
Art in Town no festival Barreiro Rocks
No âmbito da iniciativa Art In Town, vai ser realizado, dias 4 e 5 de novembro, um Mural em Homenagem a Crooner Vieira – músico, “entertainer, showman” – integrado no Festival Barreiro Rocks.
Da autoria de “Another”, artista barreirense, este trabalho, realizado nas instalações do GD Ferroviários, é inspirado numa fotografia de Vera Marmelo.
+INFO sobre o Festival Barreiro Rocks, a 3 e 4 de novembro:http://www.cm-barreiro.pt/frontoffice/pages/694?event_id=1123
CMB 2017-10-30
Letra
Há pessoas que me dizem que eu não faço coisa boa
Há pessoas que me dizem “Vai te embora”
E há pessoas que me dizem que eu não bato bem da bola
Há pessoas que me ligam, e desligam
Estou na zona zombie
Faço ouvidos moucos
Estou na zona zombie
Por isso eu faço ouvidos moucos
Dou-te com um tazer no blazer
Tem cuidado!
Atiro-te uma pizza à camisa
Tem cuidado1
Faço uma sujeira à tua beira
Tem cuidado!
Que eu dou-te com um fazer no blazer
Tem cuidado!
Há pessoas que me dizem que eu não faço coisa boa
Há pessoas que insistem, não me lixem
Não comecem, não inventem, nem comentem
Não me levam, não me tentem, não me convém
Estou na zona zombie
Faço ouvidos moucos
Estou na zona zombie
Por isso eu faço ouvidos moucos
Dou-te com um tazer no blazer
Tem cuidado!
Atiro-te uma pizza à camisa
Tem cuidado1
Faço uma sujeira à tua beira
Tem cuidado!
Que eu dou-te com um fazer no blazer
Tem cuidado!
Tem cuidado!
Tem cuidado!
Tem cuidado!
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MÚSICA
AUDITÓRIO| 5€ | 3€ (CARTÃO AMIGO, CARTÃO SÉNIOR E JOVEM MUNICIPAL)
75 MIN | M/6
O cantor estarrejense Nuno Bastos apresenta em primeira mão, o seu novo trabalho discográfico. No alinhamento deste novo Álbum, temas do EP "Recomeço" e novas canções de compositores brasileiros, contando inclusive com duetos com os artistas do outro lado do Atlântico: Sandami (ex-sambo), Serginho Meriti e Marquinhos Sensação. O Espetáculo terá direção musical de Vander Jeronymo e Produção de Kleber Leal, e o cantor estará acompanhado em Palco com a sua Banda e contará ainda com músicos convidados.
Nuno Bastos voz, Vander Jeronymo direção musical, Kleber Lealprodução
[Espetáculo promovido pelo Cine -Teatro de Estarreja]
Letra
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Lyrics/Music - Miguel Maat

FLOR DE SAL COM VITORINO
CINE-TEATRO LOULETANO
31 OUT. 21H30
O Cine-Teatro continua a apostar no lançamento de novos desafios a projetos musicais locais, juntando-os a reconhecidos nomes do panorama nacional. Desta vez, privilegiamos o universo da música tradicional e da world music ao propor o encontro entre o duo Flor de Sal e o prestigiado intérprete Vitorino Salomé, num diálogo em que será reinventado o repertório de ambos, bem como afinidades e influências comuns.
Composta por cristais leves, em forma de palheta, de uma brancura extrema, esta flor forma-se na superfície das pequenas peças da salina. A sua grande vantagem é o sabor que desperta nos alimentos (em vez do insípido sal refinado), afinando temperos e apurando prazeres. Trazida à luz da nossa realidade, e inspirada por esta paisagem intemporal espalhada pelas terras algarvias, nasce o projeto Flor de Sal. Um duo que começou em 2014 e que dois anos depois fez a apresentação oficial do seu primeiro disco Flor de Sal no Cine-Teatro Louletano.
