sofre
Ka tem nada ki ta fazi
Mi desisti di bo
Pode parci mil barreras,
Ka bu dexam mi so
Ka foi mi ki mata cristo
Ma es pom ta paga
Deus ki screbi nos distinu
Ninguém ka ta separa
Dipos di tudo ki nu passa
Manti firmi ku fé
Es ponu separado
Alem nu li si mé
Sem djobi boca di povo
Nu recupera nos vida
Nu sigui nos coraçon
Ainda nu tem saída
Di hoji em dianti
Um kre po tem so alegrias
Ser dona di nha casa
Cuida bem di nhas crias
Baby, moda bo
ka ta existi
Moda bo
Bo é perfeit pa mi, bo é nha
Nha, nha, nah vida
Nha, nha, nha tudo, baby bo é nha
Nha, nha, nha vida
Nha, nha, nha tudo
Refrao BIS
Refrao BIS
Não encontrei os créditos desta música

Letra
Não encontrei a letra ou os crféditos desta música

Letra
De queixo aberto eu vi tudo
Vi toda a virtude
Entre o passado e o presente
A viver isolado
Eu era só um eco do meu ego
Se eu não sou
Então quem é?
E tudo em mim era sonho
E as palavras poemas
Desculpas de sonso
E apanhado em esquemas
Nunca se sabe bem de onde é que veio
Vou contar-te um segredo
Se não contares a ninguém
Eu não sei se faço
Não sei se posso
Sempre fui bicho raro
Que só faz se pode
Só queria atenção
E mostrar uns dotes
Vivi tudo sozinho
A precisar de todos
O que lá vai lá vai
E eu caí em mim
Como é que lá vai
Se ainda está aqui?
Eu não mudei
Só não quis ser mais assim
O que lá vai lá vai
O que lá vai lá vai
E se só vai e não volta mais
Diz-me o que é que tem
O que lá vai lá vai
O que lá vai lá vai
E se só vai e não volta mais
Diz-me o que é que tem
Diz-me o que é que tem
Ohhh
Diz-me o que é que tem
O que lá vai lá vai
Olha para ti Mike
E vê como cresceste
Tá tudo tão diferente
E tudo parece o mesmo só
Ver-te de uma nova forma
É conhecer-te outra vez
Ver-te de uma nova forma
Tocar-te pela primeira vez
Vais sair de casa
Vai na calma tem juízo
Vai ligando à tua Mãe
E brigas afasta-te disso Mike
Outros desatinos Mike
Outros desafios Mike
Dá sinais de ti
Não te esqueças nunca de onde vens
Eu não te vejo tanto mas eu nunca te vi tanto
Sei que às vezes tenho um muro
Em que me escondo de vez em quando
Pequenas teimosias
Agradar em demasia
E não sabia que já tinha tudo aqui
Só que não via
Yey
Olha para ti tão crescida
Os olhos tão iguais
Para mim és sempre a mesma
Cames e peixinho, escondidas, pé-coxinho
Solta a vela está de sul
Olha o Miguelinho
O que lá vai lá vai
O que lá vai lá vai
E se só vai e não volta mais
Diz-me o que é que tem
O que lá vai lá vai
O que lá vai lá vai
E se só vai e não volta mais
Diz-me o que é que tem
O que lá vai lá vai
O que lá vai lá vai
E se só vai e não volta mais
Diz-me o que é que tem
Diz-me o que é que tem
Ohhh
O que lá vai lá vai
O que lá vai lá vai
E se só vai e não volta mais
Diz-me o que é que tem
Não encontrei os créditos desta música

Orquestra Académica Metropolitana este fim-de-semana no Barreiro
A edição 2017 do Mês da Música está a aproximar-se do seu final. Neste último fim-de-semana, o cartaz é “rico” em propostas, com destaque para o Concerto com a Orquestra Académica Metropolitana, no domingo, 29 de outubro, pelas 16h00, no Auditório Municipal Augusto Cabrita.
Restante PROGRAMAÇÃO do MÊS da MÚSICA
CONCERTOS
27 outubro | sexta-feira | 21h30 | "Concerto de Canto e Órgão" | Igreja de Nossa Senhora do Rosário do Barreiro
Faixa Etária – M/6 anos | Entrada livre
Canto – Ana Paula Russo e Carlos Guilherme
Organista – António Duarte
Ana Paula Russo
É Professora de Canto na Escola de Música do Conservatório Nacional e na Academia de Música de Almada.
Tem já uma longa carreira como solista em Portugal e no estrangeiro, tendo atuado em inúmeros concertos de Lied, ópera e oratória.