Zé Francisco, assumindo-se como cantautor e contador de histórias ligadas ao mar, à sua faina, à nostalgia e ao amor que ele inspira, faz-se acompanhar da flautista Ana Figueiras, que com a sua experiência na área da música clássica e antiga, seu talento e afeto, contribui para uma interpretação fresca e inspiradora, não só da música de cariz tradicional portuguesa, mas também desta miscelânea de sabores que resulta na fusão entre diferentes géneros de músicas do Mundo.
Letra
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Os Quid são projeto de originais em português que, a ter de ser catalogado, fica confortavelmente "incluído na cena pop/rock/alternativo em formato acústico".
Têm a sua origem em Alcântara, Lisboa, e há um ano editaram o EP “Gramática de Ser”, que rodou em showcases e concertos pelo país.
Agora é a vez do single "Ex-Passo" chegar às plataformas digitais e dar a conhecer melhor a nossa música de Quid.
Com edição mundial, via plataformas digitais, marcada para 3 de novembro, "Ex-Passos" é apresentado ao vivo no dia seguinte, pelas 19h00, nas Escadinhas de Santo Amaro (Alcântara).
Letra
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VÍTOR BACALHAU APRESENTA NOVO ÁLBUM
3 DE NOVEMBRO - THEATRO CIRCO - 21H30 - BRAGA
VÍTOR BACALHAU lança seu segundo álbum!
Depois de dois anos de tour com o seu álbum de estreia Brand New Dawn, Vítor Bacalhau lança agora seu segundo álbum , Cosmic Attraction.
Dirty Little Girl foi o primeiro single lançado em Junho deste ano. Neste mês de Outubro lançamos o segundo single intitulado "Old Soul" com a participação especial de Budda Guedes.
O concerto de lançamento de Cosmic Attraction já tem dia e hora marcada. Será em Braga no Theatro Circo no dia 3 de Novembro. Este concerto está inserido no 1.º Festival Internacional de Blues de Braga, o "Nova Arcada Braga Blues". Os bilhetes já estão à venda.
COSMIC ATTRACTION
De forma a capturar toda a energia deste Power Trio, Cosmic Attraction
foi gravado sem overdubs, sem metrónomo e sem munição.
Este novo trabalho de Vítor Bacalhau é sem dúvida um reflexo dos inúmeros concertos tocados pela banda nos últimos anos, e também de novas experiências e vivências na vida do músico.
Cosmic Attraction foi gravado nos Estúdios da Mobydick Records e conta com a produção, gravação e mistura de Budda Guedes. Masterizado por Frederico Cristiano, no Mechanical Heart - Mastering Sessions.
O Álbum estará disponível nas plataformas digitais no dia 3 de Novembro.
Letra
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Letra
EU NÃO QUERO VER PIOR
SÓ NÃO QUERO VER MELHOR
EU NÃO QUERO VER MELHOR
SÓ NÃO QUERO VER PIOR
EU SÓ QUERO VER MELHOR
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Letra
Podes nem saber
Mas toda a minha vida
Eu esperei p'ra te ter
Nem quis tentar falar
Era tanto p'ra explicar
O sentimento acabou por voar
Uma prisão de sentimentos
Onde eu fui infeliz
Aproveitar cada momento
Foi o que eu nunca fiz
Imaginava te a meu lado
Mas talvez isto seja complicado
Tu tens um futuro destinado
Pensa bem, estaria melhor acabado
Não te peço um tudo cheio de nada
Prefiro só ficar bem acompanhada
Porque o nada que tu me dás é o tudo
Que alguém te fez deixar p'ra trás
Podes nem saber
Mas toda a minha vida
Eu esperei p'ra te ter (x2)
Para te ter , para te ter
Nem quis tentar falar
Era tanto para elogiar
As palavras certas
Para te ilustrar
Prefiro um amor negado
Do que ser infeliz
Um amor nao ultrapassado
O que eu não tenho eu quero e sempre quis
Imaginava te a meu lado
Mas talvez isto seja complicado
Tu tens um futuro destinado
Pensa bem, estaria melhor acabado
Não te peço um tudo cheio de nada