Foi laureada em diversos concursos de canto nacionais e internacionais e gravou programas para a rádio e televisão, assim como CDs de música erudita.
Como cantora convidada tem atuado regularmente num elevado número de produções cénicas do Teatro Nacional de S. Carlos, de outras instituições relevantes em Portugal (Expo 98, Gulbenkian, CPO, ONP, etc.) e no estrangeiro (Festival de Macau, Teatro Real de Madrid, Lincoln Center de New York).
Em abril de ’98 integrou o elenco que fez a estreia mundial da ópera “Os Dias Levantados” de António Pinho Vargas, gravada posteriormente para a EMI.
Carlos Guilherme
Estudou com John Labarge no Conservatório Regional do Algarve e foi cantor residente do Teatro Nacional de S. Carlos de 1980 a 1992. O seu repertório inclui 41 papéis principais em 82 óperas, recitais e concertos por todo o País sendo de realçar a sua colaboração com o Círculo Portuense de Ópera e a Fundação Calouste Gulbenkian. A partir de 1987 foi convidado a cantar noutros países tais como os Estados Unidos, Brasil, Moçambique, Bélgica, França e Israel. Gravou em CD “A Canção Portuguesa”, com Armando Vidal. Lançou recentemente o CD “IN OPERA” com árias de ópera acompanhado pela Orquestra do Norte. Além das principais orquestras portuguesas, colaborou com a Orquestra de Câmara de Pádua, do Comunal de Bolonha, Filarmónica de Moscovo e Sinfónicas de Budapeste, de S. Francisco, de Israel, de Pequim e de Shangai. Em abril de 2001 estreou-se em Itália no Teatro Rossini. Voltou a Itália em 2005 para cantar nos Teatros Comunais de Ferrara e de Modena. Atuou em Coimbra com o tenor José Carreras.
Melhorou a sua técnica vocal com Marimi del Pozo, Gino Becchi, Franco Campogalliani, Claude Thiolass e Regina Resnik. Venceu o prémio “Tomás Alcaide”.
Encontra-se no seu 37º ano de carreira profissional.
António Duarte
Realizou os seus estudos musicais no Centro de Estudos Gregorianos onde, sob a orientação do Professor Antoine Sibertin-Blanc, concluiu o Curso Superior de Órgão.
Como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian foi aluno da Professora Montserrat Torrent na Classe de Órgão do Conservatório Superior Municipal de Música de Barcelona, dedicando-se sobretudo ao estudo da Música Antiga Ibérica.
Gravou para a radiodifusão portuguesa e francesa e efetuou gravações discográficas em órgãos históricos portugueses e espanhóis.
Como concertista tem realizado concertos em diversos países europeus, no México, Japão e Estados Unidos da América.
É professor de Órgão na Escola de Música do Conservatório Nacional e Organista Titular da Sé Patriarcal de Lisboa.
Organização: Fábrica da Igreja de Nossa Senhora do Rosário do Barreiro
29 outubro | domingo | 16h00 | Orquestra Académica Metropolitana | Auditório Municipal Augusto Cabrita
Faixa Etária – M/6 anos
Ingresso – € 10,00
"O Fulgor do Século Romântico"
Direção Musical: Jean-Marc Burfin e/ou alunos do Curso de Direção de Orquestra da Academia Nacional Superior de Orquestra.
Existem opiniões de todo o género a respeito da Segunda Sinfonia de Brahms. Houve quem a chamasse «Sinfonia Pastoral», numa conotação evidente com as sugestões bucólicas da Sexta de Beethoven. Numa primeira impressão, Clara Schumann achou-a «alegre e encantadora», sendo também comuns adjetivos como «ensolarada» e «triunfal». É certo que em dezembro de 1877, por ocasião da estreia, o público de Viena manifestou o seu agrado pela disposição idílica da obra. Mas o tempo veio revelar diferentes matizes: intensidades expressivas arrebatadoras, êxtase emocional… Por sinal, o próprio compositor endereçou as seguintes palavras ao seu editor, um mês antes daquela data: «A nova sinfonia é tão melancólica que muito dificilmente a conseguirá suportar. Nunca escrevi algo tão triste, tão ’menor’: as páginas da partitura deveriam ter uma orla negra.» Confirma-se, portanto, que não existem experiências percetivas universais. Também nem todos reconhecem n’As Hébridas de Mendelssohn a contemplação da beleza da Gruta de Fingal ou a afetação tempestuosa de quem se curva diante da imensidão e força do mar.
TERTÚLIAS
30 outubro | segunda-feira | 15h00 | TERTÚLIAS NO CONVENTO | Convento da Madre de Deus da Verderena
Ao Encontro de…
“Música com história”
Convidado – José António Batata
Entrada Livre
MOSTRA BIBLIOGRÁFICA
Até 31 outubro | segunda a sexta-feira das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30 | “Livros Sonantes” – Mostra Bibliográfica comemorativa do Dia Mundial da Música | Biblioteca Prof. José Esteves e Espaço Entregerações | Convento da Madre de Deus da Verderena
Toda a programação atualizada do Mês da Música pode ser consultada no Site da Câmara Municipal do Barreiro – www.cm-barreiro.pt – ou na sua página do Facebook – www.facebook.com/municipio.barreiro.
CMB 2017-10-23
Letra
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Inserido na Programação do Nova Arcada Braga Blues, no próximo Domingo dia 29 de Outubro, Pedro Abrunhosa fará uma entrevista / concerto no Cineplace Nova Arcada pelas 17h.
Budda Guedes leva o seu programa de YouTube para a sala de cinema do Nova Arcada e entrevista Pedro Abrunhosa, numa conversa sobre o Blues. Juntos irão ainda tocar alguns Blues escolhida pelo consagrado músico portuense, que traz consigo dois dos seus músicos (Cláudio Souto, nos teclados e Bruno Macedo na guitarra) para se juntarem a Budda Guedes (voz e guitarra) e fazerem um mini concerto à volta do Blues.
Vamos Falar de Blues é um programa de YouTube que teve inicio em Fevereiro deste ano, onde Budda Guedes entrevista várias figuras do Blues nacional e internacional, com o intuito de divulgar o género e de munir de ferramentas todos aqueles que se queiram aprofundar no género.
Este programa especial será filmado e exibido mais tarde no canal de Youtube.
(O evento é gratuito mas, limitado aos lugares disponíveis.basta ligar para 253101886 )
Letra
[Verso 1]
E é verdade, o verso tá pesado
Mas dormir na mesma cama tem-se tornado um pecado adormeço como se 'tivesse ao teu lado e agarro o rabo desta bitch como se eu tivesse pago
E é de loucos eu pensar numa saída em que eu fosse por o fato
Mas a minha vida tem mudado isso é um facto
Encontrar uma bitch que mostre mais que entusiasmo porque isso tudo acaba quando aterras dum orgasmo
Por isso eu só viajo nem sempre o mesmo gajo eu vivo muito sonho mas também muito fracasso
Tenho o coração de pedra não me dou bem com amassos tenho um ódio tão gigante eu só preciso do meu espaço
Eu ando escravo da caneta mas até me sinto bem
Desde que eu não rime tretas e abrace a minha mãe
Fica só na tua porque eu já tou na lane, eu bazo e já não volto fica bem
[Refrão]
Ohhh, tu sabes que eu não vou
Tu sabes que eu não vou ficar
Sabes que eu não vou voltar
Ohh no, porque eu tou bem sem ti
Não negas o que eu senti
Eu só quero é fugir
[Verso 2]
Eles dizem Ruivo queres a guita? (yeah)
Então esquece essa menina man e faz-te mais á pista
Mas o que é que queres que eu faça quando nada cura a ferida
O tempo passa homies bazam nada do que sinto fica, eu fico a analisar a minha vida
Não há ninguém que diga como é que tu fizeste aquele truque de magia, tu trocaste muita grama por toneladas de alegria tu cortaste a concorrência miúda e tu nem concorrias
Até o sol perdia a luz quando sorrias
O nós foi tão real, foi tudo tão real e na cama foram tantas fantasias
Tu és mais que elas todas eu já fui o teu boy hoje sou o gajo pelas todas
Desculpa eu falo mal só mesmo à pala das toucas mas eu só te quero dizer tu vê lá com quem te encontras e por favor não chores eu sei que eles não te vão dar porra
Lembra do que eu fiz por ti miúda o resto é bocas, Ruivo
[Refrão]
Ohhh, tu sabe que eu não vou
Tu sabes que eu não vou ficar
Sabes que eu não vou voltar
Ohh no, porque eu tou bem sem ti
Não negas o que eu senti
Eu só quero é fugir
Mostrar menos
Não encontrei os créditos desta música

No próximo domingo vem fazer parte desta fantasia...
Letra
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Lançamento do Álbum "Cosmic Attraction" .
Concerto inserido no Festival Internacional Nova Arcada Braga Blues.