Prefiro só ficar bem acompanhada
Porque o nada que tu me dás é o tudo
Que alguém te fez deixar p'ra trás
Podes nem saber
Mas toda a minha vida
Eu esperei p'ra te ter (x2)
Podes nem saber
Mas toda a minha vida , toda a minha vida
Letra e Vozes : Diana Lima
Letra
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letra
Vejam bem
Que não há
Só gaivotas
Em terra
Quando um homem
Se põe
A pensar
Quem lá vem
Dorme à noite
Ao relento
Na areia
Dorme à noite
Ao relento
Do mar
E se houver
Uma praça
De gente
Madura
E uma estátua
De febre
A arder
Anda alguém
Pela noite
À procura
E não há
Quem lhe queira
Valer
Vejam bem
Daquele homem
A fraca
Figura
Desbravando
Os caminhos
Do pão
E se houver
Uma praça
De gente
Madura
Ninguém vai
Levantá-lo
Do chão
Vejam bem
Que não há
Só gaivotas
Em terra
Quando um homem
Se põe
A pensar
Quem lá vem
Dorme à noite
Ao relento de areia
Dorme à noite
ao relento do mar
Letra e Música de Zeca Afonso

Os Second Lash são uma banda do Porto com início em 2015, contando com Ricardo Dourado na guitarra, Miguel Dourado no baixo, João Amaral na bateria e Evelyne Filipe. A experiência obtida em projectos passados culminou na construção de uma máquina de rock a mostrar no vindouro primeiro trabalho da banda.
Em Outubro de 2016 entraram no estúdio da Raising Legends para o gravar o álbum de estreia intitulado de "TABULA RASA" com André Matos no leme.
O lançamento deste primeiro trabalho acontece a 10 de Junho de 2017 no Cave45, seguindo-se a assinatura com a Raising Legends Records e encontram-se neste momento a divulgar o seu primeiro trabalho.
Letra
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MELECH MECHAYA EM LISBOA E NO PORTO
O quinteto actua dia 27 de Dezembro no Tivoli BBVA em Lisboa e dia 29 de Dezembro na Casa da Música no Porto, em dois espectáculos únicos com convidados especiais.
Os Melech Mechaya irão realizar dois grandes espectáculos em Lisboa e no Porto em duas das mais carismáticas salas do país: Tivoli BBVA dia 27 de Dezembro (Lisboa) e Casa da Música dia 29 de Dezembro (Porto).
Os concertos assinalam o lançamento do novo disco "Aurora", e terão a presença de convidados especiais. O novo disco tem conquistado a crítica nacional (5 estrelas na revista Blitz) e internacional, e figurou durante 3 meses consecutivos no Transglobal World Music Charts.
O 3º single extraído de Aurora será "Boom", com a participação especial de Noiserv, e tem data de lançamento prevista para o fim de Outubro.
Letra
No céu cinzento
Sob o astro mudo
Batendo as asas
Pela noite calada
Vem em bandos
Com pés veludo
Chupar o sangue
Fresco da manada
Se alguém se engana
Com seu ar sisudo
E lhes franqueia
As portas á chegada
Eles comem tudo
Eles comem tudo
Eles comem tudo
E não deixam nada
A toda a parte
Chegam os vampiros
Poisam nos prédios
Poisam nas calçadas
Trazem no ventre
Despojos antigos
Mas nada os prende
Às vidas acabadas
São os mordomos
Do universo todo
Senhores á força
Mandadores sem lei
Enchem as tulhas
Bebem vinho novo
Dançam a ronda
No pinhal do rei
Eles comem tudo
Eles comem tudo
Eles comem tudo
E não deixam nada
No chão do medo
Tombam os vencidos
Ouvem-se os gritos
Na noite abafada
Jazem nos fossos
Vítimas dum credo
E não se esgota
O sangue da manada
Se alguém se engana
Com seu ar sisudo
E lhe franqueia
As portas á chegada
Eles comem tudo
Eles comem tudo
Eles comem tudo
E não deixam nada
Eles comem tudo
Eles comem tudo
Eles comem tudo
E não deixam nada
Letra e música? de José Afonso

A marca italiana de legwear Calzedonia juntamente com a RFM apresentam a campanha “Natal a Meias”, um projeto que visa apoiar o trabalho da instituição sem fins lucrativos Comunidade Vida e Paz.