Letra
(Refrão)
Eu ganho a minha própria massa e compro tudo o que eu preciso
Os meus niggas são tão loucos metem coisas nas bebidas
Eu raramente tou sóbrio e passo noites sem dormir
Cotas todos a dizer que eu sou mais novo sem juizo
Eu sou o mais novo sem juizo
(E ninguém vai me mudar)
Eu sou mais novo sem juizo
(É claro que eu vim do Bairro)
Eu sou mais novo sem juizo
(E ninguem vai me mudar)
Eu sou mais novo sem juizo
(E é claro que eu vim do bairro)
(Verso Zara G)
Eu , pego a pussy pero e bazo
Tenho , tanta weed eu quero um vaso
Esses , niggas param quando eu passo
Eu não , durmo sonho acordado
Eu sou , louco tipo as minhas fãs
Brancas atrás de mim tipo avalanches
Duas irmãs, eu só lhes vejo de cuecas lembram me o tarzan
Tenho os meus olhos da cor dos meus Jordan
Eu faço com que esses niggas acordem
Eu tenho o game mas não sou da Worten
Minhas cadelas só chupam não mordem
Fazem fila eu como todas por ordem
Ouro na boca mas nem bebi Golden
Tudo o que eu cuspo esses niggas engolem
Tipo uma abelha eu só ando com Pólen
Eu sei que vou ficar rico por isso é que eu nem me preocupo em gastar o meu cash
Niggas pensam que eu trafico porque eu nunca fico parado ao contrário do resto
Tantas namoradas ao mesmo tempo nem eu próprio sei quem foi a minha ex
Tenho uma Zuka que quase causa Sismos a cada vez que aquela bunda mexe
Tou a fazer paca mas eu nem cozinho
Minha Weed é mais verde que os olhos do Kinho
As vossas princesas me chamam de King
E lutam por mim eu vou lhes dar um ringue
Eu sei que o teu boy sente inveja de mim
Mas nunca mostrou só lhe vejo a dormir
Eu perdi 300 Euros no Casino
Mas eu fiz o dobro no dia seguinte
(Refrão)
Eu ganho a minha própria massa e compro tudo o que eu preciso
Os meus niggas são tão loucos metem coisas nas bebidas
Eu raramente tou sóbrio e passo noites sem dormir
Cotas todos a dizer que eu sou mais novo sem juizo
Eu sou o mais novo sem juizo
(E ninguém vai me mudar)
Eu sou mais novo sem juizo
(É claro que eu vim do Bairro)
Eu sou mais novo sem juizo
(E ninguem vai me mudar)
Eu sou mais novo sem juizo
(E é claro que eu vim do bairro)
(Verso Michel)
Sou mais novo sem juizo
Tu não pisas onde eu piso
Tou ciente quero um "txitxo"
Trás bebida mete nisso
Tou com os niggas que eu preciso
No fundo tu sabes que isto é só reals
Fazemos meals
Damas para mim são negócios minha dick tá cheia de deals
Entorno a bebida parece torneira
Eu não mudo mesmo que o mundo queira
Deixa me tar a pausar com a tropeira
Não tenho sangue só álcool na veia
Como essas bitches não tenho maneiras
Não vem com beef tou sem brincadeira
Bitch ajoelha tipo que é uma freira
E na cama grita tipo que é uma feira
Bebida tu sabes não nego mais
Espera uma beca que eu pego mais
Fodo duas bitches com o Zara no final da noite nós vemos quem pera mais
Baby só podemos ser amantes
Viajo nessa bula tou distante
Não vou ser o mesmo que eu era antes
Vou ter aquilo que não tinha antes
Trago a minha bicth de London pa fazer um dab
Repara no preto com cap
So quero fazer money fast
Safoda o respect
Por isso é que um gajo investe
Deixa me tar com os meus dreds
Um gajo nao esquece
Daqueles que tiveram e tu não tiveste
Aqui tu perdes
Moca de " whaska " ta meter os niggas ficarem bad's
(Refrão)
Eu ganho a minha própria massa e compro tudo o que eu preciso
Os meus niggas são tão loucos metem coisas nas bebidas
Eu raramente tou sóbrio e passo noites sem dormir
Cotas todos a dizer que eu sou mais novo sem juizo
Eu sou o mais novo sem juizo
(E ninguém vai me mudar)
(V-Block V Block)
Eu sou mais novo sem juizo
(É claro que eu vim do Bairro)
(V-Block V Block)
Eu sou mais novo sem juizo
(E ninguem vai me mudar)
(V-Block V Block V-Block V-Block)
Eu sou mais novo sem juizo
(E é claro que eu vim do bairro)
(V-Block V Block V-Block V-Block)
É CLARO QUE EU VIM DO BAIRRO !