A marca produziu 120 mil pares de meias exclusivamente para este projeto, pelo que estarão disponíveis quatro produtos: um para mulher, um para homem, um para menina e outro para menino. As meias da edição especial Natal são pretas, de algodão quente, ideal para os dias frios de inverno. Contam também com um coração em glitter vermelho (para elas) e bolas vermelhas (para eles), dando um toque mais fashion a esta coleção.
A campanha “Natal a Meias” decorre entre os dias 23 de outubro e 25 de dezembro em todas as lojas Calzedonia do país.
O valor unitário é de 5€ por cada par de meias, sendo que 2,50€ (metade do valor) reverterá para a Comunidade Vida e Paz.
A Calzedonia e a RFM propõem-se a vender assim 120.000 pares de meias, esperando contribuir com cerca de 300 mil euros que ajudarão a financiar três grandes projetos da instituição:
Sobre a Comunidade Vida e Paz:
A Comunidade Vida e Paz é uma associação sem fins lucrativos que tem como missão ir ao encontro e acolher pessoas em condição de sem-abrigo, ou em situação de vulnerabilidade social, ajudando-as a recuperar a sua dignidade e a (re)construir o seu projeto de vida, através de uma ação integrada de prevenção, reabilitação e reinserção.
Porque as coisas boas são melhores quando as fazemos "a meias" e o Natal é uma delas.
Letra
Pediste calma e eu jurei ouvir
Por cada pessa que te vi despir
Se as saudades chovem
As ruas não dormem
Comigo à espera de ti
Que a madrugada te traga assim
Despida de vaidade até mim
Que os outros não notem
Que sou menos homem sem ti
Adoro quando te mexes ao som
Com a minha camisola e sem batom
Com um olhar tão sério e natural
Com cada tua curva surreal
Amarrotamos lençóis e almofadas
Sussuras ao ouvido que não queres mais nada
A forma como me deixas aluado
Fazes-me querer ter para sempre
O nosso amor desleixado
E sempre pedi para ficares comigo até tarde
Para veres o sol acordar a cidade
Beijar-te os dedos
Contar-te segredos
Sempre que estivermos a sós
Quem sabe um dia sejas a verdade
De quem mente em nome da felicidade
Esquece essas máguas
E pinta palavras com a voz
Adoro quando te mexes ao som
Com a minha camisola e sem batom
Com um olhar tão sério e natural
Com cada tua curva surreal
Amarrotamos lençóis e almofadas
Sussuras ao ouvido que não queres mais nada
A forma como me deixas aluado
Fazes-me querer ter para sempre
Esquece as blusas que compraste ontem
Que as minhas roupas não te abandonem
É tudo mais fácil
Cá dentro fechados em nós
No
Esquece as blusas que compraste ontem
Que as minhas roupas não te abandonem
É tudo mais fácil
Cá dentro fechados em nós
Adoro quando te mexes ao som
Com a minha camisola e sem batom
Com um olhar tão sério e natural
Com cada tua curva surreal
Amarrotamos lençóis e almofadas
Sussuras ao ouvido que não queres mais nada
A forma como me deixas aluado
Fazes-me querer ter para sempre
O nosso amor desleixado
Música: Ivo Lucas
Letra: Ivo Lucas / JêPê

28 de Outubro | Sábado | 22h00 | Sala José Afonso
Desencontros
Golden Slumbers
Em finais de 2013, as irmãs Catarina e Margarida Falcão começaram no seu quarto o projecto de folk “Golden Slumbers”, fazendo uso de harmonias de vozes e de guitarras para compor músicas que evocam uma sonoridade com ecos de Simon & Garfunkel, Fleetwood Mac e Laura Marling. No ano seguinte, apresentaram-se ao público nacional com o EP «I Found The Key» (de onde saiu o single «My Love is Drunk») e, desde então, têm percorrido Portugal de Norte a Sul, mostrando a sua música.
No início de 2016, as Golden Slumbers lançaram «The New Messiah» (NOS Discos), o álbum de estreia, onde é perceptível a evolução e apuro da mesma sonoridade que lhes valeu uma nomeação para Artista Revelação na edição de 2015 dos Portugal Festival Awards.
2016 ficou marcado pela passagem por festivais como NOS Alive (onde regressarão em Julho de 2017), BONS SONS, Festas do Mar, Festival para Gente Sentada, NOS em D'Bandada e Vodafone Mexefest. Já em 2017, o duo participou no Festival da Canção, interpretando um tema escrito por Samuel Úria, e estreou-se em nome próprio no Centro Cultural de Belém.
https://goldenslumbersband.bandcamp.com/
Entrada: € 3,00
Reservas válidas até ½ hora antes do início do espectáculo: 265 236 168 | casacultura@mun-setubal.pt
Organização: CMS
Letra
No quarto
Viajo pelas peles onde já estive e quero estar.
Sonhando
Um dia ser feliz na pele de um diabo que virará anjo.
Sem espaço
Para fazer gincanas com turnos humanos.
Gritando
Por entre lembranças e trocas de sufoco.
Em paredes
Escrevo os seus jogos com juras de amor.
Serpentes
No que se transforma ou se fala em amor.
Mas Deus olha para mim
Perguntando-me se estou bem.
Eu aceno-lhe que sim
Perguntando sempre à minha mãe.
Porque a viagem é curta e se eu
tropeçar alguém vai-me alcançar no caminho
P'ra ser feliz.
No quarto
Despem-me os sentidos só com o seu calor.
Sem espaço
Escondem-se em trovas e gotas de suor.
Sem sentidos
Abraço uma pele como a uma mulher suplicando
Que se abre comigo no seu papel.
Sem esforço
Arrebata-me a alma na chuva que dói.
Sorrindo
Para que não vejam o que é dor no amor.
Mas Deus olha para mim
Perguntando-me se estou bem.
Eu aceno-lhe que sim
Perguntando sempre à minha mãe.
Porque a viagem é curta e se eu
tropeçar alguém vai-me alcançar no caminho
P'ra ser feliz.
Mas Deus olha para mim,
Perguntando-me se estou bem.
Eu aceno-lhe que sim
Perguntando sempre à minha mãe.
Oh Oh
Mas Deus olha para mim
Perguntando-me se estou bem
Ah ah
Eu aceno-lhe que sim
Perguntando sempre à minha mãe.
Que eu nasci com os olhos virados para os astros
E preciso de alguém que me dê abraços
P'ra cumprir o papel de ser afortunado
Nesta caixa redonda vivo por inteiro
O caminho escolhido pelo verdadeiro oh-oh-oh-oh.
Mas deus olha para mim
Perguntando-me se estou bem
Ah ah
Eu aceno-lhe que sim
Perguntando sempre à minha mãe
Porque a viagem é curta e se eu
tropeçar alguém vai-me alcançar no caminho.
Porque viagem é curta e se eu
tropeçar alguém vai-me alcançar no caminho
P'ra ser feliz.
P'ra ser feliz.