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A Voz do Operário e a Música Unida vêm por este meio comunicar a realização da primeira Gala de Fado A Voz do Operário no dia 12 de Novembro às 15h, no Salão de Festas da Voz do Operário.
Na conferência de imprensa de apresentação da primeira Gala de Fado A Voz do Operário foram anunciados os objectivos da realização anual da Gala, apresentados os fadistas que integram o elenco e divulgados os artistas agraciados com os Prémios Voz do Operário 2017.
A ligação entre a Sociedade de Instrução e Beneficência A Voz do Operário e o Fado remonta aos finais do século XIX. Ao longo da história da instituição, inúmeras foram as personalidades do mundo do fado que ajudaram a manter viva uma atividade regular, através de sessões de fado realizadas ou apoiadas pela Voz do Operário. De igual modo, as páginas do jornal A Voz do Operário foram um espaço sempre aberto para muitos autores lá registarem os seus poemas, e defenderam o Fado enquanto expressão cultural, social e das classes trabalhadoras.
Por sua vez a Musica Unida tem como princípio base a universalidade da Música em defesa da arte e da cultura. É cooperando na preservação do espólio cultural e do património imaterial da música e das tradições portuguesas, neste caso o Fado, que a Música Unida se junta à A Voz do Operário, contribuindo solidariamente na programação, organização e divulgação anual da Gala de Fado A Voz do Operário.
É esta relação indissociável ao Fado que A Voz do Operário e a Música Unida vêm agora celebrar com a realização anual da Gala de Fado A Voz do Operário, onde serão atribuídos prémios – uma estatueta estilizada, simbolizando o Fado – como forma de reconhecimento a personalidades ou instituições ligadas direta ou indiretamente ao Fado, e que são publicamente consideradas e reconhecidas pelo seu mérito, inovação, estilo e importante contributo para o Fado e, também, ao longo do seu percurso artístico, com A Voz do Operário.
A Gala vai contar com apresentação de Vítor de Sousa, Diamantina Rodrigues e José Nobre e no seu decorrer serão entregues os Prémios Voz do Operário 2017 a 13 ilustres personalidades do Fado nas seguintes categorias:
- Carreira: Maria Amélia Proença e António Rocha
- Poesia e Literatura: Mário Raínho e Fernando Campos de Castro
- Compositor: mestre António Parreira e Vital d'Assunção
- Artes e Espetáculo – Madrinha da Gala: Maria da Nazaré
- Solidariedade: Carlos do Carmo
- Divulgação: Grupo Sportivo Adicense
- Lisboa: Anita Guerreiro
- Revelação: Beatriz Felizardo e Pedro Junot
- Popular: José António Garcia
O cartaz da 1.ª Gala de Fado d’A Voz do Operário conta com a participação solidária de grandes nomes do mundo artístico, especialmente do Fado, tais como: Ana Maurício, António Pinto Basto, Augusto Ramos, Cidália Moreira, Conceição Ribeiro, Emma, Fernando Santos, Filipe Duarte, Hélder Moutinho, Jorge Baptista da Silva, Luís Matos, Maria da Nazaré e Vanessa Alves.
Bruno Netto é pintor e artista plástico responsável pela imagem oficial da Gala de Fado a Voz do Operário, inspirada na voz e na imagem da consagrada fadista Maria da Nazaré, quer para o cartaz, quer para estatueta dos Prémios Voz do Operário, bem como para o cenário da Gala. A imagem do cartaz é parte integrante do quadro que Bruno Netto doou à Voz do Operário para leilão com o objetivo de angariar fundos para nobre causa da Gala de Fado A Voz do Operário.
Honrando o Fado, personalidades e instituições, esta Gala tem um carácter intrinsecamente solidário, sendo voluntária a participação de todos os artistas, dado que um dos objetivos finais, além da sensibilização da importância para os valores da Sociedade de Instrução e Beneficência A Voz do Operário na sociedade portuguesa, é a angariação de fundos para as necessárias obras de requalificação do seu Salão de Festas, de forma a dar continuidade a todas as atividades culturais inerentes à sua atividade associativa.
Os bilhetes para esta Gala solidária, a realizar-se dia 12 de Novembro (domingo) pelas 15h no Salão de Festas, estarão à venda a partir de dia 22 de Outubro.”
Letra
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