Não encontrei os créditos desta música
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Letra
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Letra
Quando nasci meus pais me guardavam
No seu leito crescia e assim me mimavam
Ao som de ‘leya leya leye'
Sorria e voava livre como pássaro
Seguia tranquilo a cada novo passo
Ao som de ‘leya leya leye'
Mas o mundo que me criou e que me ama
Também vai pressionar-me no chão e na cama
Onde quero dormir
Onde quero sorrir
E há dias em que rir é contagiante
Mas há noites tão frias e tão ofegantes
Em que não posso dormir
Vou ter que reagir
Queria ter-te hoje ao meu lado
Mesmo estando magoado
Meu corpo não quer estar só
E a minh'alma só quer
Ver esses teus cabelos doirados
E o teu sorriso prateado
Mas por mais que eu te deseje
Meu mundo manda-me estar só
Sei que ainda sou livre e que posso escolher
Tenho livre arbítrio e posso viver
Ao som de ‘leya leya leye'
Só quero estar tranquilo e poder amar
Nos espaços vazios não sei onde pisar
Ao som de ‘leya leya Leye'
Sinto que sempre nasci para ter relações
Mas toda gente já sabe que traz ralações
E hoje eu quero ser
Um homem a valer
Por isso um pouco de solidão não fará mal
Não preciso ser sempre capa de jornal
Posso esperar pra te ter
Hoje é dia de crescer
Não encontrei os créditos desta música

A ideia de juntar estes grandes nomes do fado às harmonias do jazz partiu de Óscar Gomez, músico e produtor cubano, a viver atualmente em Espanha, vencedor já de cinco Grammys, membro do Board da Academia dos Grammys Latinos e cujas produções já venderam mais de 20 milhões de discos em todo o mundo.
As melhores canções do fado, os seus melhores intérpretes e alguns dos mais importantes músicos do jazz latino atual juntam-se agora num disco inovador, “JazzInFado”. Fique a conhecer um pouco daquilo que pode ouvir já dia 3 de novembro em pequenos vídeos, gravados por Filipe Ferreira:
Este disco procura alargar as fronteiras do fado, reunindo grandes fadistas, nomeadamente Carlos do Carmo, Hélder Moutinho, Carminho, António Zambujo, Raquel Tavares, Marco Rodrigues, Ana Bacalhau, Cuca Roseta, Maria Berasarte e Joana Almeida, que interpretam temas emblemáticos da história do fado aliados às harmonias do jazz latino.
“JazzInFado” foi gravado entre Madrid e Lisboa e nas gravações os fadistas foram acompanhados de músicos maioritariamente cubanos, como é o caso de Pepe Rivero ou de Ivan “Melon” Lewis.
“JazzInFado” é um objeto único que evidencia a imensa riqueza do fado, mas mostrando como esta música também dialoga de forma inovadora com o jazz.
Letra
Não sobra mais nada
Além de nós dois aqui na minha cabeça
Como queres que eu te esqueça assim
E eu já nem sei se te quero de volta
Mas quando o sol se põe e o vento fecha a porta
Ainda te sinto tão minha sim
Quando ligo a rádio é o nosso som que toca
São tantas lembranças que me poem a andar às voltas
Era tão bom quando estavas aqui
De nós, tantas saudades de nós
Eu tenho tantas saudades de nós
Tantas saudades de nós, de nós
De nós, tantas saudades de nós
Eu tenho tantas saudades de nós
Tantas saudades de nós, de nós
Ficou no passado, promessas sem fim
Que por nós foram postas de lado
Olha o resultado em mim
Mesmo que eu queira a razão me revolta
Dói demais e agora nada mais importa
O ar que respiras já não é meu
Quando ligo a rádio é o nosso som que toca
São tantas lembranças que me fazem andar às voltas
Era tão bom quando estavas aqui
De nós, tantas saudades de nós
Eu tenho tantas saudades de nós
Tantas saudades de nós, de nós
De nós, tantas saudades de nós
Eu tenho tantas saudades de nós
Tantas saudades de nós, de nós
Não sobra mais nada
Música
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